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ERP para Distribuidora: funcionalidades essenciais e benefícios para otimizar seu atacado

ERP para Distribuidora (capa)

Em uma distribuidora, lidar com um grande catálogo de produtos, múltiplos pedidos volumosos e logística complexa faz parte do dia a dia. Erros no controle de estoque ou atrasos na separação de pedidos significam vendas perdidas e clientes frustrados. Além disso, questões fiscais como substituição tributária e cálculo de comissões de representantes tornam a operação ainda mais desafiadora. Para evitar esses problemas e crescer de forma sustentável, muitas empresas atacadistas estão investindo em sistemas ERP para distribuidora. Afinal, o que é um ERP específico para distribuição e como ele pode transformar o seu negócio?

Neste guia completo, vamos explicar de forma clara o que é um ERP para distribuidoras, quais funcionalidades essenciais ele oferece para atender às necessidades do atacado, e os benefícios práticos que a automatização traz, desde estoque integrado até entregas mais ágeis. Também trazemos dicas de como escolher o melhor ERP para a sua distribuidora e exemplos de soluções disponíveis no mercado. No final, respondemos às perguntas mais frequentes sobre ERP nesse setor. Acompanhe e prepare-se para levar a gestão da sua empresa de distribuição a outro patamar!

O que é um ERP para Distribuidora?

ERP (Enterprise Resource Planning) é um sistema de gestão empresarial integrado que conecta todos os departamentos da empresa em uma única plataforma. No contexto de uma distribuidora ou atacadista, um ERP é projetado para gerenciar toda a cadeia de distribuição, cobrindo operações de front-office e back-office. Isso significa integrar setores como vendas, estoque, compras, logística, financeiro e fiscal em tempo real, eliminando retrabalho e falhas manuais.

Imagine registrar um pedido grande de um cliente e, automaticamente, o sistema atualizar o estoque em cada depósito, reservar os produtos para separação, emitir a nota fiscal e até sinalizar ao time de compras se algum item atingiu o nível mínimo. Com um ERP especializado, esse fluxo acontece de forma unificada e automatizada, do pedido de venda feito pelo representante até a expedição e entrega final. Em vez de múltiplas planilhas e sistemas isolados, a distribuidora passa a controlar tudo em um só lugar, ganhando visão 360° do negócio e tomada de decisão baseada em dados confiáveis.

Em resumo, o ERP para distribuidora torna-se o coração tecnológico da operação atacadista. Ele integra informações e processos, garantindo que pedidos sejam atendidos sem erros, estoques fiquem sob controle e toda a empresa opere “afinada” como uma máquina de vendas bem ajustada. Nos próximos tópicos, veremos as funcionalidades essenciais desse tipo de sistema e os benefícios concretos que ele proporciona.

Funcionalidades essenciais de um ERP para distribuidoras

Uma distribuidora possui particularidades que exigem do ERP recursos bem específicos. Listamos abaixo as funcionalidades-chave que um bom sistema ERP para atacado/distribuição deve oferecer para realmente fazer a diferença no seu dia a dia:

1. Gestão avançada de pedidos de venda

No atacado, é comum receber pedidos com dezenas (ou centenas) de itens e condições comerciais variadas. O ERP deve permitir inserir pedidos grandes de forma ágil, seja via importação de planilhas ou por integração com sistemas de força de vendas. 

É fundamental ter tabelas de preço diferenciadas, aplicação automática de descontos por volume e gestão de condições de pagamento especiais (ex.: faturamento 30/60/90 dias para clientes atacadistas). Além disso, o sistema precisa rastrear cada pedido em tempo real, do momento em que é feito até a expedição, garantindo que nada se perca no meio do caminho. Com esse controle, sua equipe de vendas foca em vender mais, enquanto o ERP cuida da burocracia de forma automatizada e padronizada.

