Logos Technology https://logostechnology.com.br/ Consultoria Especializada no Sistema de Gestão TOTVS e Mobilidade para Automação de Processos Wed, 19 Nov 2025 18:53:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://logostechnology.com.br/wp-content/uploads/2022/03/favicon.png Logos Technology https://logostechnology.com.br/ 32 32 TOTVS Protheus vs RM vs Datasul: comparativo completo e qual ERP escolher https://logostechnology.com.br/totvs-protheus-rm-datasul/ Wed, 19 Nov 2025 18:53:42 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5884 A TOTVS é líder no mercado brasileiro de software de gestão empresarial, atendendo milhares de empresas em diversos setores. Não por acaso, a TOTVS detém cerca de 65% do market share entre as pequenas e médias empresas no país. Dentre suas soluções de ERP, três nomes se destacam: TOTVS Protheus, TOTVS RM e TOTVS Datasul. […]

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A TOTVS é líder no mercado brasileiro de software de gestão empresarial, atendendo milhares de empresas em diversos setores. Não por acaso, a TOTVS detém cerca de 65% do market share entre as pequenas e médias empresas no país. Dentre suas soluções de ERP, três nomes se destacam: TOTVS Protheus, TOTVS RM e TOTVS Datasul. Esses três sistemas fazem parte do portfólio TOTVS e, embora sejam todos ERP robustos, cada um tem origens e focos diferentes. Muitas empresas que decidem investir em um ERP TOTVS ou que já utilizam um desses sistemas ficam em dúvida sobre qual deles é mais adequado para seu negócio.

De forma resumida, o Protheus é conhecido pela flexibilidade e ampla presença em indústrias e serviços, o RM se destaca na gestão de pessoas (RH) e educação, e o Datasul é tradicional em ambientes industriais complexos. Neste artigo, vamos explorar em detalhes as características de cada sistema, comparar TOTVS Protheus vs RM vs Datasul em pontos-chave e orientar você na escolha do ERP TOTVS ideal para a sua empresa.

TOTVS Protheus: flexibilidade e abrangência

O TOTVS Protheus é o ERP carro-chefe da TOTVS e o mais utilizado no Brasil, presente em mais de 30 mil empresas de diversos portes. Ele foi originalmente desenvolvido pela Microsiga (empresa que deu origem à TOTVS) e, ao longo das décadas, evoluiu para um sistema extremamente abrangente e personalizável. O Protheus atende praticamente todos os setores, indústria, comércio, serviços, agronegócio, logística, construção, entre outros, graças à sua estrutura modular. Isso significa que a empresa pode habilitar apenas os módulos necessários e expandir conforme o crescimento ou novas demandas.

Alguns pontos fortes do TOTVS Protheus incluem:

  • Altamente customizável e flexível: permite adaptações profundas via linguagem ADVPL, adequando-se aos processos específicos de cada empresa.
  • Grande variedade de módulos integrados: financeiro, fiscal, compras, vendas, estoque, produção, RH, projetos, entre muitos outros, cobrindo de ponta a ponta da gestão empresarial.
  • Comunidade e suporte amplos: por ser muito difundido, há vasta disponibilidade de consultorias e especialistas em Protheus no mercado, facilitando suporte e melhorias contínuas.
  • Integração facilitada: oferece APIs e ferramentas para integrar com outras plataformas (BI, e-commerce, CRM, etc.), ampliando suas funcionalidades.
  • Evolução constante: recebe atualizações frequentes da TOTVS, incorporando novas tecnologias (por exemplo, melhorias de UX e recursos inteligentes nas versões mais recentes) e mantendo conformidade legal automática (SPED, eSocial, Reforma Tributária, etc.).

Em resumo, o Protheus é um ERP completo e versátil, ideal para empresas que buscam uma solução robusta “tudo-em-um”. Ele brilha em cenários onde a empresa precisa integrar múltiplas áreas e valoriza a liberdade de customização. Não é à toa que o Protheus seja chamado de “ERP mais usado no Brasil”, sua flexibilidade e aderência às exigências fiscais nacionais o tornam uma escolha popular para negócios que querem eficiência sem abrir mão de personalização.

(Para se aprofundar: confira nosso guia O que é TOTVS Protheus? Conheça o ERP mais usado no Brasil, com detalhes sobre seus módulos e benefícios.)

TOTVS RM: especialista em gestão de pessoas e processos administrativos

O TOTVS RM (também chamado de TOTVS Backoffice – Linha RM) é outro ERP importante da TOTVS, porém com foco diferenciado. Sua origem remonta à antiga empresa RM Sistemas, adquirida pela TOTVS nos anos 2000. Tradicionalmente, o RM se destacou em módulos de Recursos Humanos (RH), tanto que muitos o reconhecem pelos nomes de módulos como RM Labore (Folha de Pagamento), RM Chronus (Ponto Eletrônico) e RM Vitae (Gestão de Pessoas). Além do RH, ao longo do tempo o RM expandiu para abranger áreas financeiras, estoque, projetos, educação e saúde, entre outras, mas ele conserva uma vocação forte para gestão de pessoas e segmentos específicos como educacional.

Entre os diferenciais e pontos fortes do TOTVS RM, podemos citar:

  • Referência em gestão de RH: oferece funcionalidades avançadas para folha de pagamento, controle de ponto, treinamento & desenvolvimento, avaliação de desempenho e todas as rotinas trabalhistas. É altamente aderente à legislação trabalhista brasileira, facilitando a compliance.
  • Atende segmentos de Educação e Saúde: dispõe de módulos especializados para gestão acadêmica (escolas, faculdades), controle de matrículas, notas, financeiro escolar, e para gestão hospitalar, prontuários, agendamentos, faturamento de convênios, etc., que poucos ERPs generalistas cobrem tão bem.
  • Integração nativa entre módulos: todos os sistemas da linha RM (RH, Educacional, Financeiro, etc.) foram feitos para “conversar” perfeitamente, garantindo que os departamentos administrativos estejam integrados sem retrabalho.
  • Interface moderna e usabilidade: o RM, em suas versões atuais, utiliza arquitetura .NET com interface mais amigável (janelas Windows e web) e relatórios ajustáveis, o que facilita a curva de aprendizado em áreas administrativas.
  • Atualizações contínuas e aderência legal: a TOTVS mantém a linha RM atualizada frequentemente. Por exemplo, releases recentes trouxeram novidades em automação de ponto eletrônico e integração com o eSocial. Assim, o sistema permanece moderno e em dia com obrigações fiscais e regulatórias relevantes.

Em suma, o TOTVS RM é indicado especialmente para organizações que precisam de profundidade em módulos de RH ou atendem a nichos como educação, saúde e gestão de projetos. Empresas com grande quadro de funcionários ou demandas complexas de folha/ponto costumam se beneficiar muito do RM. Vale destacar que ele também pode ser utilizado de forma integrada ao Protheus em alguns casos, por exemplo, usar o Protheus no backoffice geral e adotar módulos do RM para o departamento de pessoal ou acadêmico, aproveitando o melhor de cada solução.

(Para saber mais sobre as capacidades do RM, veja nosso artigo TOTVS RM: O que é, funcionalidades e para quem é indicado.)

TOTVS Datasul: robusteza para processos industriais

O TOTVS Datasul é um ERP com DNA industrial. Sua história começa na empresa Datasul, bastante forte no sul do Brasil, que foi incorporada pela TOTVS em 2008. O Datasul existe há bastante tempo, lançado originalmente em 1986, foi um dos primeiros ERPs desenvolvidos no Brasil. Ele conquistou uma base sólida especialmente em indústrias de médio e grande porte, incluindo segmentos como manufatura discreta, indústria de alimentos, químico/farmacêutico e outros setores complexos. Muitas empresas adotaram o Datasul nos anos 1990 e 2000 para gerenciar chão de fábrica, cadeia de suprimentos e custos de forma integrada.

Os pontos fortes do TOTVS Datasul tradicionalmente são:

  • Gestão detalhada de produção (chão de fábrica): o Datasul possui recursos robustos de planejamento e controle da produção (PCP), integração com engenharia de produto (BOM), apontamento de ordens de fabricação e rastreabilidade completa do processo produtivo. É muito apreciado por engenheiros e gestores industriais por esse nível de controle.
  • Controle avançado de custos e logística: permite acompanhamento fino dos custos de manufatura, cálculo de custo padrão, médio, FIFO etc., e tem módulos para gestão de estoques, MRP e cadeia de suprimentos adequados a operações industriais de larga escala.
  • Estabilidade e confiabilidade: por ser um sistema maduro, o Datasul se caracteriza pela estabilidade em ambientes de missão crítica. Muitas indústrias que operam 24/7 confiam no Datasul pela sua consistência e performance em operações volumosas.
  • Compliance em segmentos específicos: inclui funcionalidades voltadas a setores regulados, por exemplo, rastreabilidade lote a lote (importante em alimentício e farmacêutico) e controle de qualidade integrado ao processo. Essas capacidades atenderam necessidades que outros ERPs genéricos às vezes só conseguiam via customizações.
  • Base instalada com conhecimento setorial: apesar de hoje a comunidade de Datasul ser menor que a do Protheus, ainda existe uma rede de usuários e especialistas principalmente nas regiões onde ele foi forte. Esse conhecimento compartilhado, em fóruns e eventos regionais, ajuda empresas usuárias do Datasul a otimizar o sistema dentro de suas particularidades industriais.

Atualmente, o TOTVS Datasul é mais comum em empresas industriais tradicionais que já utilizavam o sistema há anos. Ele continua sendo suportado e atualizado em requisitos legais pela TOTVS (como atualização de impostos, por exemplo), porém recebe menos novas funcionalidades de inovação comparado ao Protheus e ao RM. A própria TOTVS tem direcionado muitos clientes de Datasul a avaliarem migração para outras linhas conforme suas estratégias de longo prazo. 

De modo geral, para novos projetos de ERP, a TOTVS costuma posicionar o Protheus ou o RM (ou outras linhas TOTVS mais atuais, como Logix ou Fluig integrados) em vez do Datasul. Este permanece uma solução sólida para quem precisa de robustez industrial, mas vale ponderar o futuro e disponibilidade de recursos especializados antes de optar por ele numa implantação do zero.

Comparativo: diferenças entre TOTVS Protheus, RM e Datasul

Agora que entendemos a essência de cada ERP, vamos compará-los diretamente em alguns critérios-chave. A tabela abaixo resume as principais diferenças e enfoques do Protheus, RM e Datasul:

CritérioTOTVS ProtheusTOTVS RMTOTVS Datasul
Segmentos atendidosAbrangente: atende indústria, serviços, varejo, agronegócio, saúde, projetos, etc. (solução multi-setorial).Nichos administrativos: forte em RH, educação, saúde, construção, jurídico, mas também atende finanças e operações gerais.Verticalizado em indústrias: manufatura, logística, distribuição de larga escala, setores como alimentos, químico, manufatura discreta.
Porte de empresa alvoEmpresas de médio a grande porte principalmente, mas também adotado por pequenas em crescimento (alta escalabilidade).Empresas médias e grandes com demandas específicas nas áreas-foco (ex.: grande folha de pagamento, rede de escolas, hospital de porte).Médias e grandes indústrias estabelecidas; muito presente em empresas tradicionais com plantas múltiplas e operações complexas.
Pontos fortesFlexibilidade e amplitude de módulos; customização ilimitada; grande comunidade de suporte; ótima aderência fiscal e local.Especialização em processos de RH e segmentos específicos; módulos dedicados (Folha, Acadêmico, Saúde); interface moderna e integração nativa entre módulos RM.Robustez operacional em fábrica; profundo controle de produção e custos; bom para processos industriais integrados; reconhecido pela estabilidade em ambientes críticos.
Tecnologia e ArquiteturaPlataforma Protheus (AdvPL) própria da TOTVS; pode usar bancos de dados diversos (MS SQL, Oracle, etc.); normalmente instalado on-premise ou TOTVS Cloud; vasta biblioteca de customizações desenvolvidas pela comunidade.Desenvolvido em .NET/SQL nas versões atuais; arquitetura cliente-servidor e web; integra-se bem ao TOTVS Fluig e apps mobile da TOTVS; interface similar a aplicativos Windows para módulos backoffice.Base histórica em banco Progress com interface tradicional (cliente rico); ao longo do tempo ganhou camadas web, mas mantém estrutura legada; menos flexível para customização (necessita conhecimento específico Progress/TL).
Situação atual e futuroEm evolução contínua: é o ERP flagship da TOTVS, com lançamentos frequentes de releases (ex.: série 12.1.x) incorporando melhorias tecnológicas e novas funcionalidades. Grande foco da TOTVS em mantê-lo competitivo e atualizado (incluindo roadmap para nuvem e novas plataformas).Linha mantida e ativa: TOTVS continua investindo no RM, sobretudo nos módulos de destaque (RH, Educacional, etc.). Novas versões atendem mudanças legais (ex.: eSocial) e trazem inovações pontuais. Deve seguir relevante para empresas que precisam de suas soluções especializadas.Produto em manutenção: recebe atualizações legais e de segurança, porém poucas inovações de produto. A TOTVS tem incentivado gradualmente a migração de clientes Datasul para outras linhas mais modernas. A longo prazo, a expectativa é que o Datasul tenha papel cada vez menor nas novas implantações, servindo mais a base instalada.

Interpretação: Podemos notar que Protheus e Datasul têm sobreposição no atendimento à indústria, porém o Protheus se sobressai hoje em versatilidade e inovação, enquanto o Datasul permanece forte em requisitos industriais específicos de clientes legados. 

Já o RM cobre áreas que os outros dois não aprofundam tanto, como gestão de pessoal e educação. Em tecnologia, cada um nasceu em uma plataforma diferente, Protheus em ADVPL próprio, RM em tecnologias Microsoft, Datasul em Progress, isso influencia a experiência de uso e a facilidade de encontrar profissionais. 

Além disso, o ecossistema de parceiros TOTVS é maior em Protheus (devido à popularidade) e razoável em RM, mas vem diminuindo em Datasul conforme menos novos projetos surgem nesse último.

 TOTVS Protheus vs RM vs Datasul (1)

Qual ERP TOTVS escolher? (Protheus, RM ou Datasul)

Diante das diferenças, como decidir qual sistema TOTVS é o mais indicado para sua empresa? A escolha dependerá de uma análise das necessidades específicas, do segmento de atuação e da estrutura de TI da organização. Aqui vão algumas diretrizes gerais para ajudar na decisão:

Quando optar pelo TOTVS Protheus?

Escolha o Protheus se a sua empresa busca um ERP abrangente, personalizável e com amplo suporte no mercado. Cenários ideais incluem:

  • Empresa multi-setor ou em crescimento acelerado: Se você precisa de um sistema que acompanhe a evolução do negócio e integre muitas áreas diferentes, o Protheus oferece módulos para praticamente tudo, com a flexibilidade de ligar/desligar conforme necessário. Por exemplo, uma indústria que também possui operações de varejo e serviços adicionais conseguiria gerenciar tudo dentro do Protheus.
  • Necessidade de customizações específicas: O Protheus é famoso por “se moldar” ao negócio. Se há processos muito particulares na empresa, regras de negócio exclusivas ou integrações complexas com softwares legados, as chances são que no Protheus isso seja viável via desenvolvimento (por parceiros ou equipe interna). Ele dá liberdade para adaptar telas, relatórios, fluxos e até criar rotinas novas dentro do ERP, algo mais limitado nos outros.
  • Busca por longevidade e comunidade: Por ser o ERP mais difundido da TOTVS, escolher o Protheus traz certa tranquilidade de longevidade, a TOTVS deve mantê-lo no portfólio por muitos anos, sempre modernizando. Além disso, caso você precise de mão de obra ou consultoria, existe um mercado grande de profissionais Protheus. Isso reduz riscos de ficar sem suporte ou depender de poucos especialistas.
  • Exigência de compliance fiscal abrangente: Toda solução TOTVS atende a legislação brasileira, mas o Protheus costuma estar na vanguarda das atualizações fiscais e suporta cenários fiscais complexos, como operação em múltiplos estados, regimes tributários variados, etc. Empresas que operam nacionalmente ou tem estrutura tributária complexa podem preferir o Protheus pela bagagem fiscal consolidada.

Sendo assim, o Protheus é a escolha “curinga” para empresas que querem um ERP completo e adaptável a praticamente qualquer realidade. Para muitos negócios de médio-grande porte, ele representa o melhor custo-benefício em termos de amplitude de funções e segurança de investimento.

Quando optar pelo TOTVS RM?

Considere o RM se a necessidade principal do seu negócio recai na gestão de pessoas ou setores administrativos especializados, ou se você valoriza uma experiência de uso mais moderna nessas áreas. Situações em que o RM costuma ser a melhor escolha:

  • Organizações com gestão complexa de RH: Se a empresa possui um quadro grande de colaboradores, múltiplas filiais, diferentes convenções coletivas ou processos de RH detalhados (p. ex., administração de benefícios, turnos, avaliações periódicas, controles de ponto complexos), os módulos de Folha de Pagamento e Ponto Eletrônico do RM são muito robustos e podem atender melhor do que o módulo de RH do Protheus. O RM foi construído com foco em recursos humanos, então geralmente entrega mais nessa área (inclusive com compliance trabalhista sempre atualizado).
  • Instituições de ensino ou saúde: Uma faculdade, escola ou universidade vai encontrar no RM módulos acadêmicos prontos para gerir cursos, matrículas, histórico de notas, biblioteca, etc., algo que o Protheus não tem nativamente. Hospitais e clínicas, por sua vez, contam com funcionalidades de gestão hospitalar no RM (prontuário, agendamento, faturamento SUS/convênios). Nesses casos, o RM já traz know-how setorial que evitará customizações extensas. Inclusive, muitas instituições de ensino e saúde de grande porte adotam o RM exatamente por essa aderência específica.
  • Empresas de médio porte que queiram módulos integrados prontos: Se seu foco não é tanto customizar o ERP, mas sim ter processos padronizados com melhores práticas (especialmente na retaguarda administrativa), o RM pode ser atrativo. Ele entrega um pacote coeso de Financeiro+Contábil+Fiscal+Compras integrado, com boa usabilidade, que atende bem empresas de médio porte que precisam organizar a casa sem inventar moda. Além disso, a contratação do RM pode ser modular e até por assinatura, rodando na nuvem, o que traz custo previsível e menos necessidade de infraestrutura local.
  • Integração com soluções TOTVS específicas: Caso sua empresa planeje usar também produtos como o TOTVS Fluig (plataforma de colaboração e ECM) ou o TOTVS Meu RH (portal do colaborador), o RM muitas vezes se integra de forma mais nativa a essas soluções. Claro que o Protheus também se conecta, mas como o Fluig e aplicativos TOTVS foram muito implantados em clientes RM, a sintonia pode ser um pouco mais fina nesse ecossistema.

Em resumo, o RM é indicado quando o “coração” da gestão está em pessoas ou projetos administrativos. Ele brilha em nichos onde a TOTVS incorporou um conhecimento diferenciado (ex.: RH avançado, gestão educacional) e pode ser a opção mais eficiente nesses casos. Para empresas médias, ele oferece soluções prontas com profundidade, quase um ERP “especialista” dentro do universo TOTVS.

E o TOTVS Datasul, ainda vale a pena?

Se você é um cliente atual do Datasul e está satisfeito, não há motivo para pânico: o sistema continua funcional e suportado. Porém, para novos compradores de ERP, o Datasul hoje raramente é a primeira opção recomendada. Então, em que situação faz sentido falar em Datasul?

  • Empresas que já utilizam o Datasul há muito tempo: Se sua companhia já tem o Datasul implementado e ajustado aos processos, e ele vem atendendo bem, você pode continuar utilizando no curto/médio prazo. A TOTVS continua fornecendo suporte e atualizações legais. Contudo, é importante ter em mente um plano de evolução: muitos gestores nessa posição começam a avaliar migração para o Protheus no futuro próximo, para evitar ficar em um ambiente potencialmente defasado tecnologicamente.
  • Necessidades industriais muito específicas onde o Datasul tem diferencial: Há casos isolados onde o Datasul possui uma funcionalidade única ou customização feita sob medida, crítica para a operação. Nessa situação, migrar para outro ERP poderia exigir refazer customizações complexas. Então, a empresa pode optar por seguir com o Datasul por mais algum tempo, enquanto mapeia como replicar essas funcionalidades em outro sistema. Novamente, é uma estratégia temporária, a maioria das funcionalidades do Datasul possui equivalente ou solução similar no Protheus (ou até no RM ou Logix), então é questão de planejamento migratório.
  • Políticas ou restrições internas de TI: Algumas organizações, por política, preferem manter aplicativos legados até o limite, seja por já terem comprado licenças perpétuas no passado ou por restrições de integração. Nesses casos, pode-se postergar a troca do Datasul. Todavia, deve-se considerar o custo de oportunidade, o time de TI pode acabar gastando muito esforço para manter algo que outras plataformas fariam melhor e mais barato hoje.

De modo geral, o Datasul vale a pena apenas em cenários bem particulares, e normalmente para quem já é usuário. Para novos projetos, é recomendável olhar para as outras linhas TOTVS. A TOTVS, inclusive, possui programas de migração assistida para clientes Datasul que desejam ir para o Protheus ou RM, minimizando transtornos. 

Essa migração pode trazer benefícios como interface renovada, mais recursos nativos e maior perspectiva de evolução do sistema. Se a sua empresa está no Datasul e em dúvida sobre migrar, vale buscar uma consultoria especializada para fazer um diagnóstico, muitas vezes, migrar pode reduzir custos de manutenção e abrir possibilidades (por exemplo, usar recursos mobile ou analytics integrados, que no Datasul são limitados).

Ainda em dúvida? Fale com a LOGOS e acerte na escolha do ERP

Não existe um “vencedor absoluto” entre Protheus, RM e Datasul, o melhor ERP TOTVS será aquele que mais se alinha aos objetivos e características do seu negócio. O Protheus tende a ser a escolha número 1 para a maioria das empresas de médio e grande porte, pela sua versatilidade e forte evolução tecnológica nos últimos anos. Já o RM é praticamente imbatível quando a demanda central é gestão de RH ou processos de nicho como educação, podendo inclusive complementar o Protheus em ambientes híbridos. E o Datasul, embora esteja saindo de cena aos poucos, ainda cumpre seu papel em indústrias tradicionais que precisam de estabilidade e têm operações muito particulares, mas é preciso planejar inovação a longo prazo.

Para tomar a decisão, recomendamos: mapeie os processos críticos da sua empresa e identifique em qual sistema eles seriam melhor atendidos. Considere também a disponibilidade de especialistas e o horizonte futuro, onde sua empresa quer estar em 5 ou 10 anos, e qual ERP pode acompanhar essa jornada. Lembre-se de que, mais importante que o software em si, é contar com uma implantação bem-feita e um parceiro de confiança para extrair o máximo da ferramenta.

Precisa de ajuda para escolher ou migrar seu ERP TOTVS? Conte com a nossa experiência. Somos parceiros homologados à TOTVS e já implementamos todas essas linhas de produto. Podemos avaliar o seu cenário e indicar a melhor solução de forma isenta, além de cuidar de todo o projeto (implantação ou migração) com segurança. Fale com nossos consultores e dê o próximo passo para elevar a gestão da sua empresa com o ERP ideal!

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ERP na nuvem ou local: diferenças, vantagens e qual a melhor opção https://logostechnology.com.br/erp-nuvem-vs-local/ Wed, 19 Nov 2025 18:47:24 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5877 Você está em dúvida entre implementar um ERP na nuvem ou manter um ERP local (on-premise)? Essa decisão estratégica impacta diretamente os custos de TI, a segurança dos dados e a flexibilidade do seu sistema de gestão. Nos últimos anos, muitas empresas tradicionais migraram seus ERPs do servidor interno para ambientes em nuvem, inclusive clientes […]

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Você está em dúvida entre implementar um ERP na nuvem ou manter um ERP local (on-premise)? Essa decisão estratégica impacta diretamente os custos de TI, a segurança dos dados e a flexibilidade do seu sistema de gestão. Nos últimos anos, muitas empresas tradicionais migraram seus ERPs do servidor interno para ambientes em nuvem, inclusive clientes de ERP TOTVS Protheus que avaliam a assinatura do TOTVS Cloud.

Mas será que sistema ERP em nuvem é sempre melhor? Ou ainda há casos em que o ERP local faz mais sentido? Neste guia completo, vamos comparar ERP cloud vs local em detalhe, mostrando as diferenças, vantagens e desvantagens de cada modelo. Você vai entender como cada opção funciona, ver exemplos práticos e receber recomendações para escolher o ERP ideal para a sua empresa. Preparado para descobrir qual é a melhor opção, ERP na nuvem ou local? Vamos lá!

ERP na Nuvem e ERP Local: entendendo as diferenças

Antes de comparar pontos específicos, é importante definir claramente o que significa um ERP “na nuvem” versus um ERP “local”:

ERP na Nuvem (Cloud ERP)

É um sistema de gestão hospedado em servidores externos (data centers na internet) e acessado online, geralmente oferecido no modelo SaaS (Software as a Service). Isso significa que a empresa usuária não precisa instalar o ERP em servidores próprios,  basta contratar o serviço e utilizá-lo via internet, normalmente pagando uma assinatura mensal ou anual. Toda a infraestrutura física, manutenção, backups e atualizações ficam a cargo do fornecedor ou provedor de cloud. 

Exemplo: o TOTVS Protheus pode rodar na nuvem da TOTVS (TOTVS Cloud), em que a TOTVS hospeda e gerencia o ambiente para o cliente. Em um ERP cloud, você acessa o sistema de qualquer lugar, precisando apenas de conexão à internet e navegador (ou app).

