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ERP na nuvem ou local: diferenças, vantagens e qual a melhor opção

ERP na Nuvem ou Local (capa)

Você está em dúvida entre implementar um ERP na nuvem ou manter um ERP local (on-premise)? Essa decisão estratégica impacta diretamente os custos de TI, a segurança dos dados e a flexibilidade do seu sistema de gestão. Nos últimos anos, muitas empresas tradicionais migraram seus ERPs do servidor interno para ambientes em nuvem, inclusive clientes de ERP TOTVS Protheus que avaliam a assinatura do TOTVS Cloud.

Mas será que sistema ERP em nuvem é sempre melhor? Ou ainda há casos em que o ERP local faz mais sentido? Neste guia completo, vamos comparar ERP cloud vs local em detalhe, mostrando as diferenças, vantagens e desvantagens de cada modelo. Você vai entender como cada opção funciona, ver exemplos práticos e receber recomendações para escolher o ERP ideal para a sua empresa. Preparado para descobrir qual é a melhor opção, ERP na nuvem ou local? Vamos lá!

ERP na Nuvem e ERP Local: entendendo as diferenças

Antes de comparar pontos específicos, é importante definir claramente o que significa um ERP “na nuvem” versus um ERP “local”:

ERP na Nuvem (Cloud ERP)

É um sistema de gestão hospedado em servidores externos (data centers na internet) e acessado online, geralmente oferecido no modelo SaaS (Software as a Service). Isso significa que a empresa usuária não precisa instalar o ERP em servidores próprios,  basta contratar o serviço e utilizá-lo via internet, normalmente pagando uma assinatura mensal ou anual. Toda a infraestrutura física, manutenção, backups e atualizações ficam a cargo do fornecedor ou provedor de cloud. 

Exemplo: o TOTVS Protheus pode rodar na nuvem da TOTVS (TOTVS Cloud), em que a TOTVS hospeda e gerencia o ambiente para o cliente. Em um ERP cloud, você acessa o sistema de qualquer lugar, precisando apenas de conexão à internet e navegador (ou app).

ERP Local (On-Premise)

É o sistema de gestão instalado dentro da infraestrutura da empresa, em servidores e hardware próprios ou alugados, normalmente nas dependências da organização ou em um data center privado. Nesse modelo tradicional, a empresa compra licenças do ERP e instala o software localmente, assumindo responsabilidade por manter servidores, banco de dados, rede, segurança e atualizações. 

Em outras palavras, todo o controle do ambiente fica com a equipe de TI interna. Muitas empresas no Brasil operam ERPs locais há anos, por exemplo, clientes que rodam TOTVS Protheus em um servidor físico no escritório ou em máquinas virtuais do próprio departamento de TI. O ERP on-premise geralmente envolve um investimento inicial maior em infraestrutura e requer uma equipe ou parceiro para gerenciá-lo no dia a dia.

Resumindo: A diferença central está em onde o ERP é hospedado e quem cuida da infraestrutura. No ERP local, tudo fica “dentro de casa”, a empresa compra e mantém os servidores e instala o sistema ali. No ERP em nuvem, o sistema fica hospedado remotamente, e você utiliza via internet, terceirizando a infraestrutura. Isso traz implicações enormes em custo, manutenção, segurança e flexibilidade, como veremos a seguir.

Principais diferenças: comparativo entre ERP Cloud e ERP Local

Vamos comparar os dois modelos em pontos-chave para entender seus prós e contras. A tabela abaixo resume as principais diferenças entre um ERP em nuvem e um ERP on-premise:

AspectoERP na Nuvem (Cloud)ERP Local (On-Premise)
Investimento InicialBaixo CAPEX – não exige comprar servidores nem licenças perpétuas. Modelo de pagamento por assinatura (OPEX), diluído mensalmente.Alto CAPEX – requer compra de licenças, servidores e infraestrutura própria. Grande investimento inicial em hardware e implantação.
Custos RecorrentesMensalidade fixa – despesas operacionais previsíveis, incluem manutenção, suporte e updates. Sem surpresas de hardware.Manutenção própria – custos contínuos com equipe de TI, energia, upgrades de hardware e suporte. Pode haver gastos imprevisíveis (peças, falhas).
Infraestrutura & TITerceirizada – toda a infraestrutura física (servidores, storage, backups) é fornecida pelo provedor em nuvem. A empresa não precisa ter data center nem cuidar de servidores.Própria – a empresa deve disponibilizar espaço físico, servidores, rede e ar-condicionado para hospedar o ERP. Necessita equipe de TI para gerenciar e monitorar esses recursos 24/7.
Atualizações do SistemaAutomáticas – o fornecedor aplica atualizações e patches regularmente no ambiente cloud, mantendo o ERP na última versão sem esforço do cliente. Sempre em dia com melhorias e obrigações legais.Manuais – a equipe de TI ou consultoria precisa instalar atualizações periodicamente. Muitas empresas demoram ou evitam atualizar por receio de indisponibilidade, ficando com versões defasadas.
Segurança de DadosData center profissional – provedores cloud investem pesado em segurança física e digital (firewalls, criptografia, monitoramento 24×7). Dados ficam protegidos em ambientes redundantes. A responsabilidade da segurança é compartilhada, mas grande parte recai no fornecedor.Controle interno total – dados permanecem dentro da empresa. A segurança depende dos recursos e políticas internas: pode ser personalizada, porém exige expertise. Há risco de falhas humanas ou limitações orçamentárias comprometerem a proteção (ex.: backup malfeito, falta de redundância).
Acesso e MobilidadeAcesso de qualquer lugar – por estar online, usuários podem usar o ERP remotamente via internet, em matriz, filiais, home office ou viagem. Ideal para empresas distribuídas e equipes externas, pois basta um navegador seguro.Acesso local ou VPN – geralmente o uso pleno é restrito à rede interna ou via configurações especiais (VPN/Terminal Server) para acesso remoto. Menos prático para times em campo e multi-unidades, a não ser que a empresa invista em soluções de acesso remoto seguras.
Personalização e ControleAmbiente padronizado – em ERPs 100% SaaS a infraestrutura é gerenciada pelo fornecedor, então há menos liberdade para customizar servidor, banco de dados ou atrasar updates. Muitas customizações no software ainda são possíveis via configurações e APIs, mas com limites para manter a estabilidade do serviço.Ambiente sob medida – total liberdade para configurar servidores, banco de dados e customizações profundas no código do ERP (especialmente em soluções como TOTVS Protheus). A empresa decide quando atualizar e pode integrar ferramentas de modo mais direto no banco de dados. Em contrapartida, assume os riscos dessas alterações.
Escalabilidade e DesempenhoElástica – se precisar de mais desempenho (CPU, memória, armazenamento), basta solicitar ao provedor ou mudar de plano. O ambiente cloud se ajusta rapidamente conforme a demanda, sem compra de novo hardware. Picos de uso são atendidos com alocação dinâmica de recursos.Limitada pelo hardware – o desempenho máximo é aquele suportado pelos servidores adquiridos. Crescimento exige comprar e instalar novos servidores ou upgrades, o que demanda tempo e capital. Em momentos de pico, se a capacidade esgotar, o sistema pode ficar lento até a empresa investir em expansão.
Confiabilidade e BackupAlta disponibilidade – data centers cloud oferecem redundância de componentes e backup automatizado. Se um servidor falha, outro assume; se houver desastre, há planos de recuperação. O provedor garante SLAs de uptime (às vezes 99% ou mais) e rotinas de backup robustas.Depende da empresa – é responsabilidade interna implementar redundância (servidor backup, cluster) e rotinas de backup off-site. Pequenas empresas muitas vezes operam com um único servidor; se ele falhar ou houver sinistro (incêndio, roubo), o ERP fica indisponível até restauração manual, implicando maior risco de downtime prolongado.

Perceba que não há um “vencedor absoluto”, cada modelo apresenta vantagens em certos quesitos e desvantagens em outros. A seguir, vamos nos aprofundar nos benefícios específicos de cada abordagem e entender por que muitas empresas estão migrando para a nuvem, enquanto algumas ainda preferem manter o ERP local.