2. Controle de estoque multi-depósito e rastreabilidade

Distribuidoras costumam operar com vários centros de distribuição ou depósitos. Por isso, o ERP deve oferecer um controle de estoque robusto e unificado, que permita ver saldos por depósito, transferir mercadorias entre filiais e monitorar lotes e validades (crítico em segmentos como alimentos ou farmacêutico).

Com o estoque em tempo real, evita-se tanto a ruptura (quando um produto acaba sem reposição) quanto excessos parados ocupando espaço e capital. Um recurso valioso é a emissão de relatórios de contagem cíclica, auxiliando em auditorias para minimizar discrepâncias entre estoque físico e sistêmico.

Em síntese, o ERP mantém os produtos certos nos lugares certos, no momento certo, e avisa automaticamente quando é hora de repor, segundo critérios configuráveis (ponto de ressuprimento, curva ABC, etc.).

3. Planejamento de compras e abastecimento inteligente

Para não deixar clientes na mão, o ERP de distribuição precisa ajudar a antecipar demandas e automatizar o abastecimento. Isso inclui sugestões de compra automatizadas com base em estoque mínimo, pedidos em carteira e previsões de vendas.

Na prática, o sistema funciona como um MRP (Material Requirement Planning) adaptado ao comércio: identifica o que está saindo rápido e já indica o que comprar e quando. Assim, o comprador ganha eficiência e reduz erros, negociando com fornecedores no timing certo. Algumas soluções permitem até programar ordens de compra automáticas ou avisos para fornecedores integrados. Esse planejamento garantirá prateleiras sempre abastecidas e menos urgências de última hora.

4. Logística integrada: expedição e entregas otimizadas

ERP para Distribuidora (2)

A logística é o pulmão de uma distribuidora. Um ERP especializado integra um módulo ou se conecta a sistemas de WMS/TMS, permitindo gerenciar a separação de pedidos (picking) e a montagem de cargas de forma otimizada. Isso significa gerar listas de separação inteligentes, agrupar pedidos por rotas de entrega e até roteirizar caminhões automaticamente para reduzir percursos. Por exemplo, algumas ferramentas criam manifestos de carga e romaneios, facilitando o carregamento e acompanhamento das entregas.

Com um controle de expedição em tempo real, o gestor de logística sabe exatamente quais pedidos já foram separados, em trânsito ou entregues. O resultado é mais agilidade e menos erros: pedidos corretos saindo no prazo e clientes recebendo mercadorias completas, sem atrasos.

5. Integração com força de vendas e e-commerce B2B

No setor de distribuição, vendas acontecem não só internamente, mas também em campo e online. Por isso, é crucial que o ERP se integre com aplicativos de vendas para representantes (sistemas RCA – representante comercial autônomo ou força de vendas) e plataformas de e-commerce B2B. 

Assim, um representante externo pode lançar pedidos pelo tablet/smartphone mesmo offline, sincronizando com o ERP depois, sem precisar enviar papel ou e-mail. Da mesma forma, se a distribuidora possui um portal de clientes ou recebe pedidos via site, o ERP deve integrar esses canais, importando automaticamente os pedidos online para o fluxo de faturamento. Essa integração elimina retrabalho (como digitar pedido de novo no sistema) e evita erros de transcrição. 

Além disso, com todos os canais centralizados, o estoque é descontado conforme cada venda, evitando vender produto indisponível e garantindo uma experiência consistente para os clientes.

6. Gestão fiscal e financeira adequada ao atacado

Empresas de distribuição lidam com complexidades fiscais, especialmente ao operar em múltiplos estados e regimes tributários. Um ERP orientado ao mercado brasileiro precisa manter-se atualizado quanto a legislação fiscal (ICMS, substituição tributária, IPI, PIS/COFINS, etc.) para emitir documentos fiscais corretamente. 

Sistemas robustos, como o TOTVS, já trazem essa inteligência fiscal sempre atualizada, reduzindo riscos de autuações. Além disso, um bom ERP controla comissões de vendedores e representantes de forma automática: você configura as regras (percentual por produto, faixas de meta, região, etc.) e o sistema calcula quanto cada vendedor tem a receber, sem planilhas à parte. 