ERP Local (On-Premise)

É o sistema de gestão instalado dentro da infraestrutura da empresa, em servidores e hardware próprios ou alugados, normalmente nas dependências da organização ou em um data center privado. Nesse modelo tradicional, a empresa compra licenças do ERP e instala o software localmente, assumindo responsabilidade por manter servidores, banco de dados, rede, segurança e atualizações. 

Em outras palavras, todo o controle do ambiente fica com a equipe de TI interna. Muitas empresas no Brasil operam ERPs locais há anos, por exemplo, clientes que rodam TOTVS Protheus em um servidor físico no escritório ou em máquinas virtuais do próprio departamento de TI. O ERP on-premise geralmente envolve um investimento inicial maior em infraestrutura e requer uma equipe ou parceiro para gerenciá-lo no dia a dia.

Resumindo: A diferença central está em onde o ERP é hospedado e quem cuida da infraestrutura. No ERP local, tudo fica “dentro de casa”, a empresa compra e mantém os servidores e instala o sistema ali. No ERP em nuvem, o sistema fica hospedado remotamente, e você utiliza via internet, terceirizando a infraestrutura. Isso traz implicações enormes em custo, manutenção, segurança e flexibilidade, como veremos a seguir.

Principais diferenças: comparativo entre ERP Cloud e ERP Local

Vamos comparar os dois modelos em pontos-chave para entender seus prós e contras. A tabela abaixo resume as principais diferenças entre um ERP em nuvem e um ERP on-premise:

AspectoERP na Nuvem (Cloud)ERP Local (On-Premise)
Investimento InicialBaixo CAPEX – não exige comprar servidores nem licenças perpétuas. Modelo de pagamento por assinatura (OPEX), diluído mensalmente.Alto CAPEX – requer compra de licenças, servidores e infraestrutura própria. Grande investimento inicial em hardware e implantação.
Custos RecorrentesMensalidade fixa – despesas operacionais previsíveis, incluem manutenção, suporte e updates. Sem surpresas de hardware.Manutenção própria – custos contínuos com equipe de TI, energia, upgrades de hardware e suporte. Pode haver gastos imprevisíveis (peças, falhas).
Infraestrutura & TITerceirizada – toda a infraestrutura física (servidores, storage, backups) é fornecida pelo provedor em nuvem. A empresa não precisa ter data center nem cuidar de servidores.Própria – a empresa deve disponibilizar espaço físico, servidores, rede e ar-condicionado para hospedar o ERP. Necessita equipe de TI para gerenciar e monitorar esses recursos 24/7.
Atualizações do SistemaAutomáticas – o fornecedor aplica atualizações e patches regularmente no ambiente cloud, mantendo o ERP na última versão sem esforço do cliente. Sempre em dia com melhorias e obrigações legais.Manuais – a equipe de TI ou consultoria precisa instalar atualizações periodicamente. Muitas empresas demoram ou evitam atualizar por receio de indisponibilidade, ficando com versões defasadas.
Segurança de DadosData center profissional – provedores cloud investem pesado em segurança física e digital (firewalls, criptografia, monitoramento 24×7). Dados ficam protegidos em ambientes redundantes. A responsabilidade da segurança é compartilhada, mas grande parte recai no fornecedor.Controle interno total – dados permanecem dentro da empresa. A segurança depende dos recursos e políticas internas: pode ser personalizada, porém exige expertise. Há risco de falhas humanas ou limitações orçamentárias comprometerem a proteção (ex.: backup malfeito, falta de redundância).
Acesso e MobilidadeAcesso de qualquer lugar – por estar online, usuários podem usar o ERP remotamente via internet, em matriz, filiais, home office ou viagem. Ideal para empresas distribuídas e equipes externas, pois basta um navegador seguro.Acesso local ou VPN – geralmente o uso pleno é restrito à rede interna ou via configurações especiais (VPN/Terminal Server) para acesso remoto. Menos prático para times em campo e multi-unidades, a não ser que a empresa invista em soluções de acesso remoto seguras.
Personalização e ControleAmbiente padronizado – em ERPs 100% SaaS a infraestrutura é gerenciada pelo fornecedor, então há menos liberdade para customizar servidor, banco de dados ou atrasar updates. Muitas customizações no software ainda são possíveis via configurações e APIs, mas com limites para manter a estabilidade do serviço.Ambiente sob medida – total liberdade para configurar servidores, banco de dados e customizações profundas no código do ERP (especialmente em soluções como TOTVS Protheus). A empresa decide quando atualizar e pode integrar ferramentas de modo mais direto no banco de dados. Em contrapartida, assume os riscos dessas alterações.
Escalabilidade e DesempenhoElástica – se precisar de mais desempenho (CPU, memória, armazenamento), basta solicitar ao provedor ou mudar de plano. O ambiente cloud se ajusta rapidamente conforme a demanda, sem compra de novo hardware. Picos de uso são atendidos com alocação dinâmica de recursos.Limitada pelo hardware – o desempenho máximo é aquele suportado pelos servidores adquiridos. Crescimento exige comprar e instalar novos servidores ou upgrades, o que demanda tempo e capital. Em momentos de pico, se a capacidade esgotar, o sistema pode ficar lento até a empresa investir em expansão.
Confiabilidade e BackupAlta disponibilidade – data centers cloud oferecem redundância de componentes e backup automatizado. Se um servidor falha, outro assume; se houver desastre, há planos de recuperação. O provedor garante SLAs de uptime (às vezes 99% ou mais) e rotinas de backup robustas.Depende da empresa – é responsabilidade interna implementar redundância (servidor backup, cluster) e rotinas de backup off-site. Pequenas empresas muitas vezes operam com um único servidor; se ele falhar ou houver sinistro (incêndio, roubo), o ERP fica indisponível até restauração manual, implicando maior risco de downtime prolongado.

Perceba que não há um “vencedor absoluto”, cada modelo apresenta vantagens em certos quesitos e desvantagens em outros. A seguir, vamos nos aprofundar nos benefícios específicos de cada abordagem e entender por que muitas empresas estão migrando para a nuvem, enquanto algumas ainda preferem manter o ERP local.

Vantagens do ERP na Nuvem (Cloud ERP)

Optar por um ERP em nuvem traz diversos benefícios notáveis, especialmente para empresas que buscam agilidade e redução de complexidade em TI. Veja as principais vantagens do ERP cloud:

1. Investimento inicial muito menor

Não é preciso comprar servidores caros nem infraestrutura complexa, o provedor cloud já oferece tudo pronto. Isso reduz drasticamente o CAPEX do projeto. Para muitas pequenas e médias empresas, ter um ERP via assinatura torna o sistema de gestão financeiramente viável, já que não há um grande desembolso inicial. Você paga uma mensalidade e começa a usar, convertendo um gasto que seria de capital em despesa operacional (OPEX) mais suave. Por exemplo, em vez de gastar R$200 mil em hardware e licenças de uma vez, a empresa pode pagar alguns milhares por mês pelo ERP online, o que preserva o caixa e melhora o ROI no curto prazo.

2. Implantação mais rápida e simples 

Como não há necessidade de montar servidores físicos ou configurar data center, a implantação do ERP na nuvem costuma ser mais ágil. O ambiente é criado pelo fornecedor em poucos dias (ou horas) após a contratação. Isso encurta o projeto de implementação, permitindo que sua empresa comece a usar o sistema rapidamente. Em vez de esperar aquisições de hardware e instalações demoradas, o time-to-value do ERP cloud é bem menor. Essa rapidez pode ser crucial para empresas que precisam começar a operar um sistema de gestão logo (por exemplo, startups ou novas filiais).

3. Menos carga para a equipe de TI interna

Com o ERP em nuvem, grande parte do trabalho pesado de TI é terceirizado. Atualizações de versão, aplicação de patches, backups, monitoramento de servidores e correções de segurança ficam a cargo do provedor. A sua equipe de TI não precisa mais gastar tempo com essas atividades operacionais rotineiras, podendo focar em tarefas estratégicas para o negócio. Isso é especialmente valioso para empresas com TI enxuta, o time deixa de se preocupar em “apagar incêndios” de servidor e pode se concentrar em melhorias de processos e suporte aos usuários.

4. Atualizações e compliance sempre em dia

Em modelos cloud, o fornecedor mantém todos os clientes na versão mais recente do software. Você sempre terá as funcionalidades mais modernas e, no caso do Brasil, estará automaticamente aderente à legislação fiscal e trabalhista atualizada. Por exemplo, se ocorre uma mudança no SPED Fiscal ou eSocial, a empresa fornecedora aplica a atualização centralmente e seu ERP na nuvem já fica adequado. Isso elimina o risco de seu sistema ficar desatualizado por atraso em update. Clientes TOTVS Protheus na nuvem, por exemplo, recebem os pacotes de atualizações legais assim que liberados pela TOTVS, sem precisar agendar técnicos para isso.

5. Escalabilidade e flexibilidade

O ERP na nuvem cresce junto com o seu negócio. Se sua empresa abrir uma nova filial, dobrar o número de usuários ou precisar de mais capacidade de processamento em determinados meses, basta ajustar seu plano ou recursos contratados

Não é necessário comprar e instalar um novo servidor para comportar o crescimento, a nuvem oferece recursos sob demanda (elasticidade). Da mesma forma, se houver necessidade de reduzir recursos em um período de baixa, você pode ajustar para não pagar por capacidade ociosa. Essa elasticidade garante que você sempre tenha performance adequada, pagando apenas pelo que realmente precisar usar.

6. Acesso remoto e colaboração facilitada

Mobilidade total é um dos trunfos do ERP cloud. Usuários conseguem acessar o sistema de qualquer lugar, seja em casa, viajando ou em diferentes unidades, bastando uma conexão internet segura. Isso viabiliza modelos de trabalho híbrido ou remoto, bem como o acompanhamento da operação fora do escritório. Gestores podem aprovar pedidos ou verificar indicadores pelo notebook ou celular remotamente. Equipes em campo (vendedores, técnicos) conseguem interagir em tempo real com o ERP. Essa conectividade aumenta a produtividade e traz conveniência, pois não amarra o uso do ERP ao escritório físico.

7. Segurança robusta e backups automáticos

Pode parecer contraintuitivo, mas um bom ERP em nuvem costuma ser mais seguro do que muitos ambientes locais. Os provedores de cloud computing empregam padrões rigorosos de segurança de dados, com criptografia, múltiplas camadas de firewall, controle de acesso avançado e monitoramento 24×7 em data centers certificados (Tier III ou IV). Além disso, fazem backups regulares e redundantes dos dados, muitas vezes em diferentes localidades geográficas, garantindo alta resiliência. Enquanto isso, nas empresas menores, manter o mesmo nível de segurança internamente é caro e complexo. Com o ERP cloud, você se beneficia da infraestrutura de ponta do fornecedor, que protege seus dados contra invasões, perda e indisponibilidade. Vale lembrar que grandes players de nuvem seguem normas internacionais e auditorias de segurança, oferecendo uma proteção dificilmente alcançável em um servidor local simples.

Em resumo, o ERP na nuvem fornece mais agilidade, menor custo inicial e menos preocupações operacionais. Não é à toa que a adoção de ERPs em nuvem vem crescendo exponencialmente. Para se ter uma ideia, dados da Gartner indicam que 85% das grandes empresas terão adotado ERP em nuvem até o final de 2025, impulsionadas por vantagens como escalabilidade e redução de custos. Se a sua empresa prioriza simplicidade, rapidez e quer evitar o “peso” de manter infraestrutura, o modelo cloud é um forte candidato.

ERP na Nuvem ou Local (1)

Vantagens do ERP Local (On-Premise)

Apesar da tendência clara de migração para a nuvem, o modelo de ERP local ainda apresenta alguns benefícios importantes em determinados contextos. Empresas com requisitos específicos podem preferir manter o ERP on-premise pelos seguintes motivos:

1. Controle total de dados e infraestrutura

No ERP local, tudo fica sob seu domínio, servidores, banco de dados e dados confidenciais. Algumas organizações valorizam essa autonomia máxima, seja por cultura ou por exigências de compliance. Por exemplo, empresas do setor financeiro, governamental ou de defesa podem ter políticas internas proibindo dados em nuvem pública. Manter o ERP local garante que nenhuma informação saia da sua rede, o que pode trazer uma sensação de segurança e conformidade regulatória. Além disso, a equipe interna define todas as regras de segurança, acessos e configurações da forma exata que desejar, sem depender de terceiros. Essa soberania é vista como vantagem quando se lida com dados ultra-sensíveis.

2. Personalização profunda do sistema

ERPs on-premise frequentemente permitem customizações extensas, integrando-se intimamente ao ambiente da empresa. Como você tem acesso total ao servidor e banco de dados, é possível realizar ajustes complexos no software, instalar módulos adicionais ou mesmo interagir com o ERP em nível de código (no caso do TOTVS Protheus, por exemplo, muitos clientes desenvolvem rotinas em ADVPL sob medida para seus processos). Embora ERPs na nuvem também aceitem customizações via configurações e APIs, o modelo local entrega liberdade quase irrestrita para moldar o sistema à realidade da empresa, com menos limitações de política do fornecedor. Se sua operação exige integrações muito específicas ou modificações profundas que um SaaS padrão não comporta, o ERP on-premise pode oferecer a flexibilidade tecnológica necessária.

3. Independência de conexão e latência

Empresas localizadas em regiões com internet instável ou operações em locais remotos podem optar pelo ERP local para não ficarem reféns da conectividade. Num ambiente on-premise, se a internet cair, os usuários locais continuam trabalhando normalmente no ERP, já que ele está na rede interna. 

Em contrapartida, um ERP cloud depende 100% da internet, embora existam soluções de contingência (links redundantes, etc.), o risco de paralisação por falta de conexão existe. Além disso, aplicações muito sensíveis à latência (ex.: máquinas coletando dados em tempo real no chão de fábrica) podem se beneficiar de um servidor local, que garante resposta imediata sem dependência de roteamento externo. Ou seja, o modelo local pode oferecer maior confiabilidade operacional em ambientes com infraestrutura de internet precária ou isolados do mundo online (por exemplo, plantas industriais em áreas remotas).

4. Possibilidade de custo menor no muito longo prazo

Embora inicialmente caro, um ERP local bem planejado pode ter custo total menor ao longo de muitos anos, especialmente para empresas grandes que já possuem data center e equipe de TI dimensionada. Pense assim: se a empresa investe pesado em um servidor robusto e licenças perpétuas do ERP hoje, em 5 a 10 anos ela não terá pagamentos mensais ao fornecedor, apenas custos de manutenção próprios. Já no modelo cloud, as mensalidades nunca acabam (enquanto usar o sistema, paga-se a assinatura). Portanto, para um horizonte de uso muito longo e com crescimento de usuários previsível, o custo acumulado do SaaS pode superar a compra. Em alguns casos, manter local poupa dinheiro após o “payback” do investimento inicial. 

Claro que isso vem acompanhado de gastos de pessoal e atualizações, mas se a empresa já dispõe desses recursos, ela pode argumentar que “já pagou” pelo sistema e o mantém rodando com menor despesa incremental. Em resumo, do ponto de vista puramente financeiro de longo prazo, um ERP on-premise pode sair mais barato que anos e anos de mensalidades do cloud, desde que a infraestrutura não exija substituições caras com frequência.

5. Liberdade para gerenciar o ritmo de atualizações

Com um ERP local, a empresa tem a prerrogativa de decidir quando migra para uma nova versão do software. Algumas organizações preferem não atualizar imediatamente sempre que sai uma versão, para evitar retrabalho de customizações ou necessidade de re-treinamento constante de usuários. No modelo cloud, as atualizações são contínuas e impostas pelo fornecedor (normalmente de forma transparente, mas sem opção de ficar indefinidamente numa versão antiga). Já no on-premise, se o negócio quiser ficar 2 anos numa versão estável antes de atualizar, ele pode, embora não seja recomendável ignorar updates de segurança por muito tempo. Essa flexibilidade de cronograma agrada companhias que operam 24×7 e não podem agendar paradas frequentes para atualizar, ou que têm muitos desenvolvimentos internos e precisam testar cada mudança com cuidado. Em suma, o ERP local dá mais controle sobre o ciclo de vida do software, permitindo um ritmo de mudanças alinhado à capacidade interna de adaptação.

Sendo assim, o modelo on-premise faz sentido em cenários específicos, como organizações com alta demanda de customização, restrições regulatórias severas ou infraestrutura própria já consolidada. Muitos negócios tradicionais ainda se sentem mais seguros com seus servidores rodando localmente, onde “podem ver as luzinhas do servidor piscando”. É uma preferência cultural em alguns casos. Porém, é fundamental notar que essas vantagens vêm acompanhadas de maiores responsabilidades e custos ocultos (manter equipe, energia, espaço, segurança física, planos de contingência). Assim, a empresa deve avaliar se realmente consegue usufruir desses benefícios do ERP local sem se sobrecarregar.

ERP na Nuvem ou Local: qual a melhor opção para sua empresa?

Chegamos à pergunta crucial: afinal, qual modelo escolher? A resposta depende do perfil e das necessidades específicas da sua organização. Abaixo, listamos cenários e recomendações para ajudar na decisão:

Pequenas e médias empresas com TI enxuta

Geralmente ganham mais com ERP na nuvem. Se sua empresa não tem um time grande de TI nem infraestrutura própria, o cloud elimina a necessidade de se preocupar com servidores, backups e atualizações. O custo inicial menor também pesa a favor. Exemplo: uma distribuidora com 3 filiais e 20 usuários de ERP provavelmente terá implementação mais rápida e suporte simplificado optando por um ERP em nuvem, focando no negócio em vez de montar um data center.

Empresas em crescimento acelerado ou variabilidade de demanda

Tendem a se beneficiar do modelo cloud pela escalabilidade. Startups ou negócios sujeitos a sazonalidades fortes (que exigem escalar usuários ou processamento) conseguem ajustar recursos rapidamente na nuvem. No on-premise, poderiam enfrentar gargalos ou investimentos constantes à medida que crescem. Logo, se você prevê expansão, a nuvem dá flexibilidade para acompanhar o ritmo sem grandes interrupções.

Empresas grandes com equipe de TI robusta e data center existente

Podem avaliar um modelo híbrido ou faseado. Muitas corporações de grande porte já investiram milhões em infraestrutura própria e possuem times especializados – elas podem manter um ERP local otimizado em curto prazo, enquanto planejam uma transição gradual para cloud (cloud-first strategy). Alternativamente, adotar uma abordagem híbrida: manter parte do ERP on-premise por questões de legado ou segurança, e mover módulos menos críticos ou novas funcionalidades para a nuvem. 

Essas organizações devem fazer um estudo de TCO (custo total de propriedade) comparando manter local versus migrar tudo para cloud, considerando que às vezes modernizar compensa mais do que sustentar equipamentos antigos. Importante: mesmo grandes empresas migrando ERPs complexos para a nuvem pela eficiência, a TOTVS, por exemplo, tem casos de indústrias enormes levando o Protheus para data centers profissionais por meio de parceiros.

Setores com requisitos legais de dados locais

Se sua empresa atua num setor regulado em que a legislação exige armazenamento local de dados ou não permite certos dados em ambiente compartilhado, então o ERP local ou um cloud privado nacional pode ser mandatário. Por exemplo, órgãos governamentais, algumas empresas de saúde ou defesa podem precisar manter servidores sob jurisdição própria. Nesses casos, avalie também opções de nuvem privada ou data centers dedicados no Brasil que atendam às normas, às vezes é possível ter o benefício da nuvem, mas em ambiente segregado (embora a custo maior).

Clientes atuais de ERP on-premise (ex: TOTVS Protheus) insatisfeitos com infraestrutura

Se você já utiliza um ERP local há anos e sofre com servidores defasados, lentidão ou dificuldade em atualizar, é um forte candidato a migrar para a nuvem. Migrar um ERP existente para cloud pode revitalizar sua operação, melhorar desempenho e tirar um peso de suporte de TI. 

Muitos clientes TOTVS Protheus on-premise estão avaliando assinar o TOTVS Cloud ou hospedar o Protheus em nuvens como AWS/Azure, justamente para “sair do ferro velho” e ganhar em disponibilidade. Com o auxílio de uma consultoria experiente, a migração pode ser feita minimizando downtime e preservando customizações. Nesse cenário, contar com apoio especializado é fundamental para planejar arquitetura, integrações e garantir que a transição traga ganhos reais.

Em geral, a tendência atual de mercado pende para a nuvem devido aos ganhos de eficiência. Soluções em cloud recebem investimentos pesados em inovação, enquanto muitas plataformas on-premise legadas acabam ficando para trás em recursos. A TOTVS, por exemplo, vem incentivando clientes a aderirem ao modelo de subscrição em nuvem, evidenciando o direcionamento da indústria. Porém, a melhor escolha sempre deve levar em conta as características únicas do seu negócio, tamanho, cultura, orçamento, criticidade do ERP e visão de longo prazo.

Escolha certa para seu ERP: fale com a LOGOS agora 

ERP na Nuvem ou Local (2)

Não existe resposta universal para “ERP na nuvem ou local: qual é melhor?”. Como vimos, cada abordagem tem seus pontos fortes e desafios. O ERP em nuvem desponta como favorito na maioria dos casos hoje, pela praticidade, custo acessível e inovação constante que proporciona. Ele alinha a TI da empresa às práticas modernas de digitalização e permite focar no core business em vez de gerenciar infraestrutura. Por isso, não surpreende que a maioria das organizações esteja migrando aplicações críticas para a nuvem (inclusive ERPs), em busca de agilidade e competitividade.

Por outro lado, manter o ERP local ainda pode ser a decisão certa para negócios com necessidades muito específicas de controle, customização ou restrições regulatórias. O importante é basear a decisão em fatos e análise de valor, não apenas em tradições ou modismos. Avalie o custo total de propriedade de cada opção, os riscos envolvidos e quão estratégica é a gestão de TI para a sua empresa.

Lembre-se de que também existem modelos intermediários, como ERP hospedado em nuvem privada ou híbrido (parte na nuvem, parte local), que podem combinar vantagens de ambos os mundos. O fornecedor e parceiros certos podem auxiliá-lo a encontrar esse equilíbrio.

Por fim, ter um parceiro de confiança ao seu lado faz toda a diferença na transição. Seja para otimizar seu ERP on-premise ou planejar a migração para cloud, contar com especialistas experientes reduz riscos e acelera resultados.

Ainda não decidiu entre ERP local ou na nuvem? Nós podemos ajudar com uma análise personalizada! Como uma consultoria TOTVS homologada com ampla experiência em infraestrutura e cloud, a Logos Technology está pronta para orientar a melhor escolha para o seu caso. Entre em contato para uma consulta gratuita, avaliaremos seu ambiente atual, necessidades de negócio e traçaremos um plano sob medida, seja para aprimorar seu ERP local ou migrar com segurança para a nuvem. Fale com nossos consultores especializados e garanta a decisão certa para o futuro do seu ERP! Consultoria Especializada TOTVS, Logos Technology. Acesse nosso blog, para mais informações.

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TOTVS RM: O que é, funcionalidades e para quem é indicado https://logostechnology.com.br/o-que-e-totvs-rm/ Wed, 29 Oct 2025 19:06:00 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5863 O TOTVS RM é um dos principais sistemas de gestão empresarial (ERP) da TOTVS, voltado para integrar todas as áreas da empresa em uma única plataforma. Trata-se de um software robusto e modular que abrange finanças, recursos humanos, projetos, suprimentos e muito mais. O TOTVS RM nasceu com foco em gestão de pessoas (RH), mas […]

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O TOTVS RM é um dos principais sistemas de gestão empresarial (ERP) da TOTVS, voltado para integrar todas as áreas da empresa em uma única plataforma. Trata-se de um software robusto e modular que abrange finanças, recursos humanos, projetos, suprimentos e muito mais. O TOTVS RM nasceu com foco em gestão de pessoas (RH), mas ao longo do tempo evoluiu para atender diversos setores como educação, construção civil, saúde, jurídico, entre outros.

Neste guia, você vai entender o que é o TOTVS RM, conhecer suas principais funcionalidades e benefícios, e descobrir para quem essa solução é indicada. Isso vai ajudá-lo a avaliar se ela é ideal para as necessidades de gestão da sua empresa.

O que é o TOTVS RM?

O TOTVS RM (também chamado de TOTVS Backoffice – Linha RM) é um sistema ERP completo desenvolvido pela TOTVS para empresas de médio e grande porte. Ele foi projetado para atender a necessidades de negócios complexas, oferecendo uma gestão integrada de processos que vão desde o controle de estoque e compras até as finanças e recursos humanos. Por exemplo, o TOTVS RM ajuda a organizar melhor o estoque e aumentar a eficiência nas compras, além de permitir um controle financeiro mais eficaz, com planejamento de contas a pagar/receber e integração com bancos e operadoras de cartão.

Além disso, o TOTVS RM possui integração nativa com todos os módulos da própria linha RM (RH, Saúde, Construção/Projetos, Educacional etc.), garantindo que todos os departamentos “conversem” entre si sem retrabalho. Também oferece APIs abertas para fácil conexão com outros sistemas externos, automatizando processos e trazendo flexibilidade para atender demandas específicas. Outro ponto forte é que a TOTVS libera atualizações frequentes para o RM, mantendo o software alinhado às novas tecnologias de mercado e às mudanças na legislação brasileira. Isso garante que o sistema permaneça moderno e em conformidade com obrigações fiscais e regulatórias, uma vantagem importante para empresas nacionais que precisam de rápida adequação às leis locais.