Vantagens do ERP na Nuvem (Cloud ERP)

Optar por um ERP em nuvem traz diversos benefícios notáveis, especialmente para empresas que buscam agilidade e redução de complexidade em TI. Veja as principais vantagens do ERP cloud:

1. Investimento inicial muito menor

Não é preciso comprar servidores caros nem infraestrutura complexa, o provedor cloud já oferece tudo pronto. Isso reduz drasticamente o CAPEX do projeto. Para muitas pequenas e médias empresas, ter um ERP via assinatura torna o sistema de gestão financeiramente viável, já que não há um grande desembolso inicial. Você paga uma mensalidade e começa a usar, convertendo um gasto que seria de capital em despesa operacional (OPEX) mais suave. Por exemplo, em vez de gastar R$200 mil em hardware e licenças de uma vez, a empresa pode pagar alguns milhares por mês pelo ERP online, o que preserva o caixa e melhora o ROI no curto prazo.

2. Implantação mais rápida e simples 

Como não há necessidade de montar servidores físicos ou configurar data center, a implantação do ERP na nuvem costuma ser mais ágil. O ambiente é criado pelo fornecedor em poucos dias (ou horas) após a contratação. Isso encurta o projeto de implementação, permitindo que sua empresa comece a usar o sistema rapidamente. Em vez de esperar aquisições de hardware e instalações demoradas, o time-to-value do ERP cloud é bem menor. Essa rapidez pode ser crucial para empresas que precisam começar a operar um sistema de gestão logo (por exemplo, startups ou novas filiais).

3. Menos carga para a equipe de TI interna

Com o ERP em nuvem, grande parte do trabalho pesado de TI é terceirizado. Atualizações de versão, aplicação de patches, backups, monitoramento de servidores e correções de segurança ficam a cargo do provedor. A sua equipe de TI não precisa mais gastar tempo com essas atividades operacionais rotineiras, podendo focar em tarefas estratégicas para o negócio. Isso é especialmente valioso para empresas com TI enxuta, o time deixa de se preocupar em “apagar incêndios” de servidor e pode se concentrar em melhorias de processos e suporte aos usuários.

4. Atualizações e compliance sempre em dia

Em modelos cloud, o fornecedor mantém todos os clientes na versão mais recente do software. Você sempre terá as funcionalidades mais modernas e, no caso do Brasil, estará automaticamente aderente à legislação fiscal e trabalhista atualizada. Por exemplo, se ocorre uma mudança no SPED Fiscal ou eSocial, a empresa fornecedora aplica a atualização centralmente e seu ERP na nuvem já fica adequado. Isso elimina o risco de seu sistema ficar desatualizado por atraso em update. Clientes TOTVS Protheus na nuvem, por exemplo, recebem os pacotes de atualizações legais assim que liberados pela TOTVS, sem precisar agendar técnicos para isso.

5. Escalabilidade e flexibilidade

O ERP na nuvem cresce junto com o seu negócio. Se sua empresa abrir uma nova filial, dobrar o número de usuários ou precisar de mais capacidade de processamento em determinados meses, basta ajustar seu plano ou recursos contratados

Não é necessário comprar e instalar um novo servidor para comportar o crescimento, a nuvem oferece recursos sob demanda (elasticidade). Da mesma forma, se houver necessidade de reduzir recursos em um período de baixa, você pode ajustar para não pagar por capacidade ociosa. Essa elasticidade garante que você sempre tenha performance adequada, pagando apenas pelo que realmente precisar usar.

6. Acesso remoto e colaboração facilitada

Mobilidade total é um dos trunfos do ERP cloud. Usuários conseguem acessar o sistema de qualquer lugar, seja em casa, viajando ou em diferentes unidades, bastando uma conexão internet segura. Isso viabiliza modelos de trabalho híbrido ou remoto, bem como o acompanhamento da operação fora do escritório. Gestores podem aprovar pedidos ou verificar indicadores pelo notebook ou celular remotamente. Equipes em campo (vendedores, técnicos) conseguem interagir em tempo real com o ERP. Essa conectividade aumenta a produtividade e traz conveniência, pois não amarra o uso do ERP ao escritório físico.

7. Segurança robusta e backups automáticos

Pode parecer contraintuitivo, mas um bom ERP em nuvem costuma ser mais seguro do que muitos ambientes locais. Os provedores de cloud computing empregam padrões rigorosos de segurança de dados, com criptografia, múltiplas camadas de firewall, controle de acesso avançado e monitoramento 24×7 em data centers certificados (Tier III ou IV). Além disso, fazem backups regulares e redundantes dos dados, muitas vezes em diferentes localidades geográficas, garantindo alta resiliência. Enquanto isso, nas empresas menores, manter o mesmo nível de segurança internamente é caro e complexo. Com o ERP cloud, você se beneficia da infraestrutura de ponta do fornecedor, que protege seus dados contra invasões, perda e indisponibilidade. Vale lembrar que grandes players de nuvem seguem normas internacionais e auditorias de segurança, oferecendo uma proteção dificilmente alcançável em um servidor local simples.