No âmbito financeiro, o ERP integra contas a pagar/receber, fluxo de caixa e cobrança, permitindo que todas as vendas e compras reflitam diretamente no financeiro. Isso dá visibilidade total à saúde do negócio e evita surpresas no caixa. Em síntese, a solução deve atender às obrigações fiscais do segmento distribuidor e automatizar a gestão financeira e de comissionamento, poupando horas de trabalho manual todo mês.

7. Relatórios gerenciais e BI (Inteligência de Dados)

Por fim, mas não menos importante, o ERP para distribuidora deve oferecer relatórios abrangentes e em tempo real sobre as operações. Isso inclui análises de vendas (por região, canal, produto), giro de estoque, desempenho logístico (entregas no prazo, custos de frete) e rentabilidade por produto ou cliente. Ter esses indicadores à mão permite identificar oportunidades de melhoria e tomar decisões baseadas em fatos.

Alguns sistemas já contam com dashboards integrados de BI ou pelo menos possibilitam a extração dos dados para ferramentas como Power BI. Com essa inteligência de dados, o gestor atacadista consegue, por exemplo, detectar produtos de baixa saída para descontinuar, ou descobrir que determinado cliente representa a maior fatia do faturamento e merece atenção especial. Dados são ouro no atacado, e o ERP é a mina que centraliza essas informações.

Benefícios reais de um ERP na distribuição

Depois de conhecer as principais funcionalidades, fica claro como um ERP impacta positivamente a operação de uma distribuidora. Vejamos agora os benefícios práticos que empresas atacadistas costumam obter ao implementar um sistema de gestão integrado:

Operação mais ágil e eficiente

Tarefas manuais e repetitivas são automatizadas, reduzindo erros e retrabalho. Processos que antes demoravam horas (como faturar um pedido grande ou fazer conferência de estoque) agora acontecem em minutos. Isso aumenta a produtividade do time e libera os funcionários para focar em atividades mais estratégicas.

Melhor controle de estoque e menos rupturas

Com estoque atualizado em tempo real e alertas de reposição, a distribuidora diminui drasticamente situações de falta de produtos para vender. Empresas que adotaram ERP relataram redução significativa de rupturas de estoque e de perdas por validade vencida, já que o sistema ajuda a manter níveis ótimos de inventário.

Decisões guiadas por dados confiáveis

O ERP consolida todas as informações em uma única base, gerando relatórios precisos. Isso traz transparência total sobre vendas, custos e operações. Com acesso a indicadores atualizados, os gestores tomam decisões melhores, por exemplo, ajustam o mix de produtos ou identificam gargalos logísticos, com segurança e embasamento.

Satisfação do cliente e crescimento nas vendas

Quando os pedidos são atendidos corretamente e entregue no prazo, os clientes (que muitas vezes também são empresas, no caso de atacado) ficam mais satisfeitos e fiéis. Além disso, o ERP melhora o atendimento, pois sua equipe tem fácil acesso ao histórico de cada cliente, estoque disponível e status do pedido. O resultado é mais confiança e fidelização, o que tende a aumentar as vendas recorrentes. De acordo com levantamentos do setor, distribuidoras que implementam um ERP especializado chegam a aumentar as vendas em torno de 40% no primeiro ano e a reduzir custos operacionais em até 60%, graças aos ganhos de eficiência e integração dos processos.

Gestão profissionalizada e compliance

Um benefício muitas vezes intangível, mas comprovado, é o salto de maturidade de gestão que o ERP traz. Um estudo com 2.476 empresas do atacado distribuidor mostrou que negócios que utilizam um ERP possuem um nível de gerenciamento 7 pontos acima daqueles que não usam ou usam sistemas não integrados. 

Isso reflete na adoção de boas práticas operacionais, controles internos mais rígidos e cumprimento pleno das obrigações fiscais. Ou seja, a empresa fica pronta para escalar com bases sólidas, evitando o “caos” que costuma ocorrer quando se cresce sem sistemas adequados.