Principais funcionalidades do TOTVS RM

O TOTVS RM é um ERP multimódulo, ou seja, conta com diversas funcionalidades integradas. Entre as principais, destacam-se:

  • Gestão Financeira: módulo para controle completo das finanças da empresa, incluindo fluxo de caixa, contas a pagar e a receber, conciliação bancária e emissão de relatórios financeiros detalhados para a tomada de decisão.
  • Gestão de Pessoas (RH): solução abrangente de Recursos Humanos, responsável por folha de pagamento, controle de ponto eletrônico, recrutamento e seleção de talentos, treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho, benefícios e demais rotinas de RH.
  • Gestão de Estoques e Compras: ferramentas para monitorar o nível de estoque em tempo real, evitando faltas ou excessos de produtos, além de otimizar a gestão de compras e fornecedores. Permite controlar requisições de compra, pedidos, recebimentos e integrar com o financeiro para melhor planejamento de suprimentos.
  • Gestão de Produção (Projetos/Obras): funcionalidades voltadas para empresas industriais ou de engenharia, com planejamento e controle da produção, emissão de ordens de fabricação, acompanhamento de cronogramas, controle de custos de produção e qualidade. No caso de projetos e obras, há recursos para orçamento de obras, gerenciamento de contratos e acompanhamento do progresso físico-financeiro.
  • Gestão de Vendas e Faturamento: módulos para gerenciar o ciclo de vendas, desde o pedido até a emissão de notas fiscais eletrônicas e boletos. Abrange cadastro de clientes, política de preços, controle de comissões, além de facilitar o faturamento e a integração com o estoque (saída de produtos) e financeiro (contas a receber).
  • Inteligência de Negócios (BI): o TOTVS RM conta com ferramentas de Business Intelligence integradas, permitindo análise de dados e geração de relatórios gerenciais em tempo real. Com dashboards e indicadores, a empresa obtém insights para decisões estratégicas, identificando oportunidades de reduzir custos, aumentar receitas e melhorar processos.

Essas funcionalidades trabalham de forma integrada, uma informação inserida em um módulo alimenta automaticamente os demais. Por exemplo, uma venda registrada atualiza o estoque e gera contas a receber no financeiro, tudo de maneira unificada. Isso aumenta a produtividade e reduz erros, já que elimina retrabalho e integra os dados em um só sistema central.

Para quem o TOTVS RM é indicado?

TOTVS RM (1)

O TOTVS RM costuma ser indicado para empresas de médio e grande porte que buscam um ERP robusto com módulos especializados em determinadas áreas de negócio. Por contar com funcionalidades avançadas (como gestão acadêmica, hospitalar e de RH), ele atende especialmente organizações que têm demandas específicas nesses campos ou operações mais complexas.

Em termos de setores, o RM é amplamente adotado em segmentos como educação (escolas, faculdades e universidades que precisam gerir matrículas, notas, financeiros e biblioteca de forma integrada), saúde (hospitais, clínicas e laboratórios com controle de prontuários, agendamentos, faturamento de convênios e estoque de medicamentos), construção civil (construtoras, incorporadoras e empresas de engenharia, que utilizam módulos de gestão de obras, orçamento e projetos) e agronegócio (fazendas, cooperativas e agroindústrias que necessitam controlar produção, insumos e compliance agrícola). Além desses, o TOTVS RM também atende muito bem setores de serviços, varejo, indústria, logística, jurídico/advocacia e finanças, graças à sua capacidade de parametrização e adaptação a diferentes rotinas. Em resumo, empresas que valorizam módulos especializados e aderência às práticas do mercado brasileiro tendem a se beneficiar do TOTVS RM.

Diferença entre TOTVS RM e Protheus: Uma dúvida comum é quando optar pelo RM em vez de outro ERP da TOTVS, como o TOTVS Protheus. De modo geral, o Protheus é uma solução mais generalista e flexível, amplamente utilizada em empresas de todos os portes e segmentos por abranger “de tudo um pouco” em termos de funcionalidades. Já o TOTVS RM possui módulos e características mais focados em certos nichos e requisitos específicos. Por exemplo, se a empresa necessita de uma gestão de Recursos Humanos muito aprofundada ou atua em um segmento educacional ou de saúde, a linha RM pode oferecer recursos mais aderentes a essas necessidades do que o Protheus.

Em contrapartida, para uma empresa multi-setorial ou de menor porte, o Protheus pode ser suficiente e até mais adequado pela sua abrangência. Portanto, a escolha entre Protheus e RM vai depender do perfil do negócio: o Protheus destaca-se pela versatilidade multi-setor, enquanto o RM brilha em atender demandas específicas de setores onde a TOTVS incorporou know-how diferenciado (como gestão acadêmica, hospitalar, folha de pagamento avançada etc.). Vale lembrar que ambos são produtos TOTVS e compartilham da confiabilidade da marca, inclusive podendo ser integrados entre si se necessário.

Perguntas Frequentes sobre TOTVS RM

O que é o TOTVS RM?

O TOTVS RM é um sistema de gestão empresarial (ERP) da TOTVS que integra diferentes áreas da empresa em uma só plataforma. Ele faz parte da linha TOTVS RM (Backoffice), oferecendo módulos para finanças, compras, estoque, vendas, recursos humanos, projetos e outros, de forma totalmente unificada. Em outras palavras, é uma solução completa para centralizar e automatizar os processos do negócio, garantindo maior controle e eficiência operacional.

Quais são os principais módulos do TOTVS RM?

O TOTVS RM é multimódulo e cobre todas as frentes da empresa. Seus principais módulos incluem: Financeiro (controle de fluxo de caixa, contas a pagar/receber, contabilidade), Compras e Estoque (gestão de pedidos de compra, fornecedores, níveis de estoque), Vendas e Faturamento (pedidos de vendas, emissão de notas fiscais eletrônicas, faturamento e cobrança), Recursos Humanos (folha de pagamento, ponto eletrônico, treinamento, eSocial e gestão de pessoas), além de módulos especializados como Obras/Projetos (gestão de projetos e construção civil), Educacional (gestão acadêmica para instituições de ensino) e Saúde (gestão hospitalar e de clínicas), entre outros. Essa modularidade permite adaptar o sistema às necessidades de cada empresa, ativando os módulos relevantes para o seu segmento.

Qual a diferença entre o TOTVS RM e o TOTVS Protheus?

Ambos são ERPs da TOTVS, porém com enfoques diferentes. O TOTVS Protheus é um ERP mais generalista e amplamente difundido, atendendo empresas de praticamente todos os setores e portes com grande flexibilidade de personalização. Já o TOTVS RM possui módulos mais especializados voltados a determinadas áreas (por exemplo, RH avançado, gestão educacional, gestão de saúde) e costuma ser adotado por empresas de médio e grande porte que valorizam essas funcionalidades específicas.

Resumidamente, o Protheus é escolhido por sua abrangência multi-setorial, enquanto o RM se destaca em cenários onde são necessárias soluções verticalizadas e aderentes a nichos de mercado (e onde a TOTVS desenvolveu funções sob medida para esses nichos).

Para que tipo de empresa o TOTVS RM é indicado?

O TOTVS RM é recomendado principalmente para empresas médias e grandes que precisam de um ERP robusto, integrado e com funcionalidades avançadas. Ele entrega muito valor para organizações em setores como Educação (escolas, faculdades que precisam gerenciar alunos, notas, finanças e RH integradamente), Saúde (hospitais, clínicas que necessitam unificar prontuários, agenda de pacientes, faturamento de convênios, estoque de medicamentos etc.), Construção (construtoras, incorporadoras que gerenciam obras, contratos e orçamentos) e Agroindústria (negócios agrícolas que demandam controle de produção e cadeia de suprimentos).

Empresas de serviços, varejo, logística, jurídico e outros segmentos também podem se beneficiar, especialmente se tiverem processos complexos ou alta necessidade de integração. Já pequenos negócios muito simples, em alguns casos, optam por sistemas mais básicos, mas conforme a empresa cresce e os processos se tornam mais desafiadores, o TOTVS RM mostra seu potencial ao oferecer uma gestão unificada com alta customização para as realidades brasileiras.

Maximize o potencial do TOTVS RM na sua empresa 

Em suma, o TOTVS RM se destaca como uma solução ERP poderosa para integrar e otimizar a gestão empresarial, especialmente em áreas especializadas como RH, educação e saúde. Por ser um sistema modular e constantemente atualizado, ele consegue se adaptar a diferentes cenários de negócios, garantindo eficiência operacional, conformidade fiscal e centralização das informações. Com a orientação certa na implantação, o TOTVS RM pode alavancar a produtividade e o controle sobre os processos da sua empresa.Ainda tem dúvidas ou quer aproveitar ao máximo o TOTVS RM na sua empresa?

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TOTVS ou SAP: comparativo completo para escolher o melhor ERP https://logostechnology.com.br/totvs-ou-sap-comparativo-erp/ Mon, 27 Oct 2025 21:42:59 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5849 Escolher o sistema ERP ideal é uma decisão estratégica e desafiadora para qualquer empresa. TOTVS e SAP são os dois gigantes desse mercado no Brasil, liderando a preferência em software de gestão empresarial. De um lado, a TOTVS é uma empresa brasileira com forte atuação local e mais de 70 mil clientes atendidos no país. […]

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Escolher o sistema ERP ideal é uma decisão estratégica e desafiadora para qualquer empresa. TOTVS e SAP são os dois gigantes desse mercado no Brasil, liderando a preferência em software de gestão empresarial. De um lado, a TOTVS é uma empresa brasileira com forte atuação local e mais de 70 mil clientes atendidos no país. Do outro, a alemã SAP é referência global em ERP, presente nas maiores corporações do mundo e suportando 76% de todas as transações comerciais mundiais em algum de seus sistemas. Não é de se admirar que muitos gestores se perguntem: afinal, TOTVS ou SAP – qual o melhor ERP para minha empresa?

Neste comparativo completo e atualizado, vamos analisar as principais diferenças, vantagens e desvantagens entre TOTVS e SAP. Abordaremos critérios essenciais como flexibilidade, custo, funcionalidades, suporte, escalabilidade, compliance fiscal, inovação tecnológica, entre outros pontos. O objetivo é ajudar você a entender qual sistema se alinha melhor às necessidades do seu negócio, seja ele de pequeno/médio porte ou uma grande corporação.

Ao final, trazemos respostas para perguntas frequentes sobre TOTVS e SAP e uma conclusão clara sobre como escolher o ERP certo. Vamos lá!

TOTVS e SAP: visão geral do mercado

Antes de mergulharmos nos critérios de comparação, é importante entender o contexto de cada fornecedor:

  • TOTVS: Fundada no Brasil em 1983, a TOTVS consolidou-se como líder nacional em software de gestão. A empresa desenvolveu diversos ERPs ao longo do tempo, os principais são o TOTVS Protheus (mais difundido em variados segmentos) e o TOTVS RM (tradicional em áreas como RH, educação e financeiro), além de soluções específicas por segmento. A TOTVS atende desde micro e pequenas empresas até grandes grupos nacionais, com forte adaptação às necessidades locais. Hoje, aproximadamente 55% das empresas que utilizam ERP no Brasil usam algum sistema TOTVS, segundo pesquisas recentes. Isso equivale a um universo de mais de 70 mil clientes ativos, distribuídos em pelo menos 12 setores da economia A TOTVS alcançou esse patamar oferecendo custo-benefício competitivo, suporte em português e sistemas ajustados à legislação brasileira, atributos muito valorizados pelo mercado local.
  • SAP: Fundada na Alemanha em 1972, a SAP é uma das maiores empresas de software do mundo e referência global em ERP. Seu carro-chefe atual é o SAP S/4HANA (voltado a grandes empresas), enquanto para empresas menores a SAP oferece o SAP Business One. A SAP chegou ao Brasil nos anos 1990 e desde então conquistou grande presença nas grandes corporações instaladas aqui. Mundialmente, a SAP possui mais de 400 mil clientes em 190 países, incluindo boa parte das multinacionais e líderes de diversos setores. No Brasil, a SAP detém cerca de 28% do mercado total de ERP, posicionando-se como a segunda colocada em número de instalações gerais, porém lidera entre as empresas de grande porte, com mais da metade das grandes corporações utilizando SAP em suas operações. A força da SAP está em oferecer soluções robustas, escaláveis e com as melhores práticas globais, integrando tecnologias de ponta (analytics avançado, cloud computing, IoT, inteligência artificial, etc.) ao ERP.

Resumindo, TOTVS domina o cenário de ERP nacionais (especialmente em pequenas e médias empresas), enquanto SAP é sinônimo de ERP nas operações de escala global. Ambas as soluções são altamente reconhecidas e possuem características distintas, que vamos detalhar a seguir.

Flexibilidade e personalização

Um dos pontos-chave ao comparar TOTVS e SAP é a flexibilidade para adaptar o sistema aos processos do cliente:

  • TOTVS (Protheus): O TOTVS Protheus é conhecido por sua alta capacidade de personalização. Construído com uma arquitetura modular e utilizando a linguagem de desenvolvimento ADVPL (própria da TOTVS), o Protheus permite que equipes técnicas e consultorias ajustem relatórios, telas, regras de negócio e até criem novas funcionalidades dentro do ERP. Essa flexibilidade é um grande atrativo para empresas que desejam moldar o sistema conforme suas necessidades específicas. Pequenas modificações costumam ser implementadas rapidamente via configurações ou pequenos desenvolvimentos. Mesmo customizações maiores, como integrações com sistemas legados ou automações muito particulares, são viáveis com o Protheus, especialmente contando com uma consultoria TOTVS experiente. Em resumo, o TOTVS brilha quando o assunto é “dar um jeito” de o ERP se ajustar ao negócio, seja através de parâmetros nativos ou programação adicional.
  • SAP: Os sistemas SAP também oferecem possibilidade de customização, porém de forma mais controlada e estruturada. O SAP S/4HANA, por exemplo, possui extensões via a linguagem ABAP e opções de configuração robustas, mas a SAP encoraja seguir os processos padrão de mercado embutidos no software. Customizações profundas na SAP geralmente exigem mais planejamento, envolvem especialistas certificados e podem elevar a complexidade do projeto. A vantagem disso é que o ERP tende a manter uma padronização maior, o que é benéfico para empresas que valorizam processos bem definidos e aderência a padrões globais. Em soluções como o SAP Business One, a customização é mais limitada comparada ao Protheus, focando em add-ons e parametrizações pré-definidas. Portanto, enquanto é possível personalizar o SAP, o esforço é maior e muitas empresas optam por adaptar um pouco seus processos ao software (e não o contrário).

Sendo assim, em termos de flexibilidade, o TOTVS Protheus leva vantagem para quem precisa de um ERP altamente moldável. A SAP privilegia a aderência a boas práticas, oferecendo customização mais restrita, porém com menos risco de desvio dos padrões. Se sua empresa busca um sistema que acompanhe mudanças operacionais rápidas e específicas, o TOTVS tende a ser mais amigável nesse aspecto. Já se a preferência for por processos padronizados e estabilidade, a SAP proporciona um ambiente mais controlado.

Custos de licenciamento e implementação

Investimento e custo total de propriedade (TCO) são fatores decisivos em qualquer comparação de ERPs. Aqui, TOTVS e SAP apresentam diferenças importantes:

  • TOTVS: No geral, as soluções TOTVS possuem um custo inicial mais acessível em comparação à SAP. A TOTVS oferece modelos de licenciamento flexíveis, incluindo licenças perpétuas (on-premise) ou assinaturas SaaS na nuvem, que cabem melhor no orçamento de empresas de médio porte. O preço das licenças do TOTVS Protheus costuma ser competitivo, e a própria TOTVS pratica políticas comerciais adaptadas ao mercado brasileiro, muitas vezes permitindo começar com pacotes menores de usuários e módulos. Além do licenciamento, os serviços de implantação e suporte TOTVS tendem a ter custo mais baixo, em parte porque há uma ampla oferta de parceiros TOTVS homologados no Brasil e a mão de obra especializada local tem valores menores do que consultorias internacionais. Em suma, o custo total para adquirir e manter um TOTVS geralmente fica menor, especialmente para empresas de pequeno e médio porte. Esse fator faz do TOTVS uma opção atraente para quem busca custo-benefício. É comum ouvir que o TOTVS exige um investimento inicial menor e possui menor custo recorrente de manutenção (mensalidades, upgrades, suporte) em comparação à SAP.
  • SAP: As soluções SAP tradicionalmente envolvem investimentos mais elevados. Licenças do SAP S/4HANA ou mesmo do SAP Business One costumam ter preço superior às equivalentes da TOTVS, refletindo a abrangência e tecnologia da plataforma. Além disso, a implantação de um ERP SAP costuma ser mais demorada e complexa, o que implica em mais horas de consultoria e, portanto, maior custo de serviços. Empresas que optam pela SAP geralmente precisam alocar um orçamento robusto para o projeto, cobrindo consultores certificados, migração de dados, customizações ABAP, testes extensivos, etc. Também é importante notar os custos de manutenção: a SAP exige pagamento de suporte anual (quando on-premise) que gira em torno de 20% do valor das licenças, ou planos de assinatura cloud que, embora tragam benefícios de atualização, representam um custo mensal significativo em dólar. Em contrapartida, muitas companhias de grande porte justificam esse gasto pela riqueza de funcionalidades e ganhos de eficiência que o SAP proporciona. Para elas, o ROI compensa. Mas para empresas menores, o alto custo pode ser proibitivo.

Resumo: O TOTVS vence no quesito preço para a maioria das empresas nacionais, permitindo um ERP de qualidade com investimento mais acessível. O SAP, por sua vez, é sinônimo de custo elevado, adequado para quem dispõe de orçamento amplo e busca uma solução de classe mundial. Na prática, se a prioridade é minimizar custos e obter retorno mais rápido, TOTVS tende a ser a escolha natural. Já organizações dispostas a investir pesado em tecnologia para obter o state-of-the-art, podem considerar que o SAP vale o custo.

Funcionalidades e módulos disponíveis

Quando falamos de funcionalidades, tanto TOTVS quanto SAP oferecem ERP completos e modulares, mas com algumas diferenças de enfoque:

  • TOTVS (Protheus e outras linhas): Os ERPs da TOTVS cobrem praticamente todas as áreas de negócio de uma empresa. No caso do TOTVS Protheus, por exemplo, existem dezenas de módulos disponíveis: Financeiro, Contabilidade, Fiscal, Estoque, Compras, Faturamento/Vendas, Produção/Manufatura, Projetos, RH/Folha de Pagamento, CRM, Ativos Fixos, entre outros. Essa abrangência permite que uma empresa implemente um sistema integrado único para gerir todas as suas operações. Um ponto forte da TOTVS é que seus módulos já vêm adaptados às particularidades brasileiras, por exemplo, o módulo Fiscal do Protheus lida nativamente com notas fiscais eletrônicas, SPED, apuração de impostos locais, etc., algo que nem sempre está pronto em ERPs estrangeiros sem customização. Além disso, a TOTVS desenvolveu soluções setoriais: há versões ou add-ons do Protheus e do TOTVS RM voltados a segmentos específicos como varejo, construção civil, agronegócio, jurídico, educação, saúde, entre outros, trazendo funcionalidades especializadas (p.ex., gestão acadêmica para universidades no TOTVS RM, ou prontuário eletrônico em sistemas TOTVS de saúde). Ou seja, em funcionalidades “tropicais” e nichadas, a TOTVS normalmente tem vantagem. Por outro lado, algumas funções avançadas de nível global podem não ser tão sofisticadas no TOTVS, por exemplo, recursos de planejamento avançado (APS), gestão de múltiplas plantas globais ou suporte multi-idioma/moeda muito extensivo podem exigir complementos.
  • SAP: A SAP, por sua origem internacional e foco corporativo, vem com um portfólio de módulos e funcionalidades igualmente extenso, cobrindo todas as áreas de gestão convencional e indo além. No SAP S/4HANA, encontramos módulos equivalentes (FI/CO para finanças e controladoria, MM para materiais/estoques, SD para vendas/distribuição, PP para manufatura, HCM para recursos humanos, etc.), todos integrados em um único sistema. Além disso, a SAP oferece módulos ou soluções acopladas para gestão de cadeia de suprimentos avançada (SCM/APO), gestão de relacionamento com cliente (SAP CRM ou C/4HANA), business intelligence (SAP BW/SAC), entre outros, formando um ecossistema extremamente completo. Em termos de profundidade, a SAP costuma incorporar as melhores práticas globais em cada módulo. Por exemplo, seu módulo de Controlling permite análises sofisticadas de custo/profit center, o módulo de RH (SuccessFactors na versão cloud) traz recursos de talento, treinamento, etc., e assim por diante.

A amplitude setorial da SAP também é grande: existem soluções SAP especializadas para setores como oil & gas, telecom, setor público, bancário, etc., com funcionalidades pré-construídas para essas indústrias (embora no S/4HANA muitas estejam embutidas de forma modular). O ponto de atenção fica para a localização brasileira: a SAP possui um pacote de localização fiscal para o Brasil que cobre notas fiscais, SPED, eSocial etc., mas essa camada local é acoplada e requer configuração e manutenção específicas, diferente do TOTVS, onde isso já é parte do core do produto. Ainda assim, com a configuração adequada, o SAP consegue operar totalmente conforme as leis brasileiras.

Resumo: Em funcionalidades, ambos os ERPs são muito completos. A TOTVS se destaca em atender de forma nativa as necessidades das empresas brasileiras, incluindo segmentos médios e nichos específicos. Já a SAP se sobressai em funcionalidades avançadas e setoriais de padrão mundial, que podem fazer diferença para grandes empresas com processos complexos. Em uma empresa típica nacional de médio porte, ambos irão cobrir o essencial; mas se a empresa busca funcionalidades altamente especializadas (ex: gestão global de supply chain, consolidação financeira multinacional, análises preditivas integradas), a SAP tende a oferecer essas features de forma mais robusta out-of-the-box. Avalie quão específicos e sofisticados são os requisitos da sua empresa, esse balanço ajuda a pesar qual sistema entrega mais valor em termos funcionais.

Escalabilidade e porte de empresa

Outra diferença importante entre TOTVS e SAP está no porte de empresas a que cada solução melhor atende e na escalabilidade do sistema conforme o negócio cresce:

  • TOTVS: As soluções TOTVS tradicionalmente atendem muito bem empresas de pequeno e médio porte, podendo chegar até médias-grandes empresas nacionais. O TOTVS Protheus, por exemplo, é amplamente utilizado em companhias com dezenas até algumas centenas de usuários simultâneos. É perfeitamente capaz de suportar operações complexas de indústrias médias, redes de varejo nacionais, prestadores de serviço, etc. No entanto, quando o volume de transações e usuários atinge patamares muito altos, ou quando a empresa se torna uma multinacional com operações em vários países, o TOTVS pode começar a encontrar limites. Isso não quer dizer que ele não funcione, há casos de empresas de grande porte brasileiras usando TOTVS com sucesso. 

Mas aspectos como performance, gerenciamento de instâncias e funcionalidades para operações globais ficam mais desafiadores. Em resumo, o TOTVS escala bem até um certo ponto (médio-grande), mas empresas que planejam uma expansão acelerada, abertura de muitas filiais internacionais ou que já são corporações enormes podem eventualmente sentir necessidade de uma plataforma mais robusta globalmente. Ainda assim, para a grande maioria das organizações brasileiras, a escalabilidade do TOTVS é suficiente e sobra.

  • SAP: A SAP tem em seu DNA o foco em médias a grandes empresas. O SAP S/4HANA (sucessor do famoso SAP R/3 e ECC) foi concebido para rodar nas maiores corporações do mundo, empresas com milhares de usuários, centenas de unidades e presença em diversos países. Sua arquitetura em base HANA possibilita processar altíssimos volumes de dados em memória, garantindo performance mesmo em cenários gigantescos. Portanto, em termos de escalabilidade vertical e horizontal, o SAP é difícil de bater.

Ele suporta sem problemas o crescimento de uma empresa de médio porte para uma multinacional, sem trocar de sistema. Além disso, a SAP oferece versões adequadas a diferentes portes: para pequenas empresas há o SAP Business One, que atende bem quem está começando mas já pensando em longo prazo (e que tem capacidade de crescer para S/4HANA quando necessário). Vale destacar que a SAP consegue lidar com operações multi-país de forma integrada (várias línguas, moedas, localizações fiscais), o que é fundamental para corporações globais. Esse perfil escalável faz com que muitas empresas que vislumbram crescer muito optem pela SAP já de início, preparando terreno para o futuro.

Resumo: O TOTVS é ideal para empresas de porte pequeno a médio e que cresçam de forma sustentada no mercado nacional. Ele dá conta do recado em empresas médias com folga, mas pode enfrentar limitações em cenários de hiper crescimento ou internacionalização agressiva. O SAP, por sua vez, foi feito para escalar em nível global, se sua empresa projeta ser um grande player internacional ou já é uma gigante, a robustez da SAP traz segurança para suportar esse porte. Na prática, é comum vermos TOTVS dominando nas PMEs (até porque 53% das pequenas e médias empresas brasileiras usam TOTVS), enquanto a SAP está presente na maioria das grandes (cerca de 51% das grandes empresas no Brasil usam SAP). Considere onde sua empresa se encaixa nesse espectro de porte e ambição de crescimento.