Em resumo, o ERP na nuvem fornece mais agilidade, menor custo inicial e menos preocupações operacionais. Não é à toa que a adoção de ERPs em nuvem vem crescendo exponencialmente. Para se ter uma ideia, dados da Gartner indicam que 85% das grandes empresas terão adotado ERP em nuvem até o final de 2025, impulsionadas por vantagens como escalabilidade e redução de custos. Se a sua empresa prioriza simplicidade, rapidez e quer evitar o “peso” de manter infraestrutura, o modelo cloud é um forte candidato.

ERP na Nuvem ou Local (1)

Vantagens do ERP Local (On-Premise)

Apesar da tendência clara de migração para a nuvem, o modelo de ERP local ainda apresenta alguns benefícios importantes em determinados contextos. Empresas com requisitos específicos podem preferir manter o ERP on-premise pelos seguintes motivos:

1. Controle total de dados e infraestrutura

No ERP local, tudo fica sob seu domínio, servidores, banco de dados e dados confidenciais. Algumas organizações valorizam essa autonomia máxima, seja por cultura ou por exigências de compliance. Por exemplo, empresas do setor financeiro, governamental ou de defesa podem ter políticas internas proibindo dados em nuvem pública. Manter o ERP local garante que nenhuma informação saia da sua rede, o que pode trazer uma sensação de segurança e conformidade regulatória. Além disso, a equipe interna define todas as regras de segurança, acessos e configurações da forma exata que desejar, sem depender de terceiros. Essa soberania é vista como vantagem quando se lida com dados ultra-sensíveis.

2. Personalização profunda do sistema

ERPs on-premise frequentemente permitem customizações extensas, integrando-se intimamente ao ambiente da empresa. Como você tem acesso total ao servidor e banco de dados, é possível realizar ajustes complexos no software, instalar módulos adicionais ou mesmo interagir com o ERP em nível de código (no caso do TOTVS Protheus, por exemplo, muitos clientes desenvolvem rotinas em ADVPL sob medida para seus processos). Embora ERPs na nuvem também aceitem customizações via configurações e APIs, o modelo local entrega liberdade quase irrestrita para moldar o sistema à realidade da empresa, com menos limitações de política do fornecedor. Se sua operação exige integrações muito específicas ou modificações profundas que um SaaS padrão não comporta, o ERP on-premise pode oferecer a flexibilidade tecnológica necessária.

3. Independência de conexão e latência

Empresas localizadas em regiões com internet instável ou operações em locais remotos podem optar pelo ERP local para não ficarem reféns da conectividade. Num ambiente on-premise, se a internet cair, os usuários locais continuam trabalhando normalmente no ERP, já que ele está na rede interna. 

Em contrapartida, um ERP cloud depende 100% da internet, embora existam soluções de contingência (links redundantes, etc.), o risco de paralisação por falta de conexão existe. Além disso, aplicações muito sensíveis à latência (ex.: máquinas coletando dados em tempo real no chão de fábrica) podem se beneficiar de um servidor local, que garante resposta imediata sem dependência de roteamento externo. Ou seja, o modelo local pode oferecer maior confiabilidade operacional em ambientes com infraestrutura de internet precária ou isolados do mundo online (por exemplo, plantas industriais em áreas remotas).

4. Possibilidade de custo menor no muito longo prazo

Embora inicialmente caro, um ERP local bem planejado pode ter custo total menor ao longo de muitos anos, especialmente para empresas grandes que já possuem data center e equipe de TI dimensionada. Pense assim: se a empresa investe pesado em um servidor robusto e licenças perpétuas do ERP hoje, em 5 a 10 anos ela não terá pagamentos mensais ao fornecedor, apenas custos de manutenção próprios. Já no modelo cloud, as mensalidades nunca acabam (enquanto usar o sistema, paga-se a assinatura). Portanto, para um horizonte de uso muito longo e com crescimento de usuários previsível, o custo acumulado do SaaS pode superar a compra. Em alguns casos, manter local poupa dinheiro após o “payback” do investimento inicial. 