Em suma, implementar um ERP robusto transforma a gestão da distribuidora: elimina “apagamentos de incêndio” constantes, diminui custos ocultos (erros, retrabalhos, multas) e alavanca a qualidade do serviço prestado aos clientes. Não por acaso, empresas que investem em tecnologia de gestão ganham vantagem competitiva no mercado atacadista.

Como escolher o Melhor ERP para sua distribuidora

Diante de tantas opções no mercado, surge a dúvida: como escolher o ERP ideal para o seu negócio de distribuição? Confira alguns critérios e passos importantes na hora de avaliar as soluções:

Mapeie as necessidades do seu negócio

Comece listando quais problemas você quer resolver e quais funcionalidades são indispensáveis. Por exemplo, sua dor principal é controlar melhor o estoque multi-depósito? Integrar a força de vendas externa? Gerar relatórios de performance? Saber suas prioridades ajuda a focar em sistemas que atendam exatamente às suas demandas.

Busque soluções especializadas no setor

Dê preferência a fornecedores ou produtos com experiência em atacado e distribuição. Esses sistemas já trazem módulos prontos para gestão de pedidos volumosos, logística e peculiaridades fiscais do segmento, o que torna a implantação mais rápida e aderente à sua rotina. Por exemplo, um ERP genérico pode até ser adaptado, mas um ERP voltado a distribuidores provavelmente terá funcionalidades nativas que você precisa, sem gambiarra.

Escalabilidade e desempenho

Verifique se o ERP pretendido consegue acompanhar o crescimento da sua empresa. Escalabilidade é crucial, tanto em termos de quantidade de usuários/filiais quanto de volume de transações (pedidos, itens, notas). Um bom indicador é perguntar sobre casos de clientes maiores: o sistema suporta centenas de milhares de registros sem ficar lento? Está preparado para nuvem, acesso móvel, etc.? Escolha uma solução que não vá te limitar daqui a 2 ou 5 anos.

Suporte e atualização contínua

Implementar um ERP é um investimento de longo prazo, por isso o pós-venda é fundamental. Opte por fornecedores que ofereçam suporte dedicado em português, com SLA rápido, e que liberem atualizações frequentes (incluindo ajustes fiscais conforme a lei muda). Você vai querer ter parceiros ao lado, não apenas um software. Referências de outros clientes são valiosas aqui: busque saber se o suporte resolve mesmo os problemas e se a empresa fornecedora está comprometida com melhoria constante do produto.

Custo-benefício e ROI

Analise o custo total de cada opção (licença, implementação, treinamentos e eventuais customizações). Ferramentas mais baratas podem sair caro se não atenderem direito, ao passo que uma solução robusta tende a se pagar em eficiência e redução de erros. 

Muitos fornecedores oferecem demonstrações ou até pilotos grátis, teste a usabilidade e envolva sua equipe nas avaliações. Lembre-se de considerar o retorno sobre investimento (ROI): um ERP pode parecer um gasto alto inicialmente, mas se ele economizar 20 horas do seu time por semana e aumentar as vendas, logo o investimento se justifica.

Seguindo esses critérios, você estará mais preparado para identificar qual ERP encaixa melhor na sua distribuidora. E se restar dúvida, conte com especialistas (internos ou consultorias) para ajudar na seleção.

Principais sistemas ERP para distribuidoras no mercado

Para ter um panorama, vale conhecer algumas das soluções de ERP mais citadas quando o assunto é atacado e distribuição. Cada uma tem características próprias e públicos indicados:

TOTVS Protheus

Um dos ERPs mais utilizados por empresas de médio e grande porte no Brasil, incluindo muitas distribuidoras. Destaca-se pela robustez e aderência fiscal, cobrindo bem as exigências tributárias de diferentes estados. O Protheus é bastante flexível em customizações e integrações, por exemplo, é possível integrá-lo a portais de vendas B2B ou aplicativos móveis, algo que a Logos Technology já implementou para clientes do setor de distribuição. 