Suporte, atualizações e comunidade

Outro ponto de comparação relevante é a experiência em suporte técnico, atualizações do sistema e ecossistema de parceiros de cada solução:

  • TOTVS: Por ser uma empresa brasileira com atuação direta e via canais locais, a TOTVS oferece um suporte muito próximo e ágil às empresas clientes. Toda a documentação, atendimento e treinamento está em português, o que facilita a comunicação. A TOTVS conta com centros de desenvolvimento no Brasil que rapidamente emitem atualizações para aderência legal sempre que surge uma mudança fiscal ou trabalhista, por exemplo. Isso significa que clientes TOTVS costumam receber patches e novas versões alinhadas às leis brasileiras quase em tempo real, reduzindo riscos de não conformidade. Além do suporte da fabricante, existe uma vasta rede de consultorias e parceiros TOTVS homologados espalhados pelo Brasil (como a Logos Technology, especialista em TOTVS Protheus) prontos para prestar serviços de implantação, customização e suporte local. Essa capilaridade de parceiros é um grande benefício: o cliente pode contar com apoio próximo, presencial se necessário, e escolher o parceiro que melhor atende seu segmento ou região. A comunidade de usuários TOTVS também é bastante ativa, há fóruns, grupos e eventos onde profissionais trocam dicas sobre o sistema, já que o Protheus é amplamente difundido. Em resumo, o cliente TOTVS tem a tranquilidade de contar com suporte em seu idioma, no seu fuso horário, e soluções pensadas primeiro para sua realidade.
  • SAP: A SAP possui um suporte de alcance global. Clientes costumam ter contratos de manutenção que lhes dão direito a atualizações regulares do software e acesso ao suporte oficial da SAP (geralmente via web, em inglês ou espanhol para o Brasil, com possibilidade de suporte em português dependendo do contrato e do parceiro local). Em termos de atualizações legais no Brasil, a SAP também disponibiliza notas de correção e pacotes de localização para atender obrigações como NF-e, eSocial etc., mas muitas vezes essas atualizações exigem aplicação manual e testes pelo cliente ou parceiro, o que pode levar mais tempo e esforço do que no TOTVS (onde a atualização já vem “pronta”). Quanto ao ecossistema, a SAP trabalha fortemente com parceiros locais e globais, consultorias de TI (desde grandes integradoras até boutiques especializadas) implementam e dão suporte ao SAP nos clientes. 

No Brasil há diversos parceiros SAP com equipe capacitada, mas o custo costuma ser mais elevado e o atendimento menos personalizado para pequenos clientes. Ainda assim, a comunidade SAP é enorme mundialmente: existe uma base de conhecimento riquíssima, milhares de consultores certificados, fóruns (SAP Community) e eventos como o SAP Forum. Isso significa que para praticamente qualquer problema ou dúvida, há grande chance de encontrar documentação e profissionais que possam ajudar, embora possivelmente em outra língua. Resumindo, o suporte SAP é de altíssima qualidade, porém pode ser mais burocrático e menos “próximo” do que o suporte TOTVS para um cliente brasileiro médio.

Resumo: A TOTVS oferece suporte mais simples e acessível para o cliente brasileiro, com interações rápidas em português e foco nas demandas locais. A SAP dispõe de uma estrutura de suporte global robusta e uma comunidade enorme, mas o cliente pode sentir menos pessoalidade no atendimento e enfrentar processos mais formais. Se a proximidade e rapidez do suporte for crucial para você, TOTVS sai na frente. Se sua empresa já tem estrutura de TI e consegue navegar em um suporte global para ter acesso a melhorias internacionais, a SAP também não decepcionará nesse quesito, apenas demandará maior envolvimento da sua equipe ou consultoria parceira.

Conformidade fiscal e legislação local

No Brasil, a aderência do ERP às obrigações fiscais e trabalhistas é um tópico crítico. Aqui, comparar TOTVS e SAP traz cenários diferentes:

  • TOTVS: Por ser “criado em solo brasileiro”, o TOTVS Protheus (assim como os outros ERPs da marca) é totalmente adaptado às exigências legais do Brasil. Isso significa que módulos como Fiscal e RH já contemplam nativamente coisas como: emissão de NF-e e NFC-e, geração de SPED Fiscal, Contribuições e Contábil, apuração de impostos complexos (ICMS com substituição tributária, IPI, ISS, RET, etc.), obrigações acessórias (SINTEGRA, DIME, etc. onde aplicável), entrega de eSocial, EFD-Reinf e muito mais. 

A cada mudança na legislação, e sabemos que no Brasil elas ocorrem o tempo todo, a TOTVS rapidamente libera atualizações (patches ou novas versões) para manter seus clientes em conformidade. Por exemplo, quando surgiram novas notas técnicas da NF-e ou o EFD-Reinf, a TOTVS providenciou instruções e atualizações dentro do prazo. Essa conformidade direta traz enorme tranquilidade para as empresas locais, que não precisam se preocupar em fazer workarounds no sistema para atender uma lei. Além disso, a TOTVS participa ativamente de grupos e eventos sobre legislação fiscal, garantindo que seu software esteja sempre alinhado às últimas normas. Em suma, no quesito compliance Brasil, o TOTVS é praticamente imbatível, ele foi feito sob medida para nosso emaranhado tributário.

  • SAP: A SAP, por sua natureza global, precisa “localizar” seus sistemas para cada país. No caso do Brasil, existe o Baseline Brazil, que é o pacote de localização brasileira para SAP, contendo customizações específicas (tabelas, programas e notas de suporte) que possibilitam emitir notas fiscais eletrônicas, apurar impostos nacionais, gerar arquivos SPED, etc. Este pacote é bastante completo, empresas usuárias de SAP no Brasil conseguem sim atender todas as obrigações locais. Contudo, alcançar essa conformidade requer configuração especializada durante o projeto de implantação e, posteriormente, manutenção cuidadosa. Por exemplo, quando surge uma mudança de legislação, a SAP geralmente disponibiliza uma SAP Note (correção) ou um Support Package relativo à localização brasileira.  Cabe à equipe de TI/consultoria aplicar essa nota no sistema do cliente e testá-la. Isso pode significar mais trabalho interno e um certo delay até tudo estar atualizado, em comparação a um TOTVS que já vem pronto. 

Pequenos ajustes fiscais muitas vezes precisam ser tratados via workbench no SAP. Dito isso, uma vez configurado adequadamente, o SAP consegue operar 100% dentro da lei brasileira, há multinacionais que atendem todos os requisitos fiscais usando SAP. Mas é inegável que a experiência de lidar com nossos tributos é menos “tranquila” no SAP do que no TOTVS, devido à necessidade de traduções entre a lógica global e as exceções locais.

Resumo: Para empresas brasileiras com alta complexidade fiscal, o TOTVS oferece paz de espírito pela aderência nativa às leis. Ele já nasce falando a língua do nosso fisco. O SAP também pode ser 100% compliant, mas requer mais esforço de implantação e atualização para chegar lá, geralmente justificável em empresas que optam pela SAP por outros motivos (escala, processos globais), mas um ponto de atenção para quem não quer se preocupar com detalhes legais. Se compliance rápido e fácil for prioridade, TOTVS tem a vantagem de ser “filho da terra”.

Inovação, Business Intelligence e Integrações Tecnológicas

TOTVS ou SAP (2)

Por fim, vale analisar como TOTVS e SAP se comparam em termos de tecnologias inovadoras, análise de dados e integração com outros sistemas:

  • Inovação e BI na TOTVS: Nos últimos anos a TOTVS tem investido para modernizar suas plataformas, incorporando recursos de Business Intelligence (BI), analytics e até iniciativas de inteligência artificial voltadas ao negócio (como o bot Carol, lançado pela TOTVS para análises). No Protheus, por exemplo, existem ferramentas de geração de relatórios gerenciais e dashboards básicos integrados. Além disso, a TOTVS oferece soluções complementares como o TOTVS Analytics (baseado em tecnologia GoodData) e facilita a integração com ferramentas de mercado, muitos clientes Protheus utilizam o Power BI ou outras plataformas de BI conectadas ao ERP para obter insights.

Em termos de inovação, a TOTVS também vem incorporando conceitos de mobilidade (acesso mobile a módulos), aplicações em nuvem (linha TOTVS Intera), e tem uma postura de se manter atualizada nas necessidades tecnológicas dos clientes brasileiros. No entanto, é fato que a TOTVS atua principalmente acompanhando tendências já consolidadas, ela prioriza atender requisitos imediatos dos clientes (fiscais, operacionais) a sair na vanguarda de novas tecnologias. Integrar o TOTVS com outros sistemas é plenamente possível via APIs e web services (a TOTVS disponibiliza diversos pontos de integração), mas pode exigir um desenvolvimento pontual ou uso de ferramentas específicas (por exemplo, integrar TOTVS Protheus com um e-commerce pode ser feito com apoio de um parceiro especialista, como o nosso serviço de integração com e-commerce). Resumindo, o TOTVS dá conta das demandas modernas (BI, mobilidade, integrações), mas de forma um pouco mais fragmentada e sob demanda.

  • Inovação e BI na SAP: A SAP é reconhecida globalmente por estar na linha de frente da inovação em gestão. A arquitetura do SAP S/4HANA, por exemplo, já é um diferencial, utiliza computação em memória e algoritmos analíticos embutidos, permitindo análises em tempo real dos dados transacionais do ERP. A SAP possui sua suíte de Business Intelligence consolidada (antigo SAP BW/BO, hoje evoluído para soluções como SAP Analytics Cloud) que se integra nativamente ao ERP, oferecendo dashboards avançados, indicadores chave e até machine learning dentro do ambiente de gestão. Em iniciativas de Indústria 4.0, Internet das Coisas (IoT) e Big Data, a SAP também corre na frente: a plataforma SAP pode se integrar a sensores industriais, dispositivos IoT e grandes volumes de dados para otimização de processos, algo exemplificado pela solução SAP Leonardo (embora renomeada, trouxe capacidades de IoT e blockchain). Além disso, a SAP investe pesado em inteligência artificial aplicada (tem produtos de IA e RPA embarcados em alguns módulos) e em computação em nuvem (a estratégia RISE with SAP incentiva clientes a migrarem para a nuvem SAP com melhorias contínuas). No quesito integrações, pela própria difusão global, o SAP possui conectores e APIs para praticamente qualquer plataforma corporativa, seja integrar com plataformas legadas, e-commerces, softwares de terceiros ou até outros ERPs em subsidiárias, existe um ecossistema de integração muito sólido (incluindo a ferramenta SAP Integration Suite e padrões como IDOCs, BAPIs, etc.). Em suma, se a empresa valoriza estar tecnologicamente na vanguarda, aproveitando analytics avançado e inovações constantemente, a SAP entrega um pacote mais pronto e completo para isso.

Resumo: A SAP lidera em inovação e capacidade analítica integrada, sendo ideal para empresas que querem extrair inteligência de dados de forma aprofundada e conectar o ERP a iniciativas de transformação digital de ponta. A TOTVS oferece o básico necessário e acompanha as tendências, mas muitas vezes depende de soluções complementares e da ação do parceiro para atingir o mesmo grau de sofisticação. Isso não impede clientes TOTVS de inovar, é totalmente viável usar um TOTVS como backbone e acoplar ferramentas modernas de BI ou automação em torno dele. Apenas requer um pouco mais de montagem do ecossistema pelo usuário. Já quem busca uma solução onde tudo já vem integrado e pronto para iniciativas de BI/IA, pode encontrar na SAP um caminho mais direto. Novamente, trata-se do perfil da empresa: startups e médias empresas focadas no essencial provavelmente verão pouca diferença prática, enquanto uma corporação data-driven pode tirar mais proveito das capacidades SAP.

Qual ERP é melhor para sua empresa?

TOTVS ou SAP (2)

Como vimos, TOTVS e SAP apresentam diferenças significativas em diversos critérios, e cada um desponta como melhor escolha dependendo do contexto. Não há um “vencedor absoluto”; o melhor ERP será aquele que mais se alinha às necessidades, orçamento e objetivos estratégicos da sua organização.

De forma resumida, podemos destacar:

  • TOTVS (especialmente o TOTVS Protheus) é uma excelente escolha para empresas brasileiras de pequeno e médio porte, ou mesmo para empresas maiores que priorizam custo-benefício, flexibilidade e aderência local. Com o TOTVS, você terá um sistema altamente personalizável, com investimento mais acessível, suporte próximo em português e total conformidade com a legislação brasileira desde o dia zero. Se a sua empresa valoriza adaptar o ERP aos seus processos e quer um fornecedor que “fale a sua língua” no dia a dia, a TOTVS tende a atender melhor. Muitos negócios que operam majoritariamente no Brasil – e que buscam agilidade com baixo custo, optam pelo TOTVS e conseguem ótimos resultados.
  • SAP é ideal para grandes empresas e corporações multinacionais, ou para negócios em crescimento que almejam padrões globais de gestão. A SAP traz uma solução robusta, escalável internacionalmente e repleta de recursos avançados de análise e integração. Se a sua empresa precisa de um ERP capaz de suportar operação em vários países, um volume gigantesco de dados ou quer usufruir das mais novas tecnologias dentro do sistema (como analytics em tempo real, IA integrada etc.), o SAP se destaca. Também é uma escolha natural para organizações que já seguem práticas corporativas maduras e estão dispostas a investir para obter o state-of-the-art em ERP. Não à toa, a SAP é presença constante em empresas listadas em bolsas, multinacionais e líderes de setor.

Qual escolher, então? A resposta depende do seu perfil empresarial. Para ajudar, responda às perguntas: Qual é o porte atual e projetado da minha empresa? Qual é o orçamento disponível para implantação e manutenção? Quão específicas são minhas necessidades locais? Busco eficiência com baixo custo ou estou disposto a pagar mais por tecnologia de ponta e padrão global? Se após esse exercício você pender para características como custo menor, atendimento local e flexibilidade, provavelmente o TOTVS será mais vantajoso. Se ao contrário, prevalecerem fatores como escala global, processos padronizados e inovação contínua, a SAP pode trazer o melhor retorno.

Vale ressaltar que a decisão não precisa ser tomada isoladamente. Contar com uma consultoria experiente pode ajudar a avaliar detalhadamente cada opção frente à realidade do seu negócio. Aqui na Logos Technology, por exemplo, já implementamos projetos tanto em TOTVS Protheus quanto em integrações com ambientes SAP. Nosso papel é imparcial e consultivo: entendemos suas dores e objetivos para indicar o caminho mais seguro.

Se você optar pelo TOTVS, a Logos (como parceiro TOTVS homologado) garante uma implantação eficiente e customizada, extraindo o máximo do software para impulsionar seus resultados. E mesmo que sua empresa já utilize SAP ou decida manter uma solução SAP em determinada área, podemos auxiliar na integração entre sistemas ou até em migrações futuras, graças à nossa experiência ampla em ERPs. O importante é que você tenha um sistema de gestão que seja trampolim – e não barreira – para o crescimento.

Ainda em dúvida sobre qual ERP escolher? Estamos à disposição para ajudar na análise e encontrar a melhor solução para o seu caso. Entre em contato com nossos especialistas e descubra como impulsionar sua empresa com o ERP ideal. Com a parceria certa, tanto TOTVS quanto SAP podem ser transformadores, e a decisão certa agora fará toda a diferença no sucesso do seu negócio amanhã.

Fale com nossos consultores e faça a escolha certa em ERP.

FAQ: Perguntas Frequentes sobre TOTVS e SAP

Qual a diferença entre TOTVS e SAP?

TOTVS e SAP são ambas empresas fornecedoras de sistemas ERP, mas têm origens e focos diferentes. A TOTVS é brasileira, líder no mercado nacional de ERP, com soluções como o TOTVS Protheus e TOTVS RM amplamente usadas em pequenas e médias empresas locais. Já a SAP é uma empresa alemã, líder global em ERP, cujo principal produto (SAP S/4HANA) é mais voltado a grandes corporações e multinacionais. 

Em termos de produto, os ERPs TOTVS são muito adaptados às necessidades e leis brasileiras, oferecendo flexibilidade e custo mais baixo, enquanto os ERPs SAP trazem as melhores práticas globais, alta escalabilidade e tecnologia de ponta (mas com investimento maior). Em resumo, TOTVS atende bem o mercado brasileiro (costuma ser a escolha “doméstica”), e SAP atende empresas com visão internacional (a escolha “global”), embora ambas ofereçam funcionalidades completas de gestão empresarial.

Qual ERP é mais usado no Brasil, TOTVS ou SAP?

Em geral, sim, implementar o SAP tende a ser mais caro que implementar o TOTVS. A SAP posiciona seus produtos numa faixa de custo premium, voltada a empresas de maior porte: as licenças do SAP costumam ter valor mais elevado e os projetos de implantação envolvem consultorias especializadas (geralmente com custos em dólar ou euro). Além disso, a manutenção anual da SAP e seus módulos extras acrescentam ao custo total de propriedade. Já o TOTVS possui um custo inicial menor – licenças mais acessíveis para empresas médias, opções de assinatura flexíveis e grande oferta de consultores locais com custo compatível ao mercado brasileiro. Em projetos equivalentes, não é incomum que a solução SAP custe várias vezes o valor de uma solução TOTVS, tanto para adquirir quanto para manter. É importante, porém, relativizar: o SAP também costuma gerar benefícios proporcionais em empresas gigantes, justificando o investimento. Mas para uma empresa de médio porte com orçamento limitado, o TOTVS quase sempre terá melhor custo-benefício financeiro.

O SAP é mais caro que o TOTVS?

Em geral, sim, implementar o SAP tende a ser mais caro que implementar o TOTVS. A SAP posiciona seus produtos numa faixa de custo premium, voltada a empresas de maior porte: as licenças do SAP costumam ter valor mais elevado e os projetos de implantação envolvem consultorias especializadas (geralmente com custos em dólar ou euro). Além disso, a manutenção anual da SAP e seus módulos extras acrescentam ao custo total de propriedade. Já o TOTVS possui um custo inicial menor, licenças mais acessíveis para empresas médias, opções de assinatura flexíveis e grande oferta de consultores locais com custo compatível ao mercado brasileiro. Em projetos equivalentes, não é incomum que a solução SAP custe várias vezes o valor de uma solução TOTVS, tanto para adquirir quanto para manter. É importante, porém, relativizar: o SAP também costuma gerar benefícios proporcionais em empresas gigantes, justificando o investimento. Mas para uma empresa de médio porte com orçamento limitado, o TOTVS quase sempre terá melhor custo-benefício financeiro.

Para que tipo de empresa o TOTVS é mais indicado? E o SAP?

De maneira simplificada, podemos dizer que o TOTVS é indicado para empresas que valorizam uma solução local, flexível e com investimento moderado, enquanto o SAP é indicado para empresas que precisam de uma solução global, extremamente robusta e estão dispostas a investir mais. Por exemplo:

  • TOTVS: recomendado para empresas pequenas e médias brasileiras, de diversos setores, que precisam de um ERP confiável para integrar suas áreas (financeiro, estoque, vendas, etc.) sem gastar fortunas. Também é adequado para empresas nacionais de grande porte que operam principalmente no Brasil e querem autonomia para customizações e adequações rápidas à legislação. Nessas organizações, fatores como suporte em português, adequação fiscal imediata e custo menor pesam a favor do TOTVS.
  • SAP: recomendado para grandes empresas multinacionais, grupos corporativos complexos ou empresas em expansão internacional. É ideal se a companhia requer um sistema preparado para multi-país, multi-idioma, com altíssima escalabilidade e recursos avançados de análise. Empresas que já seguem padrões internacionais (por exemplo, reporting segundo IFRS, processos padronizados mundialmente) também tendem a preferir SAP. Em resumo, se a empresa planeja crescer muito, atuar fora do Brasil ou quer um pacote tecnológico de ponta junto com o ERP, a SAP se torna mais indicada.

De todo modo, não existe impedimento rígido, há pequenas empresas usando SAP e grandes empresas usando TOTVS com sucesso. A escolha deve considerar a estratégia de longo prazo: TOTVS e SAP acabam refletindo visões diferentes de gestão, cada qual funcionará melhor dentro de determinado contexto empresarial.

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Parceiro TOTVS Homologado: vantagens de uma consultoria certificada para seu ERP https://logostechnology.com.br/parceiro-totvs-homologado/ Sat, 25 Oct 2025 19:07:06 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5869 Encontrar o parceiro certo para impulsionar seu ERP pode ser o diferencial entre uma implementação bem-sucedida e um projeto problemático. Parceiro TOTVS é o nome dado às empresas homologadas pela TOTVS para vender, implantar e dar suporte às soluções dessa líder brasileira em software de gestão. Em outras palavras, são consultorias oficialmente certificadas que trabalham […]

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Encontrar o parceiro certo para impulsionar seu ERP pode ser o diferencial entre uma implementação bem-sucedida e um projeto problemático. Parceiro TOTVS é o nome dado às empresas homologadas pela TOTVS para vender, implantar e dar suporte às soluções dessa líder brasileira em software de gestão. Em outras palavras, são consultorias oficialmente certificadas que trabalham lado a lado com a TOTVS, trazendo know-how especializado e suporte de primeira linha para clientes do ERP Protheus, RM, Fluig e outras linhas. Neste conteúdo, você vai entender o que significa ser um parceiro TOTVS homologado, quais benefícios isso traz para sua empresa e como escolher a consultoria ideal para garantir sucesso total na sua operação com o ERP TOTVS.

O que é um Parceiro TOTVS Homologado?

Um parceiro TOTVS homologado é uma empresa reconhecida e certificada pela própria TOTVS para atuar como canal oficial de seus produtos e serviços. Isso significa que a consultoria passou por um rigoroso processo de avaliação da TOTVS, atendendo a critérios de qualidade de atendimento, expertise técnica nas soluções e capacidade de manter-se atualizada. Em troca dessa homologação, um verdadeiro selo de excelência, o parceiro recebe acesso direto a treinamentos, suporte técnico e atualizações oficiais da TOTVS. Na prática, quando você contrata um parceiro TOTVS, está contando com profissionais que têm linha direta com a “fábrica” do software. Essas empresas podem até comercializar licenças dos sistemas (ERP, módulos, etc.) além de implementar, customizar e prestar suporte. Resumindo, parceiros TOTVS são uma extensão oficial da TOTVS no mercado, fornecendo atendimento próximo e especializado com a garantia e confiança da marca por trás.

Benefício imediato: ao escolher um canal homologado, você elimina dúvidas sobre a credibilidade. O envolvimento da TOTVS na certificação assegura que o parceiro segue as melhores práticas e padrões recomendados. Esse diferencial traz segurança extra para projetos de missão crítica, como a troca ou otimização de um ERP empresarial.

Por que contratar um Parceiro TOTVS Homologado?

Optar por uma consultoria homologada TOTVS traz uma série de vantagens estratégicas para sua empresa. Confira os principais benefícios de ter ao seu lado um parceiro oficialmente certificado: 

1. Expertise certificada e conhecimento atualizado

Parceiro TOTVS (1)

Parceiros TOTVS vivem e respiram as soluções TOTVS diariamente. Seus consultores são treinados diretamente pela TOTVS, dominando todos os meandros do sistema. Isso se traduz em uma expertise difícil de encontrar em equipes internas ou consultores não certificados. Eles conhecem a fundo os módulos do ERP TOTVS Protheus, do TOTVS RM e demais produtos, entendendo como adaptar cada funcionalidade à realidade do cliente. Além disso, por terem acesso contínuo a novidades e atualizações liberadas pela TOTVS, esses profissionais estão sempre um passo à frente. Sua empresa se beneficia de orientações atualizadas, por exemplo, quando sai uma nova versão ou patch de correção, o parceiro já sabe como aplicar rapidamente e tirar proveito dos novos recursos. Em resumo, a consultoria homologada TOTVS aporta um conhecimento de ponta que ajuda a evitar erros comuns de implantação, a identificar rapidamente falhas no uso do sistema e a explorar 100% das funcionalidades que você já paga mas talvez não utilize plenamente.

2. Suporte ágil com apoio da TOTVS

Contar com um parceiro oficial significa ter um suporte mais ágil e eficiente. Ao surgir uma dúvida ou problema no ERP, você terá à disposição uma equipe que já enfrentou diversos cenários em clientes semelhantes e sabe resolver incidentes com rapidez. Mais do que isso: se for algo realmente complexo, o parceiro consegue acionar o suporte interno da TOTVS ou até equipes de desenvolvimento da software-house, acelerando a solução. Essa ponte direta evita que sua empresa fique “pingando” de um atendimento genérico para outro, o parceiro assume a responsabilidade e conduz o chamado até a resolução final. O resultado? Menos tempo de sistema parado e menos impacto na operação. Imagine, por exemplo, que ocorra uma instabilidade no módulo de faturamento perto do fechamento do mês. 

Com um parceiro homologado, você terá especialistas que provavelmente já viram aquela situação antes e podem corrigir em horas o que poderia levar dias. Essa agilidade mantém seu negócio rodando sem prejuízos. Além disso, parceiros frequentemente oferecem acordos de nível de serviço (SLA) mais personalizados do que o suporte padrão, garantindo atendimento preferencial quando você mais precisa.

3. Qualidade assegurada e redução de riscos

Um projeto de ERP envolve investimentos altos e riscos consideráveis para o negócio. Por isso, ter uma consultoria homologada TOTVS à frente traz tranquilidade. Essas empresas seguem metodologias validadas pela TOTVS e passam por auditorias periódicas, ou seja, estão comprometidas com a qualidade e conformidade. Para você, isso significa implantação estruturada e sem improvisos, aderente às melhores práticas. A chance de surpresas desagradáveis (como atrasos excessivos, customizações malfeitas ou não aderentes às regras fiscais) diminui drasticamente. O parceiro homologado conhece em detalhes as normas da TOTVS e da legislação aplicável, garantindo que seu ERP fique configurado de forma correta e sustentável.

Por exemplo, no âmbito fiscal e tributário, um parceiro oficial sabe configurar o Protheus ou RM para atender ao SPED, eSocial e demais obrigações, pois recebe orientações diretas da TOTVS sobre essas mudanças legais. Assim, você reduz riscos de não conformidade e multas. Em suma, um parceiro TOTVS é sinônimo de qualidade controlada: ele precisa manter alto nível de serviço para preservar sua certificação, então o interesse em entregar excelência está alinhado com o seu sucesso.