Claro que isso vem acompanhado de gastos de pessoal e atualizações, mas se a empresa já dispõe desses recursos, ela pode argumentar que “já pagou” pelo sistema e o mantém rodando com menor despesa incremental. Em resumo, do ponto de vista puramente financeiro de longo prazo, um ERP on-premise pode sair mais barato que anos e anos de mensalidades do cloud, desde que a infraestrutura não exija substituições caras com frequência.

5. Liberdade para gerenciar o ritmo de atualizações

Com um ERP local, a empresa tem a prerrogativa de decidir quando migra para uma nova versão do software. Algumas organizações preferem não atualizar imediatamente sempre que sai uma versão, para evitar retrabalho de customizações ou necessidade de re-treinamento constante de usuários. No modelo cloud, as atualizações são contínuas e impostas pelo fornecedor (normalmente de forma transparente, mas sem opção de ficar indefinidamente numa versão antiga). Já no on-premise, se o negócio quiser ficar 2 anos numa versão estável antes de atualizar, ele pode, embora não seja recomendável ignorar updates de segurança por muito tempo. Essa flexibilidade de cronograma agrada companhias que operam 24×7 e não podem agendar paradas frequentes para atualizar, ou que têm muitos desenvolvimentos internos e precisam testar cada mudança com cuidado. Em suma, o ERP local dá mais controle sobre o ciclo de vida do software, permitindo um ritmo de mudanças alinhado à capacidade interna de adaptação.

Sendo assim, o modelo on-premise faz sentido em cenários específicos, como organizações com alta demanda de customização, restrições regulatórias severas ou infraestrutura própria já consolidada. Muitos negócios tradicionais ainda se sentem mais seguros com seus servidores rodando localmente, onde “podem ver as luzinhas do servidor piscando”. É uma preferência cultural em alguns casos. Porém, é fundamental notar que essas vantagens vêm acompanhadas de maiores responsabilidades e custos ocultos (manter equipe, energia, espaço, segurança física, planos de contingência). Assim, a empresa deve avaliar se realmente consegue usufruir desses benefícios do ERP local sem se sobrecarregar.

ERP na Nuvem ou Local: qual a melhor opção para sua empresa?

Chegamos à pergunta crucial: afinal, qual modelo escolher? A resposta depende do perfil e das necessidades específicas da sua organização. Abaixo, listamos cenários e recomendações para ajudar na decisão:

Pequenas e médias empresas com TI enxuta

Geralmente ganham mais com ERP na nuvem. Se sua empresa não tem um time grande de TI nem infraestrutura própria, o cloud elimina a necessidade de se preocupar com servidores, backups e atualizações. O custo inicial menor também pesa a favor. Exemplo: uma distribuidora com 3 filiais e 20 usuários de ERP provavelmente terá implementação mais rápida e suporte simplificado optando por um ERP em nuvem, focando no negócio em vez de montar um data center.

Empresas em crescimento acelerado ou variabilidade de demanda

Tendem a se beneficiar do modelo cloud pela escalabilidade. Startups ou negócios sujeitos a sazonalidades fortes (que exigem escalar usuários ou processamento) conseguem ajustar recursos rapidamente na nuvem. No on-premise, poderiam enfrentar gargalos ou investimentos constantes à medida que crescem. Logo, se você prevê expansão, a nuvem dá flexibilidade para acompanhar o ritmo sem grandes interrupções.

Empresas grandes com equipe de TI robusta e data center existente

Podem avaliar um modelo híbrido ou faseado. Muitas corporações de grande porte já investiram milhões em infraestrutura própria e possuem times especializados – elas podem manter um ERP local otimizado em curto prazo, enquanto planejam uma transição gradual para cloud (cloud-first strategy). Alternativamente, adotar uma abordagem híbrida: manter parte do ERP on-premise por questões de legado ou segurança, e mover módulos menos críticos ou novas funcionalidades para a nuvem. 

Essas organizações devem fazer um estudo de TCO (custo total de propriedade) comparando manter local versus migrar tudo para cloud, considerando que às vezes modernizar compensa mais do que sustentar equipamentos antigos. Importante: mesmo grandes empresas migrando ERPs complexos para a nuvem pela eficiência, a TOTVS, por exemplo, tem casos de indústrias enormes levando o Protheus para data centers profissionais por meio de parceiros.