Por ser um sistema amplo, geralmente requer uma consultoria experiente na implantação (a consultoria TOTVS Protheus da Logos pode ajudar nesse processo com eficiência). Em troca, você obtém uma solução sólida, escalável e com suporte de uma grande fabricante nacional.

SAP Business One

ERP da gigante SAP voltado a pequenas e médias empresas. Em distribuidoras de maior porte ou com operação internacional, o Business One pode ser considerado. Ele oferece módulos completos de vendas, estoque e finanças, porém costuma necessitar de complementos para atender 100% da parte logística (como roteirização ou gestão de entregas). O custo tende a ser mais elevado e a implementação mais complexa, mas traz a credibilidade SAP e uma interface moderna.

Sistemas especializados locais

Existem softwares ERPs nacionais focados especificamente no segmento atacadista-distribuidor. Um exemplo é o WinThor (da PC Sistemas, hoje parte da TOTVS), muito forte em distribuidoras de alimentos e bebidas. Há também soluções como Ion Sistemas (especializada em força de vendas para distribuidores) e Consinco (tradicional em atacados de grande porte). Essas ferramentas de nicho podem oferecer ótima aderência em determinados aspectos (às vezes já vêm com roteirização, gestão de frotas, etc.), porém podem pecar em outros módulos ou em suporte, dependendo da abrangência da empresa fornecedora.

ERPs em nuvem para PMEs (Omie, Bling, etc.) 

Para distribuidoras menores ou iniciantes, sistemas 100% em nuvem como Omie e Bling se apresentam como opções de entrada. Eles são de rápido início, interface simples e mensalidades acessíveis. Cumprem bem funções básicas de gestão de estoque, vendas e emissão de notas, sendo indicados se a empresa ainda é pequena e não quer investir muito de início.

No entanto, à medida que o negócio cresce, podem surgir limitações, por exemplo, menor capacidade de personalização, módulos logísticos menos avançados e integração limitada com aplicações externas. De toda forma, são alternativas válidas no curto prazo, e a migração para ERPs mais robustos pode ocorrer posteriormente conforme o negócio se expande.

Dica: Independentemente do software escolhido, envolva sua equipe-chave no processo e planeje a implantação com cuidado. Cada ERP terá seus pontos fortes e fracos, o importante é escolher aquele que melhor se adapta ao seu porte, orçamento e necessidades específicas (não existe solução “uma-tamanho-serve-todos”).

E lembre-se: contar com uma consultoria de ERP experiente pode fazer toda diferença para adequar o sistema à realidade da sua distribuidora e garantir uma transição tranquila.

Dicas para implementar um ERP na distribuidora com sucesso

Escolhido o sistema, o desafio passa a ser implantar o ERP na empresa. Aqui vão algumas dicas para uma implementação bem-sucedida no contexto de distribuição:

Prepare seus dados cadastrais

Invista tempo na higienização de cadastros (produtos, clientes, fornecedores) antes da migração. Distribuidoras lidam com milhares de SKUs e muitas vezes informações desatualizadas ou duplicadas. Um cadastro limpo garante que o ERP funcione com dados corretos, evitando problemas como itens cadastrados em unidades diferentes ou códigos duplicados que travam vendas.

Treine a equipe e engaje todos os setores

Uma mudança de sistema impacta vendas, estoque, financeiro, logística… Portanto, envolva as equipes desde o início, explique os benefícios e ofereça treinamento adequado para cada área. Na distribuidora, em especial, atenção ao time do armazém (separadores, conferentes) e aos representantes comerciais, eles precisam entender como usar as novas ferramentas (coletor de dados integrado ao ERP, portal de pedidos, etc.). Quanto mais confortável o usuário estiver, mais rápido o ERP trará resultados.

Implante por fases e tenha suporte próximo

Em vez de tentar um big bang (ativar tudo de uma vez), pode ser prudente fazer a implantação em etapas. Por exemplo, comece implantando módulos de estoque e vendas integrados, depois finanças, depois logística avançada, etc. Assim, a equipe assimila aos poucos e corrige-se eventuais falhas com impacto menor. 