4. Solução completa em um só lugar

Outra vantagem prática é a conveniência. Parceiros TOTVS homologados atuam como one-stop shop para tudo que envolve seu ERP. Com uma única empresa, você pode: adquirir as licenças oficiais do software, implementar o sistema do zero (ou migrar de versão), realizar integrações com outros aplicativos, desenvolver customizações específicas e ainda contratar o suporte técnico continuado. Essa centralização traz comodidade e economia de tempo. 

Ao invés de negociar com a TOTVS para compra e depois procurar terceiros para implantação, o parceiro cuida de todo o ciclo. Além disso, parceiros têm acesso privilegiado a ferramentas e recursos TOTVS (por exemplo, utilitários de migração de dados, banco de conhecimento de erros conhecidos, etc.), facilitando cada etapa do projeto. Vale notar: a TOTVS confia tanto em seus canais que muitas vezes repassa a eles clientes de determinados segmentos ou regiões

Ou seja, o parceiro homologado costuma ter experiência nos desafios da sua indústria e porte de empresa. Seja implementando um ERP Protheus em uma indústria têxtil ou ajustando o TOTVS RM para gestão universitária, o canal certo saberá os atalhos e particularidades do seu negócio. Isso equivale a menos fornecedores para gerenciar e soluções integradas funcionando de forma harmoniosa.

5. Personalização e melhor aproveitamento do ERP

Cada empresa é única, e parceiros TOTVS entendem bem isso. Diferentemente de um suporte padrão que talvez se limite ao básico, a consultoria homologada tem condição de personalizar o ERP conforme suas necessidades específicas. Desde pequenas customizações de relatório até desenvolvimento de funcionalidades sob medida, esses profissionais conseguem moldar o TOTVS para se encaixar perfeitamente nos seus processos (respeitando os limites do que é suportado oficialmente). Por exemplo, se você precisa de um relatório gerencial muito particular ou de integrar o Protheus a um software de e-commerce, um parceiro TOTVS homologado saberá como fazer isso de forma compatível e sustentável, sem “gambiarras” que travem suas futuras atualizações.

O resultado é um retorno sobre investimento (ROI) maior: você extrai mais valor do ERP, pois ele passa a atender totalmente ao seu negócio. Além disso, parceiros podem oferecer treinamentos personalizados à sua equipe, garantindo que os usuários aprendam a usar todos os recursos do sistema. Quando seus funcionários dominam a ferramenta, a produtividade sobe e os erros caem, outro ganho importante proporcionado pela atuação próxima de um parceiro. Em resumo, a consultoria homologada não apenas implementa o software, mas ajuda sua empresa a tirar o máximo proveito dele, adaptando e evoluindo a solução continuamente.

6. Suporte local e entendimento do mercado brasileiro

Por fim, é válido destacar o valor de ter apoio local de quem conhece seu mercado. A TOTVS é uma empresa brasileira e seus parceiros estão espalhados regionalmente, atendendo clientes em todo o país. Ao escolher um parceiro TOTVS, você obtém atendimento em português, no seu fuso horário e com profissionais que entendem as nuances do ambiente de negócios brasileiro. Questões como obrigações fiscais, eSocial, legislação trabalhista ou mesmo costumes de mercado são familiares a esses consultores. Essa proximidade cultural e geográfica facilita a comunicação e diminui atritos em projetos longos. 

Diferente de acionar um suporte genérico ou estrangeiro, aqui você tem alguém que fala a língua do seu negócio. Muitos parceiros inclusive atuam in loco quando necessário, enviando consultores até sua empresa para acelerar implantações ou treinamentos. Em tempos de transformação digital acelerada, essa presença próxima faz toda a diferença para engajar sua equipe e garantir que a solução TOTVS seja bem aceita internamente. Afinal, tecnologia é sobre pessoas, e parceiros TOTVS reconhecem isso, oferecendo uma parceria de verdade, não apenas um serviço pontual.

Como escolher o parceiro TOTVS ideal?

Parceiro TOTVS (2)

Agora que você já sabe dos benefícios, é importante avaliar criticamente a consultoria antes de fechar a parceria. A TOTVS possui diversos canais homologados no mercado, mas eles podem variar em tamanho, especialidades e qualidade de atendimento. Veja alguns critérios ao escolher o parceiro TOTVS ideal para sua empresa:

  • Certificações e foco TOTVS: Verifique se a empresa exibe claramente o selo de parceiro homologado TOTVS. Parceiros certificados costumam divulgar no site e materiais de vendas. Confirme também em quais linhas de produto TOTVS eles atuam (Protheus, RM, Fluig etc.) e se possuem certificados específicos nesses sistemas.
  • Experiência e casos de sucesso: Dê preferência a consultorias com anos de mercado e histórico comprovado. Por exemplo, a Logos Technology possui mais de 17 anos de experiência dedicados exclusivamente a projetos TOTVS. Consulte estudos de caso ou depoimentos de clientes atendidos, isso indica se o parceiro já enfrentou desafios semelhantes aos seus.
  • Equipe de especialistas: Procure informações sobre o time. O parceiro conta com consultores sênior e desenvolvedores certificados? Uma equipe qualificada fará diferença no suporte do dia a dia e na capacidade de entregar soluções complexas. Muitas empresas destacam quantos profissionais certificados TOTVS têm no quadro.
  • Abrangência de serviços: Avalie se o parceiro oferece todo o leque de serviços que você possa precisar: implantação completa, migração de versão, desenvolvimento de customizações, suporte pós-implantação 24/7, treinamentos, consultoria de processos, etc. Assim, você constrói uma relação duradoura e não precisa buscar outra ajuda externa no meio do caminho.
  • Atendimento e alinhamento cultural: Marque conversas com os candidatos e sinta o nível de atendimento e empatia. Um bom parceiro TOTVS atuará quase como extensão da sua equipe, entendendo sua cultura e prioridades. Note se eles demonstram vontade de conhecer seu negócio e flexibilidade para atendê-lo. Fuja de quem oferece fórmulas prontas sem ouvir suas necessidades.
  • Presença regional: Dependendo da criticidade do projeto, pode ser interessante ter um parceiro com escritório próximo ou capacidade de atendimento presencial rápido. Por exemplo, se sua operação está em São Paulo, um parceiro do mesmo estado pode facilitar reuniões e suporte on-site quando preciso.

Leve esses pontos em consideração e não hesite em fazer perguntas durante o processo de seleção. Um parceiro homologado sério será transparente quanto às suas competências e limitações, e buscará criar confiança mútua desde o início. Lembre-se: essa escolha é um investimento estratégico no longo prazo do seu ERP.

Perguntas Frequentes sobre Parceiros TOTVS

O que significa ser um parceiro TOTVS homologado?

Significa que a consultoria foi oficialmente certificada pela TOTVS para representar a marca junto aos clientes. Esses parceiros passam por treinamento e avaliação da TOTVS, podendo comercializar softwares da empresa e prestar serviços de implementação e suporte seguindo padrões de qualidade. Em essência, o parceiro homologado age como um braço autorizado da TOTVS, com acesso direto a seus recursos e respaldo técnico.

Qual a diferença entre uma consultoria TOTVS homologada e uma consultoria independente?

A principal diferença está no vínculo com a TOTVS. Consultorias homologadas (parceiros) têm contrato formal com a TOTVS e trabalham exclusivamente com seus produtos, seguindo metodologias oficiais e contando com suporte e treinamentos da fabricante. Já consultorias independentes não possuem ligação direta, podem até ter conhecimento em TOTVS, porém não são certificadas e muitas vezes atuam também com sistemas de outros fornecedores. 

Na prática, um parceiro homologado traz mais credibilidade, acesso a updates e garantia de conformidade, enquanto um independente às vezes consegue flexibilizar preços ou soluções, mas sem o mesmo selo de qualidade e apoio da TOTVS. Para projetos críticos, o respaldo de um parceiro oficial costuma oferecer mais segurança.

Como verificar se uma empresa é realmente parceira oficial da TOTVS?

Há algumas formas simples de checar. Primeiro, visite o site ou materiais da consultoria: parceiros oficiais geralmente exibem o selo “Canal/Parceiro TOTVS” e mencionam essa parceria. Depois, você pode consultar o site da TOTVS – na seção de Programa de Parceiros ou Encontre um Parceiro TOTVS –, onde é possível buscar empresas homologadas por região ou nome. Se a empresa estiver listada lá, é garantia de que possui vínculo oficial. Além disso, não hesite em perguntar diretamente ao representante da consultoria sobre sua homologação e até solicitar que mostre alguma comprovação ou certificado emitido pela TOTVS. Transparência é fundamental: um parceiro legítimo terá orgulho em confirmar sua condição de homologado.

Quais serviços um parceiro TOTVS pode oferecer?

Um parceiro TOTVS homologado costuma oferecer serviços completos relacionados ao ecossistema TOTVS. Isso inclui: venda de licenças de ERP (Protheus, RM, etc.), subsistemas e módulos; implantação do ERP desde o início (configuração, parametrização, migração de dados); customização e desenvolvimento de funcionalidades específicas ou integrações com outros softwares; treinamento de usuários e capacitação da equipe para utilizar o sistema; suporte técnico contínuo (service desk) para resolução de problemas, dúvidas e manutenção pós-implantação; atualizações de versão e adequação a novas exigências legais; consultorias pontuais de otimização de processos dentro do ERP; e até projetos de upgrade de infraestrutura (como migração para cloud TOTVS, por exemplo). 

Ou seja, o parceiro acompanha o cliente em todas as etapas do ciclo de vida do sistema, desde a escolha do software até a sustentação diária, atuando como consultor estratégico de tecnologia de gestão.

Vale a pena investir em um parceiro oficial mesmo custando mais caro?

Em grande parte dos casos, sim. Embora parceiros homologados possam ter um custo-hora um pouco mais elevado que consultores independentes, o custo-benefício tende a ser superior. Isso porque erros em ERP custam caro, um projeto mal executado ou suporte ineficiente pode gerar retrabalho, atrasos, paralisações na empresa e gastos imprevistos. Com um parceiro TOTVS, você investe em fazer certo na primeira vez, reduzindo riscos e evitando desperdícios. Além disso, muitos parceiros oferecem pacotes e contratos de suporte contínuo que otimizam o valor ao longo do tempo (por exemplo, descontos para clientes fidelizados, ou pacotes de horas que saem mais em conta que chamados avulsos). Lembre-se de considerar o retorno intangível também: acesso às últimas inovações TOTVS, conformidade fiscal sempre em dia e decisões melhor embasadas graças ao apoio de especialistas. Tudo isso contribui para que sua empresa lucre mais e gaste menos a longo prazo, justificando plenamente o investimento em uma consultoria certificada e de confiança.

Garanta o sucesso do seu projeto TOTVS com a parceira certa

Escolher um parceiro TOTVS homologado é apostar na segurança, qualidade e resultado para os projetos de tecnologia da sua empresa. Como vimos, as consultorias certificadas entregam experiência comprovada, suporte diferenciado e soluções sob medida, garantindo que o ERP TOTVS trabalhe a favor do seu negócio em toda a sua capacidade. Em um mercado competitivo, contar com esse nível de suporte pode ser o fator decisivo para aumentar a eficiência operacional, reduzir custos ocultos e ter informações confiáveis para decisões estratégicas.

Se sua organização já utiliza (ou planeja adotar) um sistema TOTVS, não deixe seu investimento ao acaso. Dê o próximo passo com confiança e busque um parceiro homologado que abrace seus desafios como se fossem dele próprio.

Garanta o sucesso do seu projeto TOTVS contando com um parceiro homologado de confiança, fale agora com a equipe especializada da Logos Technology e impulsione seus resultados.

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Software sob medida ou pronto: qual a melhor solução? https://logostechnology.com.br/software-sob-medida-vs-software-pronto/ Fri, 19 Sep 2025 16:05:44 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5834 Escolher entre desenvolver um software sob medida ou adotar um software pronto (“de prateleira”) é uma decisão estratégica que muitas empresas enfrentam. De um lado, a solução personalizada promete aderência total aos seus processos; do outro, um pacote comercial pronto traz implantação rápida e custo inicial menor. Essa dúvida é comum, e crucial, pois impacta […]

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Escolher entre desenvolver um software sob medida ou adotar um software pronto (“de prateleira”) é uma decisão estratégica que muitas empresas enfrentam. De um lado, a solução personalizada promete aderência total aos seus processos; do outro, um pacote comercial pronto traz implantação rápida e custo inicial menor. Essa dúvida é comum, e crucial, pois impacta diretamente a eficiência do negócio e o retorno do investimento em tecnologia.

Vale notar que a busca pela melhor opção tem se intensificado. Segundo dados de mercado, o desenvolvimento de softwares sob medida vem crescendo cerca de 5% ao ano no mundo, indicando que cada vez mais empresas estão optando por soluções personalizadas para obter diferenciais competitivos. Mas será que essa é a escolha certa para você? Neste comparativo completo, vamos esclarecer as principais diferenças, vantagens e desvantagens de cada abordagem, ajudando você a decidir com confiança qual tipo de software é a melhor solução para o seu negócio.

Software sob medida vs. software pronto: qual a diferença?

Software sob medida é uma solução desenvolvida do zero (ou profundamente adaptada) para atender às necessidades específicas de uma empresa ou projeto. Ou seja, o sistema é personalizado de acordo com os processos, fluxos de trabalho e objetivos únicos do seu negócio. Nele, você define exatamente quais funcionalidades terá (nem mais, nem menos) e como elas irão se comportar. Isso garante alta aderência: o software se encaixa perfeitamente na sua operação, em vez de forçar sua operação a se moldar ao software.

Já o software pronto – também chamado de software de prateleira ou off-the-shelf – é uma solução genérica criada para atender a um público amplo. Ele já vem desenvolvido e pronto para usar, bastando configurar e inserir seus dados. Exemplos incluem sistemas ERP ou CRM conhecidos no mercado, como o ERP TOTVS Protheus ou o SAP (para gestão empresarial), e plataformas como Salesforce (para gestão de clientes). Esses softwares comerciais costumam ter um custo inicial menor e implementação mais imediata, pois muitas funcionalidades já estão prontas de fábrica. Em contrapartida, dificilmente atendem 100% das demandas específicas de uma empresa individual. Muitas vezes, é a empresa que precisa se adequar ao software, ajustando processos internos para usar a ferramenta, e mesmo assim pode acabar convivendo com recursos desnecessários (que nunca usará) ou carecendo de alguma função crucial que não foi prevista. Além disso, softwares prontos oferecem pouca flexibilidade de personalização e você fica dependente do fornecedor para atualizações e suporte. 

Sendo assim, a diferença central está em personalização vs. generalização: o sob medida é feito para você, enquanto o pronto é feito para o mercado em geral.

Comparativo: vantagens e desvantagens de cada abordagem

A seguir, vamos comparar software sob medida e software pronto em vários aspectos importantes. Entenda ponto a ponto como cada opção se comporta e quais benefícios ou desafios traz para sua empresa:

Aderência às necessidades do negócio

Software sob medida: desenvolvido exatamente conforme seus processos. Isso significa que ele refletirá suas regras de negócio e particularidades operacionais. O resultado é uma aderência total: o software faz o que você realmente precisa, do jeito que você precisa. Essa personalização elimina tarefas manuais ou “gambiarras” para contornar limitações, o sistema sob medida se ajusta à empresa, não o contrário. Essa adequação fina costuma gerar maior eficiência, já que todas as funcionalidades têm propósito claro e aplicabilidade direta no seu fluxo de trabalho.

Software pronto: projetado para atender às necessidades mais comuns do mercado, baseado em práticas genéricas. Por abranger muitos tipos de empresas, ele pode não se encaixar perfeitamente ao seu negócio. É comum que seja necessário mudar seus processos ou aceitar procedimentos padronizados impostos pelo software. Por exemplo, um ERP pronto traz módulos e campos pensados para atender “todo mundo”, sua equipe pode ter que adaptar a forma de trabalhar para caber no modelo do sistema. 

Você também pode acabar com funcionalidades que não usa (desperdício) e sentir falta de recursos específicos que seriam importantes. Resumindo, o software pronto oferece aderência parcial: se sua operação for muito semelhante à média do mercado, ele atenderá; caso tenha diferenças, vai exigir concessões e ajustes internos.

Custos: investimento inicial vs. custo total

Software sob medida: envolve um investimento inicial mais alto, já que você estará financiando um projeto de desenvolvimento completo (horas de analistas, programadores, testes etc.). Não há como fugir: criar algo do zero sob encomenda requer mais recursos do que comprar algo já pronto. Entretanto, após desenvolvido, o software é seu, normalmente não há licenças periódicas por usuário ou mensalidades de uso (apenas custos de manutenção evolutiva, se desejar melhorias e suporte técnico continuado). Assim, o custo ao longo prazo pode se diluir. Empresas que pensam no ROI (retorno sobre investimento) avaliam que, se o software sob medida resolver problemas críticos, automatizar tarefas e melhorar a eficiência, ele “se paga” em economia de tempo e ganhos obtidos. Importante lembrar também que o custo é personalizado ao escopo, você paga somente pelas funcionalidades que realmente precisa.

Software pronto: geralmente tem custo inicial menor (às vezes até pode começar a usar pagando apenas uma assinatura mensal). Como ele foi desenvolvido para muitos clientes, o fornecedor dilui os custos e oferece por um preço acessível ou em planos. Porém, atenção aos custos recorrentes: é comum haver mensalidades ou anuidades, cobrança por número de usuários, custos de implantação, taxas de suporte e atualizações. Ao longo de vários anos, esses valores podem se acumular e até superar o investimento único de um sob medida. Além disso, se o software precisar de módulos extras para certas funções, cada módulo pode ter um custo adicional. Em outras palavras, o custo total de propriedade de um software pronto pode crescer significativamente no longo prazo, e você acaba pagando por muitas funções genéricas, mesmo que não use todas. Para empresas com muitos usuários ou uso intensivo, as licenças podem virar uma despesa considerável e contínua.

Tempo de implementação e entrega

Software sob medida: requer um projeto de desenvolvimento, que pode levar semanas ou meses até a primeira versão utilizável. O tempo exato depende da complexidade do sistema e do método de trabalho da equipe. Hoje, é comum usar metodologias ágeis (com entregas incrementais), o que ajuda a acelerar a obtenção de resultados parciais. Ainda assim, comparativamente, o sob medida demora mais para estar 100% pronto do que simplesmente instalar um pacote existente. Deve-se considerar fases de levantamento de requisitos, design, desenvolvimento, testes e implantação. Se sua necessidade for extremamente urgente ou o prazo for curto, essa opção pode ser desafiadora. No entanto, é bom lembrar que um desenvolvimento bem planejado pode priorizar funcionalidades essenciais primeiro, entregando partes úteis rapidamente e evoluindo o resto em paralelo.

Software pronto: oferece implantação imediata ou em curto prazo. Como o produto já existe, o que você precisa fazer é configurar para sua empresa, realizar eventuais adaptações menores e treinar a equipe no uso. Em muitos casos, é possível começar a usar um software de prateleira em poucos dias ou semanas, dependendo do quão “pronto para uso” ele realmente é e da complexidade de migrar seus dados. Esse time to market mais rápido é uma grande vantagem quando há urgência em resolver um problema com tecnologia. Entretanto, a velocidade vem com a ressalva: pode ser rápido começar, mas se o software não se adequar bem, você gastará tempo depois tentando contornar limitações ou procurando outro sistema.

Flexibilidade, customização e escalabilidade

Software sob medida: brilha no quesito flexibilidade. Como foi feito especificamente para você, ele pode ser alterado e ampliado conforme seu negócio evolui. Precisa adicionar uma nova funcionalidade daqui a um ano? É possível, pois você detém o código e pode continuar o desenvolvimento (internamente ou com a empresa que o criou). O software sob medida é como uma massa de modelar, pode ser remodelado para atender novas demandas, integrando novas tecnologias e crescendo junto com a empresa. Dessa forma, ele oferece escalabilidade real: conforme sua operação cresce (mais usuários, mais volume de dados, processos mais complexos), você pode ajustar a solução para acompanhar esse crescimento sem ficar limitado. Essa evolutividade garante longevidade ao sistema, tornando-o um ativo estratégico que se adapta aos novos desafios.

Software pronto: tem customização limitada. Em geral, esses sistemas permitem configurar parâmetros (ex.: campos personalizados, relatórios, alguns fluxos), mas não é possível alterar a lógica fundamental ou adicionar algo totalmente novo além do previsto. Você fica restrito ao roteiro pensado pelo fornecedor. Se precisar de uma funcionalidade fora do escopo, muitas vezes terá que recorrer a planilhas ou soluções paralelas para suprir a lacuna. Além disso, embora softwares comerciais possam ser robustos e escaláveis tecnicamente (afinal, atendem milhares de clientes), a escalabilidade funcional pode ser um problema. Crescimento do negócio muitas vezes traz necessidades que a solução padrão não acompanha. Algumas plataformas oferecem módulos extras pagos para novas demandas, mas mesmo assim dentro de limites. Em suma, a flexibilidade de um software pronto é baixa, ele é “engessado” nas características originais. Se sua empresa mudar ou expandir para um modelo diferente, pode descobrir que o software já não serve tão bem, forçando upgrade caro ou troca de sistema.

Integração com outros sistemas

Software sob medida: pode ser desenvolvido já pensando nas integrações necessárias com seu ecossistema de TI. Por exemplo, se você precisa que o novo sistema converse com seu ERP, banco de dados, website ou qualquer ferramenta existente, os desenvolvedores podem construir APIs e conectores sob medida. Isso permite criar um ambiente unificado, em que os sistemas trocam informações em tempo real. A vantagem é clara: elimina retrabalho (como digitar manualmente dados em dois lugares) e reduz erros. Uma integração bem-feita melhora processos e dá visão unificada do negócio. Um caso comum é integrar um portal web ao ERP interno, algo que a LOGOS Technology faz com frequência ao conectar sistemas web/mobile ao ERP TOTVS Protheus de seus clientes. Essa possibilidade de integrar “tudo com tudo” é um ponto forte do sob medida, pois a arquitetura é construída conforme as especificações de interoperabilidade que você definir.

Software pronto: nem sempre se comunica facilmente com outros sistemas. Alguns fornecedores até oferecem APIs ou módulos de integração, mas pode haver limitações ou custos adicionais para utilizá-los. Quando o software de prateleira não foi pensado para integrar com determinada ferramenta que você usa, é preciso investir em customizações externas ou middleware para fazer a ponte – isso gera mais despesas (como contratar consultoria específica) e complexidade técnica. Em outros casos, o sistema pronto até integra com outro, mas somente via parceiros homologados ou usando padrões genéricos que podem não cobrir todas as informações que você gostaria de compartilhar. Por exemplo, um CRM pronto pode integrar com alguns ERPs famosos, mas se o seu for diferente, talvez não haja um conector imediato. A falta de integração completa leva a processos fragmentados (informações isoladas em sistemas distintos). Portanto, do ponto de vista de integração, o software pronto pode ficar devendo, a menos que você invista em projetos complementares para conectar as pontas soltas.

Atualizações, suporte e dependência do fornecedor

Software sob medida: aqui a responsabilidade de manutenção recai sobre quem desenvolveu (e/ou sobre sua equipe de TI, se você assumir o código). As atualizações não acontecem automaticamente, você decide quando e o quê atualizar, geralmente para agregar melhorias ou ajustar algo após mudanças no negócio. A vantagem é o controle total: nenhuma mudança será imposta sem sua vontade; o sistema só muda se você quiser. Além disso, como você tem acesso ao código-fonte completo, pode auditar o sistema, aprimorá-lo ou mesmo trocar de fornecedor de desenvolvimento no futuro (desde que tenha o código e documentação em mãos). 

Em termos de suporte, normalmente mantém-se um contrato de suporte com a fábrica de software que desenvolveu o sistema, ou monta-se equipe interna. O suporte tende a ser mais ágil e personalizado, já que os desenvolvedores conhecem profundamente aquele software (afinal, eles o criaram). 

Porém, é importante ter essa retaguarda combinada, diferente do software pronto, não há um “fabricante global” lançando patches mensais; se surgir um problema, você aciona o suporte contratado para resolvê-lo. Um ponto positivo é a independência: você não fica refém de um único fornecedor que detém o código. Pelo contrário, o sistema é propriedade intelectual sua (ou compartilhada conforme contrato), e migrar de parceiro de TI é viável caso necessário, pois o código pertence ao projeto. (Em projetos sob medida bem acordados, o cliente geralmente possui direitos sobre o código-fonte desenvolvido para ele.) Essa autonomia permite que, mesmo que uma empresa de software feche ou decida trocar de prestador, seu sistema continua operante e modificável por outros profissionais.

Software pronto: funciona no modelo “fechado”. O código-fonte não é acessível a você – ele pertence ao fornecedor (você adquire apenas o direito de uso). Isso significa que, se o fabricante decidir descontinuar o produto ou mudar drasticamente alguma funcionalidade, você tem pouco a fazer além de aceitar ou migrar de sistema. Você fica dependente do fornecedor em vários aspectos: as atualizações são planejadas e liberadas por ele, no ritmo dele, muitas vezes atendendo interesses gerais do mercado e não necessariamente as suas prioridades.

Essas atualizações podem trazer melhorias, mas também podem causar transtornos (por exemplo, alterar a interface ou remover recursos que você usava, forçando readaptação). O lado bom é que, em softwares renomados, as atualizações incluem correções de segurança e adequações legais, por exemplo, ERPs prontos costumam liberar pacotes quando sai alguma mudança fiscal no governo, mantendo você em conformidade. 