Setores com requisitos legais de dados locais

Se sua empresa atua num setor regulado em que a legislação exige armazenamento local de dados ou não permite certos dados em ambiente compartilhado, então o ERP local ou um cloud privado nacional pode ser mandatário. Por exemplo, órgãos governamentais, algumas empresas de saúde ou defesa podem precisar manter servidores sob jurisdição própria. Nesses casos, avalie também opções de nuvem privada ou data centers dedicados no Brasil que atendam às normas, às vezes é possível ter o benefício da nuvem, mas em ambiente segregado (embora a custo maior).

Clientes atuais de ERP on-premise (ex: TOTVS Protheus) insatisfeitos com infraestrutura

Se você já utiliza um ERP local há anos e sofre com servidores defasados, lentidão ou dificuldade em atualizar, é um forte candidato a migrar para a nuvem. Migrar um ERP existente para cloud pode revitalizar sua operação, melhorar desempenho e tirar um peso de suporte de TI. 

Muitos clientes TOTVS Protheus on-premise estão avaliando assinar o TOTVS Cloud ou hospedar o Protheus em nuvens como AWS/Azure, justamente para “sair do ferro velho” e ganhar em disponibilidade. Com o auxílio de uma consultoria experiente, a migração pode ser feita minimizando downtime e preservando customizações. Nesse cenário, contar com apoio especializado é fundamental para planejar arquitetura, integrações e garantir que a transição traga ganhos reais.

Em geral, a tendência atual de mercado pende para a nuvem devido aos ganhos de eficiência. Soluções em cloud recebem investimentos pesados em inovação, enquanto muitas plataformas on-premise legadas acabam ficando para trás em recursos. A TOTVS, por exemplo, vem incentivando clientes a aderirem ao modelo de subscrição em nuvem, evidenciando o direcionamento da indústria. Porém, a melhor escolha sempre deve levar em conta as características únicas do seu negócio, tamanho, cultura, orçamento, criticidade do ERP e visão de longo prazo.

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ERP na Nuvem ou Local (2)

Não existe resposta universal para “ERP na nuvem ou local: qual é melhor?”. Como vimos, cada abordagem tem seus pontos fortes e desafios. O ERP em nuvem desponta como favorito na maioria dos casos hoje, pela praticidade, custo acessível e inovação constante que proporciona. Ele alinha a TI da empresa às práticas modernas de digitalização e permite focar no core business em vez de gerenciar infraestrutura. Por isso, não surpreende que a maioria das organizações esteja migrando aplicações críticas para a nuvem (inclusive ERPs), em busca de agilidade e competitividade.

Por outro lado, manter o ERP local ainda pode ser a decisão certa para negócios com necessidades muito específicas de controle, customização ou restrições regulatórias. O importante é basear a decisão em fatos e análise de valor, não apenas em tradições ou modismos. Avalie o custo total de propriedade de cada opção, os riscos envolvidos e quão estratégica é a gestão de TI para a sua empresa.

Lembre-se de que também existem modelos intermediários, como ERP hospedado em nuvem privada ou híbrido (parte na nuvem, parte local), que podem combinar vantagens de ambos os mundos. O fornecedor e parceiros certos podem auxiliá-lo a encontrar esse equilíbrio.

Por fim, ter um parceiro de confiança ao seu lado faz toda a diferença na transição. Seja para otimizar seu ERP on-premise ou planejar a migração para cloud, contar com especialistas experientes reduz riscos e acelera resultados.

Ainda não decidiu entre ERP local ou na nuvem? Nós podemos ajudar com uma análise personalizada! Como uma consultoria TOTVS homologada com ampla experiência em infraestrutura e cloud, a Logos Technology está pronta para orientar a melhor escolha para o seu caso. Entre em contato para uma consulta gratuita, avaliaremos seu ambiente atual, necessidades de negócio e traçaremos um plano sob medida, seja para aprimorar seu ERP local ou migrar com segurança para a nuvem. Fale com nossos consultores especializados e garanta a decisão certa para o futuro do seu ERP! Consultoria Especializada TOTVS, Logos Technology. Acesse nosso blog, para mais informações.

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