Durante as primeiras semanas de uso, garanta que haja suporte intensivo, consultores ou a TI interna acompanhando de perto, tirando dúvidas e ajustando parametrizações. Problemas iniciais resolvidos rapidamente evitam que os usuários desanimem ou criem “gambiarras” paralelas.

Customize quando necessário, mas com cautela

Cada distribuidora tem suas particularidades (políticas comerciais, formas de comissionamento, relatórios específicos). Um ERP de mercado pode não cobrir tudo de primeira, então é comum pensar em customizações. Faça-as se forem realmente agregar valor, mas procure usar ao máximo o padrão do sistema inicialmente.

Customizar demais pode complicar atualizações futuras e elevar custos. Muitas vezes, pequenas adaptações no processo interno resolvem sem precisar alterar o software. Foque em customizações estratégicas, e conte com profissionais certificados para desenvolvê-las de forma alinhada às boas práticas do ERP.

Seguindo essas dicas, sua distribuidora terá grandes chances de ver uma transição suave e colher os frutos do ERP mais rápido. Lembre-se de que a implantação não é um evento, e sim um projeto, requer planejamento, acompanhamento e ajustes até que tudo esteja rodando 100%. Com paciência e apoio especializado, logo o novo sistema será parte natural da rotina, impulsionando a eficiência em cada área do negócio.

Perguntas frequentes sobre ERP para distribuidoras

1. Qual é o melhor sistema ERP para distribuidora?

Não existe uma resposta única, o melhor ERP vai depender do porte da sua empresa, orçamento e necessidades específicas. Para pequenas distribuidoras, um sistema em nuvem mais simples pode dar conta do recado inicialmente. Já distribuidoras médias e grandes costumam preferir ERPs robustos e personalizáveis (como TOTVS Protheus, SAP ou similares) que cobrem todas as áreas e suportam alto volume transacional.

O importante é que o ERP escolhido seja aderente ao seu segmento (tenha recursos de estoque, pedidos, logística, fiscal etc. alinhados ao atacado) e seja escalável. Avalie os principais fornecedores e, se possível, converse com quem já usa as soluções para medir satisfação. Em caso de dúvida, consultorias especializadas em ERP podem orientar na escolha ideal para o seu caso.

2. Um ERP substitui a necessidade de WMS em uma distribuidora?

Depende da complexidade da sua operação. Muitos ERPs possuem módulos de estoque e expedição que cobrem funcionalidades básicas de WMS (Warehouse Management System), como controle de localidades, picking e inventários. Para distribuidoras de médio porte, isso pode ser suficiente. Porém, se sua operação logística for muito complexa (por exemplo, armazéns gigantes com milhares de posições, uso intenso de coletores RFID, cross-docking etc.), um WMS especializado pode ser necessário em complemento ao ERP.

A boa notícia é que ERPs robustos geralmente integram-se bem a WMS externos. Em resumo: para operações simples a moderadas, o ERP dá conta; para operações logísticas avançadas, um WMS integrado potencializa o controle. Avalie o custo-benefício conforme o tamanho do seu galpão e volume de movimentações.

3. ERP para distribuidora serve para empresas de pequeno porte?

Sim, hoje existem opções de ERP acessíveis inclusive para micro e pequenas distribuidoras. Mesmo que sua operação tenha um time enxuto e volume ainda modesto de pedidos, um sistema integrado ajuda a eliminar controles manuais em planilhas, evitar erros de digitação e profissionalizar a gestão desde cedo.

Ferramentas como Omie, Bling ou até versões simplificadas de ERPs maiores (com menos módulos) são voltadas para pequenas empresas, com custos compatíveis. O importante é escolher um ERP que cubra o básico que você precisa (estoque, vendas, notas fiscais, financeiro) sem exageros, e que seja fácil de usar. Assim, até um pequeno atacadista pode se beneficiar de organização e eficiência de um ERP, e já fica preparado para crescer sem caos.