Já o suporte técnico é oferecido pelo fabricante (ou parceiros autorizados), geralmente via planos de atendimento. Porém, esse suporte tende a ser menos personalizado, você é mais um cliente na base, e a ajuda pode se limitar a resolver bugs conhecidos ou orientar no uso, não a adaptar o produto para você. Em suma, com um software pronto você ganha conveniência de ter alguém cuidando das evoluções básicas, mas perde o poder de direcionamento. E assume o risco do vendor lock-in: se o fornecedor aumentar preços, mudar as regras ou até desaparecer, seu negócio pode ser impactado, pois você não tem controle sobre o destino da ferramenta.

Segurança e propriedade dos dados

Software sob medida: a segurança pode ser moldada às necessidades específicas do seu setor. Durante o desenvolvimento, é possível implementar camadas extras de proteção pensando nas ameaças mais relevantes para sua realidade (por exemplo, criptografia de determinados dados sensíveis, autenticação multifator personalizada, etc.). Além disso, por ter acesso ao código, sua equipe (ou especialistas contratados) pode auditar o sistema para verificar vulnerabilidades e conformidade com normas de segurança. 

Os dados gerados ficam geralmente armazenados em servidores controlados pela sua empresa (ou em nuvem contratada por você), dando soberania sobre as informações. No entanto, é crucial manter uma rotina de atualizações e monitoramento de segurança por conta própria, ataques cibernéticos evoluem, e um software sob medida desatualizado pode se tornar vulnerável. Em resumo, a segurança no sob medida depende da qualidade do desenvolvimento e da manutenção contínua, mas você tem a possibilidade de torná-lo tão seguro quanto quiser investir nisso. Quanto à propriedade, não só o software em si é seu, mas os dados obviamente também, sem risco de o fornecedor ter acesso (além do que você conceder para suporte) ou de políticas externas afetarem seu banco de dados.

Software pronto: grandes fornecedores investem pesado em segurança generalista, pois qualquer brecha pode afetar muitos clientes. Então, é comum que um software de prateleira conceituado tenha certificações de segurança, atualizações frequentes para correções de falhas e equipes dedicadas à proteção (o que é positivo, pois você se beneficia desse esforço). Por outro lado, você não controla totalmente as medidas de segurança, confia no que o fornecedor implementou. Em soluções SaaS (software como serviço), seus dados ficam nos servidores da empresa fornecedora, exigindo confiança nos controles deles. Isso pode preocupar empresas de setores muito sensíveis (jurídico, saúde etc.) quanto a privacidade e conformidade. Além disso, um software pronto pode não cobrir ameaças específicas do seu nicho; por exemplo, não terá logs ou proteções pensadas unicamente para o seu tipo de operação. Se precisar de adequações (como compliance especial), talvez não consiga adicioná-las no produto.

Em caso de vulnerabilidade descoberta, você depende da rapidez do fornecedor em lançar correções, até lá, fica exposto. Sobre propriedade dos dados, apesar de os dados serem seus conceitualmente, eles residem em formato fechado: você não tem acesso completo ao banco de dados ou código, então extrair informações para outra plataforma ou auditar o sistema pode ser difícil sem ajuda do fornecedor. Em síntese, softwares prontos oferecem segurança padrão de mercado, mas pouca flexibilidade para adequações específicas, e você entrega parte do controle de proteção de dados a terceiros.

Qual é a melhor opção para a sua empresa?

Software Sob Medida vs Software Pronto (1)

Depois de pesar os prós e contras, fica claro que não existe resposta única, a escolha entre sob medida e pronto depende da realidade de cada negócio. Aqui estão alguns critérios e cenários para ajudar na decisão:

Tamanho e complexidade da empresa

Se sua empresa é pequena, com processos bastante padronizados e recursos financeiros limitados, um software pronto pode atender bem inicialmente. Por exemplo, uma loja ou escritório que precisa de um sistema básico de gestão pode se resolver com um pacote de prateleira e começar a operar rapidamente. Já organizações médias e grandes, ou mesmo startups inovadoras, que possuem processos complexos ou diferenciados, tendem a se frustrar com soluções genéricas. Quanto maior a complexidade ou singularidade, mais o software sob medida ganha apelo por poder incorporar essas particularidades e escalar conforme o crescimento.

Urgência na implementação

Se você precisa de uma solução para ontem, um software pronto provavelmente será o caminho mais curto, ele já está disponível e testado (bastando configurar e eventualmente personalizar superficialmente). Essa é a situação típica de, por exemplo, implantar um sistema para cumprir uma exigência imediata do mercado ou do governo. 

Mas atenção: adotar algo só pela rapidez e depois descobrir que ele não atende bem pode significar trocar de sistema em pouco tempo. Então, avalie se ganhar algumas semanas compensa possivelmente sacrificar aderência. Se o projeto puder esperar alguns meses para ficar perfeito, o sob medida pode valer a pena no médio prazo.

Adequação x Adaptação

Faça um exercício sincero: quantos por cento dos seus requisitos um software pronto atenderia? Se a resposta for muito alta (80-90%), talvez implementar um pacote e ajustar uns 10-20% do processo seja mais econômico. Agora, se o software de prateleira atenderia menos da metade do que você precisa ou forçaria mudanças profundas na sua operação, é um sinal de que a solução sob medida fará diferença. Afinal, o software existe para suportar o negócio, e não o contrário. 

Lembre-se: processos são o coração da eficiência. Se um software genérico vai engessar ou descaracterizar o que sua empresa tem de especial, pode não valer a economia inicial.

Custos imediatos vs. visão de longo prazo

Aqui entra uma questão estratégica. Softwares prontos aliviam o caixa no curto prazo, pois exigem menos investimento inicial. Já o sob medida exige fôlego financeiro agora, mas pode trazer economias e ganhos mais à frente (sem mensalidades, com automações sob medida que poupam recursos, etc.). Faça contas de custo total em 3, 5 ou 10 anos. Muitas empresas começam com a solução pronta por ser mais barata para começar, e é uma escolha válida, principalmente se for necessário primeiro validar um projeto ou testar um conceito com algo simples. Porém, com o crescimento, os custos de licença podem aumentar e as limitações ficam mais evidentes, levando à migração para um sistema personalizado depois. Se você tem condições de investir agora visando o longo prazo, o sob medida tende a trazer melhor custo-benefício ao longo dos anos.

Diferenciação competitiva

Considere qual papel o software terá no seu diferencial de mercado. Se for algo core para entregar seu serviço ou produto de forma única, então ter a sua própria solução pode lhe dar uma vantagem que nenhum concorrente terá. Por exemplo, empresas líderes costumam desenvolver sistemas internos exclusivos que suportam métodos inovadores de atendimento, logística, análise de dados etc., justamente para irem além do que as ferramentas genéricas possibilitam. Por outro lado, se o sistema é meramente de apoio administrativo e não influencia a experiência do cliente ou a estratégia, um pacote confiável pode ser suficiente (afinal, não faz diferença competitiva usar um software contábil próprio ou um já conhecido, desde que ambos façam a mesma coisa). 

Sendo assim, se a tecnologia em questão é um fator crítico de sucesso e inovação para você, a customização sob medida entrega um poder de moldar a ferramenta como vantagem competitiva. Se for algo mais comoditizado, usar um padrão de mercado não lhe prejudica.

Recursos de TI disponíveis

Você tem equipe ou parceiros de TI confiáveis para desenvolver e manter um software sob medida? Esse é outro ponto. Adotar a construção de um sistema exige ter ou contratar uma fábrica de software competente. Se você conta com um parceiro experiente como a LOGOS Technology, que alia conhecimento de negócio e capacidade técnica – a jornada do desenvolvimento customizado se torna muito mais tranquila e ágil. Caso contrário, partir para um sob medida sem o suporte adequado pode ser arriscado. Em contrapartida, usar um software pronto também demanda recursos: equipe para implantar, parametrizar e dar suporte ao uso diário. Muitas vezes, a diferença é que no software pronto esses recursos podem ser terceirizados ao próprio fornecedor via suporte padrão. Então avalie: você prefere investir em capacidade interna/parceiros para criar algo único, ou prefere depender do suporte de massa de um fornecedor? A resposta pode orientar a decisão.

Em muitos casos, uma abordagem híbrida pode ser o ideal. Não é incomum empresas utilizarem um software comercial como base (por exemplo, um ERP financeiro renomado) e, ao mesmo tempo, desenvolverem módulos e integrações sob medida para funções específicas. Assim, combinam o melhor dos dois mundos: a solidez de um sistema pronto no que ele tem de padrão, com complementos personalizados onde precisam de diferenciação.

Por exemplo, você pode manter um ERP padrão para a contabilidade e fiscal, mas criar internamente um portal do cliente ou um aplicativo móvel sob medida integrado a esse ERP, oferecendo recursos que nenhum concorrente tem. A própria Logos Technology adota essa estratégia em muitos projetos, implementando o ERP TOTVS Protheus (solução pronta líder de mercado) e desenvolvendo aplicações web e mobile complementares para atender demandas únicas de cada cliente. Isso mostra que “comprar” e “construir” não são excludentes: com a consultoria certa, é possível fazer sistemas diferentes conversarem e entregar uma solução completa.

Software sob medida vs Software pronto: fale com a LOGOS e faça a escolha certa

A decisão entre software sob medida e software pronto deve ser guiada pela intenção do usuário (você) e pelas características do seu negócio. Recapitulando: o software sob medida oferece personalização total, integração sob demanda e propriedade, ao custo de investimento e tempo maiores inicialmente. Já o software pronto traz rapidez de implementação, menor custo inicial e suporte do fabricante, em troca de flexibilidade reduzida e necessidade de adaptação da sua parte.

Muitas empresas começam com ferramentas prontas e, conforme crescem ou encontram limitações, partem para o desenvolvimento personalizado. Essa evolução é natural, portanto, não enxergue a escolha como final e irreversível. O mais importante é avaliar o momento atual e o futuro esperado: se a solução pronta atender agora, mas pode travar seu crescimento depois, talvez seja hora de planejar um sob medida. Se o sob medida parece caro agora, talvez iniciar com algo pronto seja um passo interim até validar o negócio e então investir na customização.

Leia também: Fábrica de software: o que é, como funciona e vale a pena contratar?

Em última análise, a melhor solução é a que resolve seus problemas com o melhor custo-benefício global. E você não precisa tomar essa decisão sozinho. Conte com especialistas para avaliar suas necessidades e propor o caminho ideal. A Logos Technology, por exemplo, possui experiência tanto em implantação de sistemas comerciais (como ERPs) quanto em desenvolvimento sob medida de aplicações. Nosso time pode ajudar a analisar o cenário da sua empresa e indicar se faz mais sentido ajustar um software existente ou construir algo novo, sempre com foco em gerar resultado e eficiência para o seu negócio.

Software Sob Medida vs Software Pronto (2)

Precisa de uma solução que se encaixe perfeitamente no seu negócio? Entre em contato com a nossa equipe e descubra o poder do software sob medida para impulsionar seus resultados. Fale com a gente e dê o próximo passo rumo a uma tecnologia feita sob medida para o seu sucesso!

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Desenvolvimento de Portais Corporativos: guia para um portal de sucesso https://logostechnology.com.br/desenvolvimento-de-portais/ Wed, 17 Sep 2025 16:04:31 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5825 Em um mundo corporativo cada vez mais digital, desenvolver um portal web sob medida pode transformar a maneira como sua empresa compartilha informações e se relaciona com clientes, parceiros e colaboradores. Mas afinal, o que é exatamente um portal corporativo e por que ele é tão valioso? Diferente de um site comum (voltado ao público […]

O post Desenvolvimento de Portais Corporativos: guia para um portal de sucesso apareceu primeiro em Logos Technology.

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Em um mundo corporativo cada vez mais digital, desenvolver um portal web sob medida pode transformar a maneira como sua empresa compartilha informações e se relaciona com clientes, parceiros e colaboradores. Mas afinal, o que é exatamente um portal corporativo e por que ele é tão valioso? Diferente de um site comum (voltado ao público em geral), um portal corporativo é uma plataforma mais robusta e interativa, que centraliza diferentes recursos, dados e serviços em um só lugar, com acesso restrito a usuários específicos (como funcionários, clientes ou fornecedores). Isso significa que, ao invés de apenas exibir conteúdo público, o portal funciona como uma entrada única para várias funcionalidades internas da empresa, muitas vezes exigindo login e permissões de acesso por perfil de usuário.

Imagine, por exemplo, um portal do cliente onde cada cliente faz login e acompanha pedidos, boletos e suporte, ou um portal de funcionários (intranet) onde a equipe acessa comunicados internos, documentos, folha de pagamento e indicadores do negócio. Esses portais vão muito além de um site institucional: eles permitem interação do usuário, consulta de dados atualizados e até transações ou autosserviços. Sendo assim, um portal bem desenvolvido conecta pessoas aos sistemas da empresa de forma integrada e segura, trazendo agilidade e transparência.

Neste guia completo, você vai entender os benefícios de investir em um portal corporativo, conferir exemplos reais e casos de uso, e conhecer as etapas de desenvolvimento de portais sob medida, incluindo boas práticas e cuidados essenciais para garantir que seu portal seja um sucesso. Ao final, você verá que optar por um desenvolvimento personalizado pode ser a melhor escolha para atender às necessidades específicas do seu negócio. Vamos lá?

O que é um portal corporativo?

Um portal corporativo é uma plataforma web privada, desenvolvida especialmente para reunir e distribuir informações, serviços e ferramentas de uma empresa em um ambiente único e de acesso controlado. Diferentemente de um website público, que é aberto a todos, o portal corporativo limita o acesso a grupos de usuários autorizados (por exemplo, funcionários com login interno, clientes cadastrados ou parceiros comerciais). Isso garante segurança e personalização: cada usuário vê somente os dados e funcionalidades relevantes ao seu perfil ou departamento.

Em outras palavras, pense no portal corporativo como uma “porta de entrada” digital para tudo que é importante no dia a dia da empresa. Dentro dele, podem existir módulos ou seções dedicados a diferentes finalidades, como:

  • Comunicação interna e intranet: notícias da empresa, calendário de eventos, anúncios da diretoria, fóruns ou chats internos, enquetes e murais para os colaboradores.
  • Aplicações de negócios integradas: acesso a sistemas internos (ERP, CRM, help desk, folha de pagamento) através do próprio portal, sem precisar abrir vários programas. Por exemplo, um funcionário consegue consultar contracheques ou registrar ponto eletrônico dentro do portal.
  • Portal do cliente ou fornecedor (Extranet): área segura onde clientes podem acompanhar pedidos, solicitações de suporte ou conteúdos exclusivos; e fornecedores podem verificar status de pagamentos, enviar faturas ou participar de cotações. Tudo isso com login pela internet, mas conectado aos sistemas internos da empresa.
  • Central de conhecimento e documentos: repositório de arquivos, políticas, manuais e FAQs, permitindo que usuários encontrem rapidamente as informações de que precisam.
  • Dashboard e indicadores: painéis interativos mostrando métricas e resultados em tempo real (vendas, desempenho da equipe, indicadores de SLA etc.), ajudando gestores na tomada de decisões.
  • Serviços de autosserviço: funcionalidades que permitem ao usuário resolver demandas por conta própria, como abrir chamados de TI, solicitar férias, atualizar cadastros, emitir segunda via de boletos ou certificados, entre outros.

Cada portal corporativo é único, pois reflete os processos e necessidades da organização que ele atende. Por isso, há diversos tipos de portais corporativos. Alguns dos mais comuns incluem:

  • Portal interno (Intranet): voltado aos colaboradores da empresa. Focado em comunicação interna, recursos de RH, treinamento e colaboração entre equipes. É um ambiente privado acessível somente dentro da organização ou via VPN/credenciais.
  • Portal do Cliente: um portal externo onde clientes fazem login para acessar serviços online da empresa. Exemplos: portal de e-commerce B2B para clientes fazerem pedidos direto, portal de suporte para abrir chamados e acompanhar soluções, portal de educação para alunos em uma instituição de ensino, etc.
  • Portal de Fornecedores/Parceiros: semelhante ao portal do cliente, mas destinado a parceiros de negócio. Nele, fornecedores podem ver pedidos de compra, enviar notas fiscais, acompanhar pagamentos; representantes ou revendedores podem acessar materiais de marketing, registrar vendas, verificar comissões, etc.
  • Portal de Conteúdo ou Comunidade: adotado por empresas de mídia ou organizações com muita produção de conteúdo (notícias, artigos, vídeos). Esses portais distribuem conteúdo segmentado a um público específico, às vezes com personalização (ex.: portal de associados que dá acesso a artigos exclusivos).
  • Portal de Serviços (e-Gov ou outros): órgãos governamentais ou grandes corporações criam portais para cidadãos ou clientes acessarem serviços online (emitir documentos, solicitar certidões, consultar benefícios). Embora não seja “corporativo” no sentido empresarial, a lógica de desenvolvimento é similar: integrar sistemas diversos e permitir autosserviço com segurança.

Como vemos, o formato “portal” se aplica a múltiplos cenários, mas todos compartilham a ideia central de centralizar informações e facilitar o acesso controlado. Um bom portal corporativo consegue agregar diferentes sistemas e fontes de dados numa interface unificada, com login único (single sign-on) para que cada usuário navegue facilmente entre as funcionalidades conforme sua permissão.

Diferença entre portal e site tradicional

Vale ressaltar a diferença entre um site comum e um portal corporativo. O site tradicional (como a página institucional da empresa) é geralmente público e informativo, focado em atrair visitantes com conteúdo de marketing, apresentar a empresa, produtos e contato. Já o portal corporativo é privado e operacional, focado em servir usuários específicos com ferramentas e dados do negócio. Enquanto o site busca audiência ampla e não requer login para a maioria do conteúdo, o portal trabalha com usuários cadastrados e autenticação, exibindo conteúdos personalizados (por exemplo, meu perfil, meus pedidos, minhas tarefas).

Outra analogia: o site é uma vitrine, exibindo informações para qualquer interessado; o portal é um escritório virtual, onde só entra quem tem crachá (credencial) e lá dentro encontra o que precisa para trabalhar ou interagir com a empresa. Ambos podem ter design moderno e boa experiência de uso, mas os objetivos e a estrutura são distintos.

Benefícios de um portal corporativo

Investir no desenvolvimento de portais corporativos traz uma série de vantagens estratégicas para as empresas. Se bem planejado e implementado, um portal pode se tornar o coração digital do negócio, gerando ganhos em produtividade, redução de custos e melhoria no relacionamento com stakeholders. A seguir, listamos os principais benefícios de se ter um portal corporativo:

Centralização de informações e processos

O portal concentra tudo em um só lugar, desde documentos internos até dados de diferentes sistemas. Isso elimina a dispersão de informações em múltiplos e-mails, planilhas ou sistemas isolados. Com a centralização, os colaboradores gastam menos tempo procurando dados e sabem exatamente onde encontrar cada recurso. Um portal bem estruturado reduz drasticamente esse desperdício de tempo, pois disponibiliza as informações de forma organizada e com ferramentas de busca eficientes. Resultado: decisões mais ágeis e embasadas e menos retrabalho por falta de dados atualizados.

Melhoria da comunicação interna

Com funcionalidades como murais de avisos, notícias, fóruns e chats integrados, o portal quebra silos e diminui ruídos na comunicação entre equipes. Todos ficam alinhados sobre as novidades da empresa, políticas e metas, independentemente do setor ou filial. Essa transparência não apenas evita retrabalho como também engaja os colaboradores, afinal, eles se sentem informados e parte da cultura organizacional. Ferramentas interativas no portal (comentários, enquetes, sugestões) dão voz ao funcionário e estimulam diálogo com a gestão, o que pode melhorar o clima e gerar ideias inovadoras.

Aumento de produtividade e eficiência

Ao automatizar processos e oferecer autosserviço, um portal corporativo libera tempo da equipe para atividades mais importantes. Por exemplo, em vez de um funcionário de RH ser acionado toda hora para enviar holerites ou saldo de férias, os próprios colaboradores podem obter essas informações no portal de RH. 

Clientes conseguem tirar segunda via de boleto sem ligar para a empresa. Esse autosserviço 24/7 reduz filas e demandas manuais nos departamentos, aumentando a eficiência operacional. Além disso, portais podem integrar fluxos de trabalho (workflows), aprovando solicitações, notificando responsáveis, acelerando processos internos e garantindo rastreabilidade de cada etapa.

Gestão do conhecimento

Portais facilitam armazenar e compartilhar o conhecimento corporativo de forma estruturada. Documentos importantes, procedimentos, melhores práticas e soluções para problemas recorrentes ficam disponíveis na base de conhecimento do portal. Isso evita que o know-how se perca quando alguém sai da empresa e acelera a curva de aprendizado de novos colaboradores. 

Toda vez que um colaborador contribui com um documento ou fórum no portal, esse conhecimento fica registrado e acessível para os demais. No longo prazo, a empresa constrói um repositório rico de informações que suporta treinamentos, resolução de dúvidas e inovação contínua.

Melhoria no atendimento e satisfação do cliente

Um portal voltado aos clientes (como um portal de serviços ou pós-venda) eleva a experiência do cliente. Com ele, o cliente tem autonomia para resolver questões simples sem precisar ligar ou enviar e-mail, ele pode acompanhar pedidos em tempo real, abrir chamados de suporte e ver o andamento, atualizar cadastro ou baixar documentos importantes sempre que quiser. Essa disponibilidade e conveniência aumentam a satisfação e confiança no serviço da empresa. Além disso, ao integrar o portal com o ERP e CRM da empresa, os atendentes e vendedores também ganham visibilidade das interações do cliente, podendo atendê-lo de forma mais personalizada e proativa. Em resumo, um portal bem desenvolvido fideliza clientes pela transparência e agilidade no atendimento.

Redução de custos operacionais

Embora haja um investimento inicial para desenvolver o portal, os ganhos financeiros indiretos tendem a superar esse custo. Com a automação e centralização, a empresa economiza tempo (e tempo é dinheiro!) dos funcionários em tarefas administrativas. Processos mais eficientes reduzem erros e retrabalhos, que muitas vezes geram despesas. 

A comunicação digital via portal também pode diminuir gastos com papel, impressão e reuniões presenciais. Além disso, a resolução de demandas via autosserviço alivia a carga das equipes de suporte e atendimento, permitindo até otimizar o tamanho da equipe ou redirecioná-la a atividades de maior valor. Quando bem medidos, os indicadores de ROI de um portal corporativo costumam mostrar redução significativa de custos operacionais anuais.

Colaboração e engajamento da equipe

Desenvolvimento de Portais (1)

Portais corporativos muitas vezes incluem funcionalidades colaborativas, sejam fóruns, comunidades internas, wikis ou redes sociais corporativas. Essas ferramentas incentivam a troca de ideias e a colaboração entre os colaboradores, mesmo que estejam em departamentos ou localidades diferentes. A possibilidade de interagir, dar feedbacks e participar de discussões faz com que os funcionários se sintam mais envolvidos. 

Projetos interdepartamentais fluem melhor quando existe um espaço central (no portal) para compartilhar atualizações e documentos. O resultado é um time mais engajado e alinhado com os objetivos da empresa, pois todos têm voz ativa e acesso ao que está acontecendo. Empresas que adotam portais com recursos sociais relatam melhorias no engajamento e até na retenção de talentos, já que a plataforma ajuda a construir comunidade interna e reconhecimento (ex.: publicação de conquistas da equipe, aniversários, metas atingidas, etc.).

Segurança e controle de acesso

Diferentemente de informações soltas em e-mails ou pastas locais, o portal corporativo permite controle rigoroso sobre quem acessa o quê. Com um bom gerenciamento de permissões, cada usuário ou grupo só visualiza as áreas do portal relevantes ao seu perfil. Isso protege dados confidenciais e atende requisitos de compliance e privacidade (essencial em tempos de Lei Geral de Proteção de DadosLGPD). Além disso, o portal pode implementar autenticação forte (login e senha seguros, autenticação em duas etapas) e registrar logs de acesso, aumentando a segurança da informação. Em caso de desligamento de um funcionário, por exemplo, basta desativar seu usuário no portal para revogar todos os acessos às ferramentas da empresa, algo muito mais simples e seguro do que tentar recolher documentos ou trocar senhas espalhadas. Em suma, um portal bem projetado blinda os dados corporativos, mantendo-os acessíveis só para quem deve e facilitando auditorias sobre uso da informação.

Esses são apenas alguns dos benefícios principais. Dependendo do caso de uso, outros ganhos podem ser citados, como melhor alinhamento estratégico (quando dashboards no portal mostram KPIs em tempo real para gestores), cultura de inovação (colaboradores podem propor ideias no portal), agilidade na integração de novos colaboradores (portal servindo como central de onboarding e treinamento), entre outros.

O importante é perceber que um portal corporativo atua como alavanca de produtividade e comunicação dentro da empresa. Ele moderniza a operação, substituindo fluxos manuais e desconectados por um ecossistema digital integrado. No cenário atual de transformação digital, empresas que utilizam bem um portal saem na frente em termos de eficiência e adaptação, afinal, conseguem fazer mais com menos esforço, aproveitar melhor seus dados e engajar pessoas em torno da informação correta.

Como é o processo de desenvolvimento de um portal

Desenvolvimento de Portais (2)

Após entender o conceito e os benefícios, você pode estar se perguntando: “Como ocorre o desenvolvimento de um portal corporativo na prática?” Criar um portal sob medida envolve várias etapas e exige planejamento cuidadoso, pois não se trata de um simples site, mas sim de uma solução completa integrada aos processos da empresa. A seguir, vamos detalhar as etapas essenciais do desenvolvimento de portais, do início ao fim:

1. Levantamento de requisitos e planejamento

Tudo começa com uma fase fundamental: entender as necessidades do negócio e definir claramente o escopo do portal. Nesta etapa de levantamento de requisitos, os desenvolvedores e analistas irão se reunir com os stakeholders da empresa (gestores, usuários finais, equipe de TI interna) para responder perguntas-chave, como: Que problemas ou objetivos o portal deve atender? Quais funcionalidades são indispensáveis? Quem serão os usuários e quais permissões cada grupo terá?

É importante mapear todos os requisitos funcionais (por exemplo: o portal deve permitir login de clientes para consultar pedidos; ou: o colaborador deve conseguir solicitar férias pelo portal) e também requisitos não-funcionais (como desempenho, capacidade de usuários simultâneos, nível de segurança, compatibilidade com dispositivos móveis). Nessa fase, vale estudar portais existentes na empresa (se houver intranet ou sistemas legados) para decidir o que será mantido, integrado ou substituído.

Uma prática recomendada é desenhar casos de uso ou jornadas do usuário, visualizando passo a passo como cada tipo de usuário vai interagir com o portal para atingir seu objetivo. Por exemplo, imagine o fluxo “cliente gera 2ª via de boleto”: o analista descreve que o cliente acessa o portal, faz login, navega até a seção Financeiro, seleciona o pedido e clica em gerar boleto PDF. Esses detalhes ajudam a não esquecer nenhuma funcionalidade necessária.

Também já no planejamento inicial, é crucial considerar integrações com sistemas existentes. Identifique quais sistemas internos precisarão se conectar ao portal: um ERP (sistema de gestão) para puxar dados de pedidos e estoques? Um CRM para informações de clientes? Um banco de dados legado? Anote todas essas integrações e verifique se eles fornecem APIs ou meios de comunicação. Isso evitará surpresas adiante e orientará decisões técnicas.

No final do levantamento, deve-se produzir um documento de requisitos completo e validado pela empresa. Esse documento guiará as próximas etapas e serve como referência para evitar o famoso “escopo indefinido”. É melhor gastar tempo alinhando expectativas agora do que descobrir demandas não previstas no meio do desenvolvimento.

2. Escolha da tecnologia e arquitetura

Com os requisitos em mãos, parte-se para decidir como o portal será construído. Existem diversas tecnologias e abordagens possíveis para desenvolvimento de portais, e a escolha certa depende do contexto de cada empresa. Algumas decisões a serem tomadas nesta etapa:

  • Plataforma de desenvolvimento: Avaliar se será usado algum framework ou solução pré-existente, ou se tudo será codificado do zero. Há produtos de portal corporativo no mercado (por exemplo, Microsoft SharePoint, Liferay, entre outros) que fornecem uma estrutura básica de portal com módulos padrão. Eles podem agilizar o projeto, porém trazem limitações de customização e custos de licenciamento. Muitas empresas optam por um desenvolvimento sob medida do portal usando frameworks web (como ASP.NET, Spring/Java, Django/Python, Laravel/PHP, etc.), para ter total flexibilidade nas funcionalidades e integrações.
  • Linguagem de programação e stack: Decidir a linguagem e o stack conforme a expertise da equipe e a compatibilidade com os sistemas atuais. Por exemplo, se internamente a empresa já trabalha com ambiente Microsoft, pode ser conveniente usar .NET e hospedar no IIS/Azure. Se a preferência é open source, um portal em Java (talvez usando um framework de portal como o Liferay, que é em Java) ou em PHP são caminhos. Importante é garantir que a tecnologia suporte bem a escala de usuários previstos e permita desenvolver os recursos necessários (por exemplo, portais corporativos robustos geralmente precisam de banco de dados, então escolher uma boa solução de banco relacional ou NoSQL conforme o caso).
  • Arquitetura do sistema: Definir se o portal será um monólito (aplicação única) ou se adotará arquitetura de microsserviços, separando módulos (ex.: módulo de autenticação, módulo de conteúdo, módulo de integração com ERP) em serviços independentes. Microsserviços trazem vantagens de escalabilidade e manutenção isolada, mas também aumentam a complexidade. Para portais corporativos de grande porte, uma arquitetura modular é recomendada, enquanto para portais menores um design monolítico bem feito pode ser suficiente.
  • Interface e responsividade: Optar pela abordagem de front-end. Atualmente é essencial que o portal seja responsivo, isto é, funcione bem em diferentes dispositivos (desktop, tablet, celular). Pode-se construir um front-end web tradicional multi-páginas ou uma aplicação SPA (Single Page Application) com frameworks JavaScript modernos (React, Angular, Vue) para uma experiência mais dinâmica. A decisão deve considerar o público: se muitos acessarão via celular, um design mobile-first é obrigatório. Em alguns casos, além do portal web, a empresa pode querer um aplicativo móvel complementando algumas funções, isso envolveria estratégia adicional (APIs, etc.), mas é bom planejar já se for o caso.
  • Segurança e autenticação: Escolher os mecanismos de login e proteção de dados. Usará o próprio banco de dados de usuários ou integrará com um AD/LDAP corporativo existente? Fará SSO com outras aplicações? Implementará autenticação de dois fatores? Essas decisões impactam a tecnologia (por exemplo, usar protocolos como OAuth2, SAML, OpenID Connect caso precise integrar logins). Também já é hora de prever uso de HTTPS (certificado SSL), criptografia de dados sensíveis e outros requisitos de segurança desde a concepção.
  • Infraestrutura e hospedagem: Decidir se o portal será hospedado on-premises (em servidores locais da empresa) ou na nuvem. A nuvem (como AWS, Azure, Google Cloud) oferece escalabilidade flexível e facilidade de manutenção, muitas empresas estão optando por cloud pelos benefícios de custo e confiabilidade. Caso a empresa use TOTVS ERP local, por exemplo, e queira integrar o portal, a hospedagem do portal pode ser pensada próxima a esse servidor (local ou nuvem) para garantir conexão rápida. 

Aliás, no contexto TOTVS Protheus, a Logos Technology frequentemente implementa portais integrados e até migra ambientes TOTVS para nuvem, garantindo performance e disponibilidade. A escolha da infraestrutura influenciará ferramentas de desenvolvimento (ex.: se for Azure, possivelmente .NET com Azure SQL; se AWS, talvez Java com Oracle ou PostgreSQL, etc.).

Essa etapa é bem técnica, mas extremamente importante. Uma decisão mal tomada na tecnologia pode causar dores de cabeça depois, como descobrir que certo framework não suporta alguma integração ou que a licença de um produto torna o projeto caro demais. Por isso, envolver arquitetos de software experientes aqui é fundamental. Feitas as escolhas, documenta-se a arquitetura de referência: quais componentes o portal terá, como eles se comunicam, quais tecnologias serão usadas em front-end, back-end, banco de dados, integrações, etc.

3. Design da Experiência do Usuário (UI/UX)

Paralelamente às definições técnicas, inicia-se o trabalho de Design de UI/UX do portal, que foca na interface visual e usabilidade. De nada adianta um portal poderoso se os usuários o acharem confuso ou feio, a adoção pelos usuários depende diretamente de uma boa experiência. Nessa fase, um designer (ou equipe de design) vai criar o layout das páginas e fluxos de navegação do portal.

As atividades típicas incluem:

  • Criação de Wireframes e Protótipos: São esboços das telas principais, mostrando a posição dos menus, botões, listas, formulários e demais elementos, ainda sem detalhes de estilo. Os wireframes ajudam a discutir a organização das informações e garantir que nada foi esquecido. Em seguida, podem virar protótipos navegáveis (por exemplo, usando ferramentas como Figma ou Adobe XD) para simular cliques e verificar se a navegação faz sentido.
  • Definição da Identidade Visual: O portal deve respeitar a identidade da empresa (cores, logo, tipografia), mas também precisa ser limpo e profissional. O designer escolherá paleta de cores, estilos de ícones e ilustrações, e fará o design das telas em alta fidelidade, mostrando como ficará o visual final. É crucial que o portal tenha um design responsivo, então o designer geralmente prepara telas para diferentes resoluções (desktop e mobile) ou utiliza técnicas de design adaptativo.
  • Foco na Usabilidade: A simplicidade é chave. As funções mais usadas precisam estar facilmente acessíveis. Menus claros e bem categorizados, conteúdo escaneável (títulos, listas, destaques), formulários enxutos e orientações ao usuário (mensagens de ajuda, validação de erros) são elementos que tornam o portal prazeroso de usar. Lembre-se: o usuário corporativo pode não ser técnico, então a interface deve guiá-lo intuitivamente. Uma boa prática é seguir heurísticas de usabilidade e acessibilidade (por exemplo, garantir contraste de cores adequado, textos explicativos para ícones, suporte a navegação via teclado para quem precisa).
  • Testes de UX: Sempre que possível, compartilhe os protótipos com alguns usuários finais (por exemplo, alguns funcionários ou clientes de confiança) para coletar feedback. Essa etapa de validação precoce ajuda a identificar pontos confusos e ajustar antes de codificar. Muitas vezes, sugestões simples como renomear um menu ou mudar um botão de lugar podem fazer grande diferença na aceitação do portal.

No fim do design, teremos um conjunto de telas aprovadas que servirá de guia para os desenvolvedores implementarem o front-end do portal. Empresas de ponta investem bastante nessa fase porque sabem que um portal atraente e fácil de usar garante maior engajamento. Afinal, os usuários tendem a abraçar rapidamente ferramentas que resolvem suas necessidades sem complicação, e rejeitar aquelas que parecem um labirinto.

4. Desenvolvimento e testes

Com requisitos definidos, tecnologia escolhida e design aprovado, chegamos à fase de mão na massa: o desenvolvimento do portal em si. Aqui, a equipe de programação vai codificar todas as funcionalidades do portal, integrá-lo com os sistemas necessários e garantir que tudo funcione conforme o planejado.

Alguns pontos importantes durante o desenvolvimento:

  • Metodologia Ágil: Projetos de portal costumam se beneficiar de metodologias ágeis (como Scrum ou Kanban). Em vez de desenvolver tudo em um bloco único e só então mostrar ao cliente, a abordagem ágil permite entregas incrementais e frequentes. Divide-se o trabalho em sprints curtos (ex.: ciclos de 2 semanas), ao fim de cada sprint a equipe apresenta funcionalidades prontas ou protótipos funcionais. Isso dá visibilidade ao cliente (ou stakeholders internos) e permite ajustes rápidos caso algo esteja fugindo do desejado. A agilidade também ajuda a priorizar melhor: funções de maior valor podem ser desenvolvidas primeiro, garantindo que o essencial seja entregue mesmo se o projeto tiver alguma restrição de prazo.
  • Divisão de Tarefas por Especialidade: Desenvolver um portal pode envolver diferentes especialistas. Desenvolvedores back-end cuidam da lógica do servidor, banco de dados, integrações com ERP/legados e regras de negócio. Desenvolvedores front-end implementam as telas conforme o design, garantindo responsividade e interatividade (muitas vezes usando HTML, CSS e JavaScript ou frameworks JS modernos). Há também casos de incluir um desenvolvedor full-stack, que transita entre front e back. Além deles, se o portal envolver um volume grande de conteúdo, um especialista em gestão de conteúdo ou redator técnico pode auxiliar a formatar textos, carregar documentos e etc. O importante é o time atuar integrado, fazendo integrações entre front e back aos poucos para testar cada componente conforme fica pronto.
  • Integração Contínua e Controle de Versão: É recomendável usar um repositório de código (Git, por exemplo) para versionar o projeto. Assim, vários desenvolvedores podem trabalhar simultaneamente e consolidar o código sem conflitos. Configurar uma pipeline de Integração Contínua (CI) ajuda muito: toda nova parte de código enviada pode disparar build automáticos e até execução de testes automatizados, garantindo que nenhuma modificação quebre algo que funcionava. Ferramentas de CI/CD também facilitam a implantação de atualizações do portal em ambientes de teste e produção de forma automatizada e segura.
  • Testes de Qualidade (QA): Não espere terminar todo o desenvolvimento para só então testar. A qualidade deve ser assegurada ao longo de todo o processo. Isso inclui testes unitários pelos programadores (verificando cada componente isoladamente), testes de integração (ex.: verificar se ao puxar dados do ERP TOTVS para o portal, eles estão corretos e aparecendo no lugar certo), e no final testes de aceitação cobrindo cenários completos do usuário. Se possível, envolva um time ou profissional de QA dedicado, que pense em casos de uso e tente achar inconsistências, erros de fluxo, problemas de compatibilidade de navegador, etc. Testes de segurança também são obrigatórios: verificar que páginas sem login realmente não abrem dados sensíveis, que a aplicação não está vulnerável a ataques comuns (SQL Injection, XSS, CSRF e outros). Caso o portal vá lidar com dados pessoais, inclua verificações para aderência à LGPD, por exemplo, consentimento para uso de dados, capacidade de excluir/anonimizar dados quando requisitado, etc.
  • Documentação e Transferência de Conhecimento: Durante o desenvolvimento, mantenha documentado os principais detalhes técnicos (arquitetura definida, esquemas de banco de dados, APIs usadas). Isso servirá para a manutenção futura do portal. Além disso, se o portal for entregue para uma equipe interna operar, planeje treinamentos ou manuais para administradores do portal (pessoas que irão publicar conteúdo, gerenciar usuários no dia a dia). Essa fase de transição é importante para que, quando o portal entrar no ar, a equipe da empresa saiba como usá-lo e administrá-lo corretamente.

A duração dessa etapa de codificação varia muito conforme a complexidade do portal. Pode levar algumas semanas para portais simples ou vários meses para portais grandes e integrados a sistemas complexos. O ponto chave é manter o foco no escopo acordado e garantir que a cada funcionalidade implementada, esta seja testada e aprovada. Assim, evita-se o acúmulo de falhas para a última hora.

5. Integração com sistemas existentes

Como destacado em várias partes, integrar o portal corporativo aos sistemas da empresa é muitas vezes a parte mais desafiadora, e também a mais valiosa. Uma das maiores vantagens de um portal sob medida é justamente conectar informações de diferentes fontes e apresentá-las unificadas para o usuário. Por isso, vamos dar um zoom nessa etapa de integração, que acontece em paralelo ao desenvolvimento das funcionalidades.

  • Mapeamento das Integrações: Na fase inicial já mapeamos quais sistemas precisariam conversar com o portal (ERP, CRM, banco de dados, etc.). Agora, os desenvolvedores implementam de fato essas conexões. Geralmente usa-se APIs (interfaces de programação) fornecidas pelos sistemas. Por exemplo, se sua empresa utiliza um ERP TOTVS Protheus local, é possível usar APIs REST ou o TOTVS WS para extrair dados (como pedidos, cadastro de produtos, estoque) e exibi-los no portal do cliente. Se o sistema não tiver API, pode ser necessário acesso direto ao banco de dados ou desenvolvimento de web services específicos, o que demanda mais cuidado.
  • Sincronização de Dados: Decide-se se o portal apenas consulta os dados em tempo real de cada sistema ou se haverá uma replicação/sincronização. Em alguns cenários, pode ser útil ter uma cópia de certos dados em uma base do portal para melhorar o desempenho (cache), mas é preciso implementar processos de atualização periódica para não mostrar informação desatualizada. Por exemplo, o portal pode cachear a lista de produtos para busca rápida, mas ao exibir o estoque ou status de pedido, consultar ao vivo no ERP para garantir acurácia. Equilíbrio entre performance e atualização é a chave.
  • Integração Bidirecional (quando aplicável): Algumas integrações não são apenas leitura, mas também escrita. Exemplo: se um cliente atualiza o endereço no portal, queremos que isso reflita no CRM ou ERP. Nesse caso, a API do sistema precisa permitir essa operação, e deve-se implementar as regras de validação necessárias (p.ex., CEP válido, etc.). É essencial ter cuidado para não comprometer a integridade dos sistemas legados, qualquer dado enviado ao ERP via portal deve respeitar as regras do ERP. Por isso, muitas empresas optam por parceiros especialistas quando se trata de integração complexa. A Logos Technology, por exemplo, tem forte experiência integrando portais com TOTVS, garantindo que as transações feitas pelo portal sigam as premissas de segurança do ERP.
  • Autenticação Unificada: Uma integração importante é a de usuários e autenticação. Se a empresa já possui um banco de usuários (por exemplo, colaboradores no Active Directory, ou clientes num módulo do ERP), o ideal é evitar duplicidades. Implementa-se Single Sign-On ou ao menos um cadastro sincronizado: quando um novo funcionário entra, ele automaticamente ganha acesso ao portal com suas credenciais corporativas; quando um cliente é criado no ERP, ele pode usar o mesmo login no portal (talvez com um registro inicial definindo senha). Isso torna a experiência do usuário mais fluida e simplifica a gestão para TI (pois concentra a administração de contas em um lugar). Protocolos de federação de identidade como OAuth2 ou SAML podem ser usados se houver sistemas modernos; se for tudo local, a integração pode ser via banco ou AD.
  • Testes Integrados: Ao terminar de conectar cada sistema, realize testes de fim a fim abrangentes. Por exemplo, pegar um cliente fictício no ERP, logar no portal com ele, ver se aparecem corretamente seus pedidos, gerar um pedido teste no portal (se essa função existir) e conferir se ele entrou no ERP. Testar casos de erro também: e se o ERP estiver fora do ar? O portal exibe uma mensagem amigável ou trava? E se o usuário não tem determinada permissão no sistema, o portal esconde aquele menu? Simular diferentes cenários garante que a integração seja robusta.
  • Performance e Volume: Por fim, avalie o desempenho das integrações. Algumas operações no sistema externo podem ser lentas (consultas pesadas no ERP, por exemplo). Para evitar gargalos, considere implementar caching de resultados frequentes e carregamento assíncrono de dados no portal (ex.: a página carrega e depois faz uma chamada AJAX para obter um dado pesado, mostrando um loading para o usuário). Se espera-se muitos usuários simultâneos no portal acessando o sistema central, talvez valha investir em otimizações ou mesmo replicações especializadas (como criar uma API dedicada ou uma base de dados replicada só para o portal consultar).

A integração bem feita é o que torna o portal realmente útil, pois dá vida aos dados em tempo real. Imagine a frustração de um cliente se o portal mostra um pedido “em aberto” mas na realidade ele já foi faturado, isso ocorre se o portal não estiver puxando informações atualizadas. 

Portanto, invista bastante atenção nesta etapa. Felizmente, com as tecnologias atuais e apoio de consultorias experientes, grande parte das integrações pode ser feita de forma segura e confiável, inclusive integrando com sistemas famosos. No caso do TOTVS Protheus, por exemplo, a Logos já desenvolveu Portal do Representante, Portal do Vendedor e Portal de Compras integrados ao ERP, onde tudo que acontece no portal reflete direto no Protheus e vice-versa. Esse nível de integração total é o que traz a máxima eficiência: o portal se torna uma extensão natural dos seus sistemas internos, acessível pela web.

6. Implantação, treinamento e lançamento

Com o portal desenvolvido, testado e integrado, chega o grande momento: colocar o portal no ar e entregar aos usuários finais. Antes do lançamento oficial, porém, há alguns passos finais a considerar:

  • Implantação Gradual (Go Live): Em muitos casos, é prudente fazer um lançamento gradual do portal, ao invés de liberar para todos de uma vez. Por exemplo, lançar inicialmente para um grupo piloto (um departamento interno, ou alguns clientes selecionados) para acompanhar o uso real e colher feedback. Esse soft opening permite ajustar detalhes ou corrigir qualquer problema que passou despercebido, com impacto controlado. Após o sucesso com o piloto, expande-se o acesso para toda a empresa ou base de clientes.
  • Treinamento de Usuários: Mesmo um portal intuitivo pode necessitar de orientação aos usuários, especialmente colaboradores habituados a processos antigos. Organize treinamentos rápidos ou materiais de apoio: um manual do usuário em PDF, vídeos curtos explicando funcionalidades-chave, ou até um webinar ao vivo para apresentar o portal e tirar dúvidas. No caso de portais internos, vale incluir as lideranças no processo para incentivarem suas equipes a usarem a nova ferramenta. Em portais de clientes, um e-mail marketing ou tutorial dentro do próprio portal (onboarding) pode ajudar novos usuários a navegarem. Quanto mais confortável e confiante o usuário se sentir logo no começo, maior será a adoção.
  • Divulgação e Comunicação: Anuncie o lançamento do portal com clareza do valor agregado. Se for interno, explique como ele vai facilitar a vida dos funcionários (listas de benefícios que abordamos anteriormente – ninguém quer mais ter 5 sistemas abertos se pode usar um portal unificado). Se for para clientes, destaque que agora eles têm “um canal exclusivo para X e Y, disponível 24h”. Também informe sobre quaisquer mudanças de processo decorrentes: por exemplo, “a partir de agora, solicitações de suporte deverão ser registradas via portal, não mais por e-mail”. Essa gestão de mudança é crucial para o portal pegar tração e cumprir seus objetivos.
  • Monitoramento Pós-Lançamento: Uma vez no ar, acompanhe de perto o comportamento do portal. Verifique métricas de acesso (quantos usuários logando, quais seções são mais utilizadas), monitore erros no log do sistema e tempo de resposta das páginas. Nos primeiros dias, é normal haver ajustes finos a fazer, talvez aumentar recursos do servidor se a carga foi maior que o previsto, ou corrigir algum bug relatado por usuários. Estabeleça um canal de suporte para que as pessoas possam reportar dificuldades ou enviar sugestões. Mostrar rapidez na correção de problemas iniciais gera confiança no sistema.
  • Manutenção Contínua: Um portal corporativo não é um projeto “criar e esquecer”. Após lançado, ele entra em fase de manutenção e evolução. Isso envolve: aplicar atualizações de segurança e patches das tecnologias usadas; adicionar melhorias ou novas funcionalidades conforme demandas futuras; e garantir que a base de conteúdo seja atualizada (um portal desatualizado perde credibilidade rapidamente). Portanto, planeje recursos (pessoas e tempo) para cuidar do portal a longo prazo. Alguns times instituem reuniões periódicas para coletar feedbacks e priorizar novas melhorias a serem desenvolvidas em sprints futuros, mantendo o portal vivo e aderente às necessidades do negócio em constante mudança.

Seguindo todos esses passos, sua empresa terá implementado um portal corporativo de sucesso, alinhado aos objetivos e amplamente adotado pelos usuários. Lembre-se que o fator humano é determinante: ouça os usuários, envolva-os desde o planejamento até o pós-lançamento. Quando eles sentem que o portal foi feito “para mim e com a minha colaboração”, a aceitação é natural.

Dicas para sucesso e melhores práticas

Desenvolver um portal é um projeto estratégico. Para fechar este guia, vale reforçar alguns cuidados e melhores práticas que aumentarão as chances de sucesso e retorno sobre o investimento:

  • Patrocínio da liderança: Tenha apoio claro da diretoria ou gerência sênior desde o início. Um portal corporativo muitas vezes implica mudança cultural (principalmente no caso de intranets). Quando a liderança “compra a ideia” e comunica a importância do portal, os colaboradores tendem a aderir mais. Líderes também podem direcionar conteúdo relevante para ser publicado, mantendo o portal interessante.
  • Foco na busca e organização: Portais costumam reunir uma quantidade enorme de informações. Implemente uma ferramenta de busca interna eficiente (e ajuste-a para indexar documentos, posts, etc.), isso é salva-vidas para usuários encontrarem rápido o que precisam. Da mesma forma, organize a arquitetura de informação do portal de forma lógica, com menus bem estruturados e taxonomias (categorias, tags) que façam sentido no contexto da empresa.
  • Conteúdo atualizado e relevante: Um portal não é só tecnologia; o conteúdo é rei. Garanta que haja um processo claro de atualização de notícias, documentos e dados. Por exemplo, defina responsáveis em cada departamento para alimentar suas seções (como RH atualiza benefícios, TI atualiza manuais de sistemas, marketing posta notícias). Evite que o portal caia no esquecimento, crie motivos para o usuário entrar regularmente (uma notícia semanal, um destaque do mês, etc.). E claro, retire ou archive conteúdos que ficarem obsoletos para não virar um “cemitério de informações antigas”.
  • Governança do Portal: Estabeleça regras de uso e administração. Quem pode publicar conteúdo? Qual é o fluxo para aprovar publicações (se necessário)? Como serão criados novos usuários e removidos os inativos? Defina essas políticas e deixe-as documentadas. Isso evita bagunça e mantém o portal confiável. Tenha também um responsável (ou comitê) pelo portal como um todo, alguém que cuide para que a visão e padrão de qualidade sejam mantidos ao longo do tempo.
  • Segurança e backup: Como o portal concentra dados críticos, dê máxima atenção à segurança contínua. Mantenha certificados SSL atualizados, revise periodicamente os perfis de acesso (garantindo que ex-funcionários sejam removidos, por exemplo) e fique de olho em vulnerabilidades (um scanner de segurança ou testes periódicos de penetração são recomendáveis em portais corporativos). Implemente rotinas de backup regulares da base de dados do portal e conteúdo, dessa forma, se ocorrer qualquer problema grave, é possível restaurar rapidamente o serviço sem perda significativa.
  • Feedback e evolução: Disponibilize dentro do portal um meio do usuário enviar feedback (pode ser uma pesquisa de satisfação ou um formulário de sugestão). Ou colha feedbacks em conversas e reuniões. Use essas informações para planejar a evolução do portal. As necessidades do negócio mudam, então mantenha a solução flexível. Talvez surja a demanda de integrar um novo sistema, ou adicionar um módulo de e-learning interno, com uma base bem feita, será viável expandir.

Seguindo essas práticas, o portal da sua empresa tende a se tornar uma ferramenta indispensável no dia a dia de todos. Lembre-se que a tecnologia é um meio – o fim é facilitar a vida das pessoas e melhorar os resultados do negócio. Tenha isso como norte em todas as decisões ao criar seu portal.