4. Quanto custa implementar um ERP em uma distribuidora?

O custo pode variar bastante conforme a solução escolhida e o escopo do projeto. De forma geral, existem dois modelos: licença perpétua (você compra o software) ou SaaS em nuvem (você paga assinaturas mensais por usuário). No modelo de compra, há um investimento inicial alto (que pode ir de algumas dezenas a centenas de milhares de reais para ERPs robustos), mais custos de infraestrutura e manutenção. 

Já no modelo SaaS, o investimento inicial é menor ou zero, mas há mensalidades por usuário (por exemplo, R$200 a R$500 mensais por usuário, dependendo do sistema). Além disso, considere custos de implantação, serviços de consultoria, treinamento e possíveis customizações , que também podem variar conforme a complexidade (podendo equivaler de 1x até 3x o valor do software).

Embora pareça caro, lembre que um ERP bem implementado tende a se pagar através dos ganhos que proporciona (eficiência, redução de erros, mais vendas). Muitas empresas recuperam o investimento em um ou dois anos graças às economias e melhorias obtidas. Faça um planejamento financeiro, peça propostas detalhadas dos fornecedores e coloque na ponta do lápis o retorno esperado.

5. Quanto tempo leva para implementar um ERP na distribuidora?

O tempo de projeto também varia, mas para dar uma ideia: uma implantação de ERP em distribuidora de médio porte costuma levar de 3 a 6 meses em média, do chute inicial ao go-live. Projetos menores (por exemplo, migrar para um ERP em nuvem com poucos usuários) podem ser concluídos em semanas, enquanto projetos maiores (ERP robusto com muitos módulos e integrações) podem levar de 6 a 12 meses.

A duração depende do número de módulos ativados (vendas, estoque, financeiro, logística, etc.), da quantidade de customizações necessárias e do nível de preparação dos dados e da equipe. Uma dica é fatiar a implantação em fases, como mencionado antes, assim você já colhe benefícios de alguns módulos em 2-3 meses enquanto continua implementando os demais. Com uma boa consultoria e comprometimento interno, é possível cumprir prazos e evitar que o projeto se arraste.

Lembre-se de que urgência excessiva também não é amiga: implantar às pressas pode gerar falhas. O ideal é um cronograma realista, com treinamento adequado, para que ao entrar no ar o sistema funcione bem e todos saibam utilizá-lo.

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ERP para Distribuidora: atendimento

Um ERP para distribuidora é muito mais que um software, é uma solução estratégica que conecta vendas, estoque, entregas e finanças em uma mesma plataforma, trazendo controle, velocidade e inteligência para o seu negócio. Como vimos, ao integrar todos os processos, o ERP elimina gargalos e oferece informações valiosas em tempo real, permitindo que você gerencie a operação atacadista com uma precisão e eficiência impossíveis de se alcançar com planilhas ou sistemas isolados.

Em um mercado tão competitivo quanto o de distribuição, contar com essa tecnologia faz toda a diferença. Significa evitar estoques descontrolados, entregas atrasadas e clientes insatisfeitos. Significa também poder crescer sem perder a qualidade, afinal, com processos automatizados e dados confiáveis, sua empresa pode aumentar o volume de pedidos atendidos sem cair no caos administrativo. Os resultados aparecem rapidamente: custos menores, decisões mais acertadas e clientes mais fiéis.

Pronto para elevar sua distribuidora a outro nível? Conte com a experiência da Logos Technology para encontrar e implantar o ERP ideal para o seu negócio. Somos uma consultoria homologada à TOTVS, especialistas em projetos de ERP para atacado e distribuição. Vamos ajudar você desde a escolha da solução mais adequada até a customização e suporte pós-implantação, assegurando que sua empresa colha todos os benefícios dessa transformação. Fale agora com nossos especialistas e descubra na prática como um ERP pode revolucionar sua distribuidora. Seus processos integrados e o crescimento sustentável do seu negócio agradecem!

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