Portal pronto vs. Desenvolvimento sob medida: qual escolher?

Uma dúvida comum ao iniciar o projeto é se vale mais a pena usar uma plataforma de portal pronta (como as já mencionadas SharePoint, Liferay, Oracle Portal etc.) ou desenvolver o portal sob medida do zero/adaptando frameworks web genéricos. Não existe resposta única, cada abordagem tem prós e contras. Entretanto, para muitas empresas que buscam personalização total e integração afinada aos seus sistemas, o desenvolvimento sob medida sai vencedor. Vamos comparar brevemente:

  • Adequação às necessidades: Um software de portal pronto traz módulos genéricos que atendem a empresas em geral. Isso pode acelerar a implantação de funcionalidades padrão (biblioteca de documentos, agenda, fórum etc.), mas muitas vezes não cobre requisitos específicos do seu negócio. Já um portal sob medida é desenhado 100% conforme suas necessidades, ele faz exatamente o que você precisa, do jeito que você precisa, sem funções supérfluas. Por exemplo, se você quer um portal integrado ao seu ERP com regras de negócio particulares, uma solução pronta dificilmente terá isso nativamente.
  • Flexibilidade e evolução: Com uma plataforma proprietária, você fica limitado ao que aquele produto permite em customização. Alguns até oferecem plugins ou APIs, mas customizações profundas podem ser complexas ou impossíveis (além de, em certos casos, quebrarem quando há upgrade do produto). No desenvolvimento sob medida, a flexibilidade é total: qualquer processo pode ser implementado, e evoluções futuras dependem apenas do esforço de programação, não de esperar que o fornecedor inclua tal recurso. Você detém o código-fonte e pode adaptá-lo conforme o negócio evolui, incorporando inovações rapidamente.
  • Integração com Legados: Plataformas prontas geralmente oferecem integrações com produtos populares, mas se você tem sistemas legados ou menos comuns, pode enfrentar dificuldade para conectá-los. Com um portal custom, a integração é planejada desde o início para conversar perfeitamente com seus sistemas (via APIs, bancos de dados, arquivos, o que for necessário). Por exemplo, empresas com ERP TOTVS Protheus muitas vezes optam pelo desenvolvimento sob medida justamente para integrar funcionalidades web diretamente ao ERP, algo que plataformas genéricas não fariam de forma nativa. Como vimos anteriormente, a Logos Technology é especialista nesse tipo de integração personalizada, tornando portais e TOTVS uma coisa só.
  • Custos: Aqui há um ponto de reflexão. Soluções prontas costumam ter licenciamento (mensal ou anual) e possíveis custos por usuário. Inicialmente pode parecer mais barato do que pagar um desenvolvimento do zero. Porém, esses custos recorrentes ao longo dos anos podem acabar ultrapassando o investimento único de um portal sob medida, que depois passa a ser seu patrimônio digital. Além disso, se o portal pronto exigir muitas customizações extras (via consultoria), o custo total de implementação também sobe. Já no sob medida, você investe de acordo com o escopo exato que definiu, nem mais, nem menos. No longo prazo, ter um portal próprio pode gerar ROI melhor, principalmente se ele se tornar crítico no aumento de eficiência ou receita do negócio.
  • Tempo de Implementação: Uma plataforma pronta pode ser implantada relativamente rápido nas funcionalidades triviais (se for usar quase “como vem na caixa”). Um portal custom requer o ciclo completo de desenvolvimento que descrevemos, o que pode ser mais demorado. Entretanto, se a plataforma pronta necessitar de customizações extensas, ela também levará um bom tempo (e possivelmente envolverá depender de consultores específicos daquele produto). Em resumo: se você precisa de algo muito simples e padrão, uma solução pronta leva vantagem no tempo; mas para algo complexo e sob medida de qualquer forma vai demandar tempo, então é preferível gastar esse tempo construindo algo alinhado perfeitamente com seu negócio.
  • Propriedade e Independência: Ao construir seu portal sob medida, você detém a propriedade do código e não fica preso a nenhum fornecedor único. Você pode escolher com quem desenvolver (uma fábrica de software parceira, ou sua equipe interna) e mesmo trocar de parceiro no futuro, pois o código é seu. Em contrapartida, ao adotar uma plataforma proprietária, você fica dependente do fornecedor, se ele encerrar o produto ou aumentar preços, seu portal pode ser afetado. E migrar para outra plataforma no futuro pode ser tão custoso quanto ter feito sob medida desde o início.

Resumindo, portais sob medida oferecem personalização completa, integração impecável e controle total, ao passo que soluções prontas podem acelerar o início e trazer recursos genéricos out-of-the-box, porém com menos aderência específica e possíveis limitações a longo prazo.

Para empresas que enxergam o portal como um diferencial estratégico (por exemplo, querem oferecer um serviço online inovador, ou integrar profundamente com processos internos únicos), o investimento no desenvolvimento personalizado tende a valer muito a pena. Você constrói um ativo digital exclusivo, que nenhum concorrente terá igual, e capaz de entregar exatamente a experiência desejada aos seus usuários.

Por outro lado, negócios menores ou com necessidades bem básicas talvez se contentem com um portal pronto ou até um módulo de intranet de algum software já utilizado. O essencial é avaliar o custo-benefício: quantos usuários usarão, qual impacto esperado em eficiência ou receita, e o quanto de customização é imprescindível.

No caso da maioria dos clientes corporativos médios e grandes que buscam a Logos Technology, percebemos que o portal ideal envolve um nível de personalização que as plataformas padrão não alcançam, seja por integrações específicas (como TOTVS, e-commerces locais, bancos de dados legados) ou por funcionalidades sob medida (fluxos de aprovação, regras de negócio particulares). Assim, optamos por desenvolver portais do zero ou usando frameworks flexíveis, garantindo que o resultado final atenda 100% às expectativas e possa crescer junto com a empresa.

Desenvolvimento de Portais (3)

Solicite sua proposta de portal corporativo sob medida 

Portais corporativos deixaram de ser luxo e se tornaram uma necessidade para empresas que desejam eficiência operacional e conexão direta com seu público. Um portal bem concebido funciona como uma porta digital única que dá acesso a tudo que importa no seu negócio, informações, sistemas, serviços e pessoas, de forma integrada, segura e acessível de qualquer lugar. Ao implementar um portal, sua empresa tende a ganhar agilidade, reduzir burocracias e elevar tanto a satisfação dos clientes quanto o engajamento dos colaboradores.

Recapitulando, vimos neste guia o que define um portal corporativo e como ele difere de um site comum. Exploramos os diversos tipos de portais (internos, de clientes, etc.) e os benefícios tangíveis que eles trazem, desde centralização de dados, melhor comunicação, aumento de produtividade, até economia de tempo e dinheiro. Em seguida, mergulhamos no processo de desenvolvimento passo a passo, desde o levantamento de requisitos, passando por design, integração com sistemas (como ERPs), até a implantação e boas práticas de manutenção.

Ficou claro que montar um portal de sucesso exige um olhar multidisciplinar (negócio, tecnologia, design e pessoas) e uma execução cuidadosa. Também discutimos a decisão entre usar uma solução pronta versus desenvolver sob medida, concluindo que para demandas específicas e visão de longo prazo, o sob medida oferece uma vantagem competitiva e retorno superior.

Agora, a decisão está em suas mãos. Considere tudo que foi apresentado e reflita: o que um portal web personalizado pode fazer pela sua empresa? Talvez otimizar um processo crítico que hoje toma horas dos seus funcionários; talvez fidelizar seus clientes oferecendo a eles transparência e comodidade que nenhum concorrente oferece; ou mesmo habilitar um novo modelo de negócio digital que expanda suas receitas.

Se você identificou essas oportunidades, este é o momento de agir. Não fique para trás na transformação digital. Tenha um portal sob medida impulsionando a eficiência da sua empresa! A implementação de um portal corporativo pode parecer complexa, mas com os parceiros certos torna-se uma jornada tranquila rumo à inovação.

Precisa de ajuda especializada para desenvolver o seu portal? A Logos Technology conta com uma equipe sênior em Fábrica de Software pronta para analisar seu negócio e criar soluções web personalizadas de alto desempenho. Somos referência em integrações com ERP TOTVS Protheus e outras plataformas, garantindo que seu portal converse perfeitamente com seus sistemas atuais. Desde o planejamento estratégico até o design UX e a codificação, atuamos lado a lado com nossos clientes para entregar portais que realmente fazem a diferença.

Entre em contato e vamos conversar sobre as necessidades da sua empresa. Fale conosco através do nosso site e confira como podemos desenvolver um portal personalizado que leve sua operação para o próximo nível. Não perca a chance de transformar seus processos e se destacar no mercado com uma experiência digital única. Seu portal de sucesso começa aqui!

FAQ – Perguntas Frequentes sobre Desenvolvimento de Portais

Qual a diferença entre um site comum e um portal corporativo?

Um site comum é geralmente público e focado em divulgar informações institucionais ou de marketing para qualquer visitante, sem necessidade de login. Já um portal corporativo é uma plataforma mais complexa e restrita a usuários autorizados, que reúne ferramentas internas, serviços e dados privados da empresa. O portal exige autenticação (login/senha) e oferece conteúdo personalizado para cada usuário (por exemplo, informações do funcionário, pedidos do cliente, etc.). Em resumo: o site é uma vitrine aberta a todos, enquanto o portal é um ambiente fechado e interativo, voltado a atender demandas específicas de colaboradores, clientes ou parceiros, integrando diversos sistemas em um só lugar.

Para que serve um portal corporativo na prática?

O portal serve para centralizar e facilitar o acesso a tudo que pessoas ligadas à empresa precisam no dia a dia. Na prática, isso significa que colaboradores acessam notícias internas, documentos, sistemas de RH, solicitam serviços (férias, suporte TI) através do portal. Clientes podem utilizar um portal para acompanhar pedidos, solicitar suporte, acessar conteúdo exclusivo ou realizar pagamentos. Fornecedores podem atualizar informações e verificar compras. Ou seja, o portal corporativo melhora a comunicação e a eficiência, permitindo autosserviço e disponibilizando informações atualizadas 24 horas por dia, 7 dias por semana, de forma segura. Ele substitui a necessidade de múltiplos sistemas separados ou trocas intermináveis de e-mails, funcionando como um balcão único digital para diversos tipos de interação com a empresa.

Quais os tipos de portais corporativos mais comuns?

Os tipos mais comuns incluem:

  • Portal de Intranet (portal do colaborador): Voltado aos funcionários, com notícias internas, políticas, ferramentas de RH, treinamento, etc.
  • Portal do Cliente: Ambiente para clientes acessarem serviços pós-venda, acompanhamento de pedidos, abertura de chamados, downloads de documentos e outras interações com a empresa.
  • Portal de Fornecedores/Parceiros: Onde fornecedores conferem solicitações de compra, enviam notas fiscais, verificam pagamentos; e parceiros (como representantes) acessam sistemas de pedidos, materiais de apoio e relatórios de vendas.
  • Portal de Suporte/Atendimento: Plataforma onde clientes (ou mesmo funcionários) registram ocorrências, consultam base de conhecimento, chat com suporte, acompanhamento de protocolos.
  • Portal de Conteúdo/Comunidade: Com foco em fornecer conteúdo segmentado (notícias internas, blog corporativo, fóruns de discussão entre funcionários ou membros de uma comunidade específica da empresa).
  • Portal Educacional/Treinamento: Usado por universidades corporativas ou instituições de ensino para disponibilizar cursos online, notas, calendário acadêmico aos alunos e professores.
    Todos são portais corporativos, mas moldados para públicos e objetivos diferentes. O seu projeto pode englobar mais de um tipo (ex: um portal com área do cliente e área do colaborador separadas, mas dentro da mesma plataforma).

Como começar a desenvolver um portal corporativo para minha empresa?

O primeiro passo é identificar claramente a necessidade e o objetivo do portal. Pergunte-se: quem serão os usuários e o que eles precisam fazer no portal? Com isso definido, siga estes passos iniciais:

  • Faça um levantamento de requisitos, envolvendo as áreas da empresa relacionadas. Liste funcionalidades desejadas, dados que precisam estar disponíveis no portal e integrações com sistemas atuais (ERP, CRM, etc.).
  • Pesquise soluções e parceiros: Decida se usará uma plataforma existente ou se partirá para um desenvolvimento sob medida. Muitas vezes, conversar com especialistas ou empresas de desenvolvimento (como fábricas de software) ajuda a entender a viabilidade técnica e a estimativa de esforço.
  • Planejamento do projeto: Defina um escopo mínimo viável (MVP) – ou seja, as funcionalidades essenciais para lançar a primeira versão do portal. Também planeje a infraestrutura (hospedagem, segurança) e os recursos necessários (equipe interna ou contratação).
  • Desenhe a experiência do usuário: Antes de codificar, vale criar protótipos das telas e mapear como será a navegação. Isso garante que todos estejam alinhados sobre como o portal vai funcionar e ajuda a coletar feedback antes de investir em desenvolvimento.
  • Desenvolvimento e testes: Com tudo especificado, parta para implementação de fato, de preferência de forma incremental e testando cada módulo.
    Pode parecer complexo, mas com boa orientação o processo flui. Uma dica valiosa é buscar consultoria especializada logo no início, isso evita decisões equivocadas. Por exemplo, a Logos Technology oferece consultoria para ajudar empresas a estruturarem projetos de portal, definindo tecnologia adequada e roteiro de execução.

Por que desenvolver um portal com a Logos Technology?

A Logos Technology se destaca em projetos de portal corporativo porque unimos experiência técnica avançada com um entendimento profundo de processos de negócio. Alguns diferenciais:

  • Especialização em integrações TOTVS e sistemas corporativos: Se sua empresa usa ERP TOTVS (Protheus, Datasul, etc.) ou outros sistemas de gestão, temos know-how comprovado para conectar esses sistemas ao portal de forma segura e eficiente. Somos consultores TOTVS com mais de uma década de atuação, então falamos a língua do seu ERP e sabemos extrair o máximo dele via web.
  • Equipe multidisciplinar sênior: Nosso time inclui desenvolvedores full-stack experientes, arquitetos de software, designers UX/UI e gestores de projeto ágeis. Cobrimos todas as etapas, do planejamento estratégico até a entrega e suporte. Você não precisará coordenar vários fornecedores, entregamos a solução ponta a ponta.
  • Projetos sob medida de verdade: Na Logos, não empurramos soluções engessadas. Cada portal é desenhado em parceria com o cliente, respeitando suas particularidades. Fazemos questão de entender a fundo o funcionamento do seu negócio para propor a melhor solução técnica. Muitas vezes, isso significa otimizar processos antes de codificá-lo, nosso papel consultivo garante que você não tenha apenas um portal, mas um portal que melhora sua operação de fato.
  • Metodologia ágil e transparente: Você terá visibilidade constante do progresso. Realizamos demonstrações frequentes, entregas parciais e alinhamentos para garantir que o resultado atenda (ou supere) suas expectativas. Nada de “caixa preta”: valorizamos a comunicação clara e a transparência em prazos e investimentos.
  • Suporte e evolução contínua: Depois do go-live, não “largamos sua mão”. Oferecemos planos de suporte para manter o portal estável, atualizado e evoluindo. Conforme sua empresa cresce ou surgem novas demandas, estaremos prontos para implementar melhorias. Nos vemos como parceiros de longo prazo na sua jornada digital.

Cases de sucesso e confiabilidade: Temos diversos casos de portais e aplicações web entregues com sucesso em diferentes setores, indústria, varejo, serviços. Nosso histórico prova a qualidade e comprometimento. Além disso, prezamos pela ética e responsabilidade, cumprindo acordos e mantendo sigilo sobre seus dados e estratégia.
Resumindo, desenvolver seu portal conosco significa tranquilidade e resultado garantido. Cuidamos da parte técnica complexa enquanto você foca no seu negócio. No final, você terá um portal de primeira linha, alinhado à cultura da sua organização e pronto para alavancar a performance. Fale com a Logos Technology para uma conversa inicial, teremos satisfação em entender seu projeto e mostrar como podemos realizá-lo da melhor forma. Seu sucesso online é o nosso objetivo!

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Desenvolvimento de aplicativos: guia completo para criar seu App de sucesso https://logostechnology.com.br/desenvolvimento-de-aplicativos/ Wed, 27 Aug 2025 18:03:44 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5816 O desenvolvimento de aplicativos é o processo de criar softwares especialmente para dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Isso envolve conceber a ideia, planejar funcionalidades, escrever o código e testar o aplicativo até que ele esteja pronto para o uso. Muitas vezes, as pessoas confundem aplicativos mobile com aplicações web.  Um aplicativo móvel é instalado […]

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O desenvolvimento de aplicativos é o processo de criar softwares especialmente para dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Isso envolve conceber a ideia, planejar funcionalidades, escrever o código e testar o aplicativo até que ele esteja pronto para o uso. Muitas vezes, as pessoas confundem aplicativos mobile com aplicações web. 

Um aplicativo móvel é instalado no dispositivo e aproveita recursos do smartphone (como câmera e GPS), enquanto uma aplicação web roda no navegador e pode ser acessada em qualquer dispositivo com internet. Cada abordagem tem suas particularidades de tecnologia e experiência de uso, mas neste guia vamos focar nos aplicativos móveis nativos e híbridos, que você encontra nas lojas Google Play e App Store.

Por que desenvolver um aplicativo para seu negócio?

Desenvolver um aplicativo pode trazer inúmeros benefícios para empresas de todos os portes. Primeiramente, o mercado mobile está em plena ascensão, com mais de 10 bilhões de downloads de apps em 2023, o Brasil ocupa a 4ª posição mundial em consumo de aplicativos móveis. Isso significa que seus clientes passam boa parte do tempo no celular e um app permite estar presente onde seu público está.

Algumas vantagens de ter um aplicativo próprio incluem:

  • Engajamento direto com o cliente: através de notificações push e acesso facilitado, seu negócio interage em tempo real com usuários, aumentando fidelização e vendas.
  • Diferenciação competitiva: oferecer um app moderno e funcional destaca sua empresa frente à concorrência e passa imagem de inovação.
  • Melhoria de processos internos: aplicativos não são só para clientes – muitas empresas criam apps internos para equipes (vendas, logística etc.), ganhando eficiência operacional.
  • Novas fontes de receita: com um app, é possível implementar programas de assinatura, vendas no aplicativo ou publicidade, diversificando as receitas.

Em resumo, investir no desenvolvimento de um aplicativo pode aproximar sua marca dos clientes, otimizar operações e gerar novas oportunidades de negócio. Se a sua ideia é transformar digitalmente o negócio, um app personalizado pode ser o próximo passo estratégico.

Como desenvolver um aplicativo: etapas essenciais

Desenvolvimento de Aplicativos (1)

Criar um app de sucesso envolve uma série de etapas bem definidas. A seguir, confira o passo a passo essencial do desenvolvimento de aplicativos, do planejamento inicial ao lançamento e além:

1. Planejamento e Ideação do app

Tudo começa com uma boa ideia e planejamento estratégico. Nessa primeira fase, defina claramente qual problema seu aplicativo irá resolver ou qual necessidade do usuário ele vai atender. Faça perguntas objetivas: “Qual é o objetivo do app?” e “Quem é o público-alvo?”. Ter uma visão nítida do propósito do aplicativo ajuda a orientar todas as decisões seguintes.

É recomendável também pesquisar o mercado e os concorrentes: seu app oferece algo único? Entender o que já existe evita reinventar a roda e aponta oportunidades de diferenciação. Nesta etapa de ideação, ferramentas de brainstorming, criação de personas e mapas de empatia podem ser úteis para detalhar as funcionalidades desejadas e como o aplicativo entregará valor para os usuários. Quanto mais completo for o planejamento, menores os riscos de retrabalho depois.

2. Definição de requisitos e design (UI/UX)

Com a ideia definida, é hora de traduzir objetivos em requisitos práticos. Liste as funcionalidades essenciais do aplicativo (features), requisitos funcionais e não funcionais, e quaisquer integrações necessárias (por exemplo, com um banco de dados ou sistemas externos). Esse documento de requisitos servirá como guia tanto para o time de desenvolvimento quanto para alinhar expectativas com os stakeholders do projeto.

Em paralelo, inicia-se o trabalho de Design de UX/UI. Aqui, o foco é criar a aparência e a experiência do usuário no app. Geralmente começa-se elaborando wireframes e protótipos de tela, que são modelos visuais simplificados das interfaces. Essas maquetes permitem ajustar a usabilidade antes mesmo de codificar. Lembre-se de manter a interface intuitiva e adequada ao público: navegação simples, botões claros e identidade visual alinhada à marca. Testes de usabilidade nessa fase ajudam a refinar o design. Uma experiência do usuário positiva é fundamental para o sucesso, um app bonito, fácil de usar e útil terá muito mais adoção.

3. Desenvolvimento e testes

Chegamos à fase de pôr a mão na massa: o desenvolvimento do aplicativo em si. Com design e requisitos em mãos, os programadores iniciam a codificação das funcionalidades. É altamente recomendável utilizar metodologias ágeis (como Scrum ou Kanban) no processo de desenvolvimento. Em métodos ágeis, o projeto é dividido em ciclos curtos (sprints), com entregas incrementais. Isso permite ver partes funcionais do app ao longo do tempo, adaptar mudanças rapidamente e garantir qualidade constante.

Durante o desenvolvimento, podem participar vários profissionais: desenvolvedores front-end (responsáveis pela interface do app), desenvolvedores back-end (que cuidam do servidor e banco de dados, se o app precisar comunicar com sistemas externos), além de especialistas mobile para cada plataforma (Android e iOS). Muitos times adotam Integração Contínua e DevOps, onde o código é sempre integrado e testado automaticamente, acelerando as entregas com segurança.

Tão importante quanto programar é realizar testes de qualidade (QA) regularmente. Os testes envolvem verificar se todas as funcionalidades estão operando corretamente, identificar e corrigir bugs, e checar desempenho do aplicativo. Faça testes funcionais (cada recurso faz o que deve fazer), testes de usabilidade (usuários reais ou beta testers avaliando a facilidade de uso) e testes de performance (o app carrega rápido? Consome muita bateria?). Uma dica é envolver usuários pilotos ou a própria equipe para usar versões de teste (beta) do app e dar feedbacks. Quanto mais cedo os problemas forem identificados e corrigidos, melhor será a experiência na versão final.

4. Lançamento e manutenção

Após passar pelas etapas de desenvolvimento e QA, seu aplicativo está pronto para ver a luz do dia. O lançamento envolve publicar o app nas lojas oficiais, Google Play Store para Android e Apple App Store para iOS. Cada plataforma tem seu processo de submissão: no Google Play, por exemplo, é preciso criar uma conta de desenvolvedor (mediante taxa única de US$25) e enviar o APK/Bundle do app com todos os detalhes (ícone, descrição, captura de tela etc.). Já na App Store da Apple, requer uma inscrição anual no Programa de Desenvolvedores (cerca de US$99/ano) e cumprimento rigoroso das diretrizes de revisão da Apple para que o app seja aprovado. Planeje o lançamento com cuidado, preparando materiais de marketing, descrição atraente e talvez uma campanha de divulgação para atingir seu público-alvo no momento em que o app estiver disponível para download.

Mas o trabalho não termina com o app publicado. Pelo contrário, inicia-se a fase de manutenção e evolução contínua. É essencial monitorar o desempenho do aplicativo através de ferramentas de analytics, acompanhar as avaliações e feedbacks dos usuários nas lojas e estar pronto para lançar atualizações frequentes. Atualizações servem para corrigir eventuais bugs descobertos pós-lançamento, adicionar melhorias e novas funcionalidades conforme a necessidade dos usuários, e garantir compatibilidade com novas versões dos sistemas operacionais. Essa postura de melhoria contínua mantém seu aplicativo relevante e funcional ao longo do tempo.

Tecnologias e abordagens: aplicativo nativo, híbrido ou PWA?

Uma decisão estratégica no desenvolvimento de aplicativos é escolher quais tecnologias e abordagem usar. Existem basicamente três caminhos principais, cada um com prós e contras:

Aplicativo nativo

É desenvolvido especificamente para uma plataforma (Android ou iOS) usando as linguagens nativas, por exemplo, Java/Kotlin para Android e Swift/Objective-C para iOS. Apps nativos tendem a ter melhor desempenho e acesso completo aos recursos do dispositivo (câmera, GPS, notificações etc.), pois são feitos sob medida para o sistema operacional. A desvantagem é que exigem dois desenvolvimentos separados se você quiser atender Android e iOS, duplicando parte do esforço. Ainda assim, para apps que demandam alta performance, experiência de usuário refinada ou uso intensivo de funcionalidades do aparelho, o desenvolvimento nativo costuma ser a melhor escolha.

Aplicativo Híbrido/Cross-Platform

Aqui a ideia é desenvolver uma única vez e gerar apps para múltiplas plataformas. Existem frameworks como React Native, Flutter e Ionic que permitem criar o aplicativo em uma linguagem (JavaScript, Dart etc.) e compilar versões que rodam tanto em Android quanto em iOS. Isso reduz o tempo e custo de desenvolvimento, já que grande parte do código é compartilhado entre as plataformas. A performance de apps híbridos em geral é muito boa, embora ligeiramente inferior aos nativos em apps muito complexos (porém, para grande parte dos usos, a diferença é imperceptível). 

Essa abordagem é excelente para startups e empresas que precisam lançar rápido em ambos os sistemas ou que tenham orçamento mais limitado. Vale destacar: frameworks modernos como Flutter têm entregado apps com desempenho quase equiparável ao nativo, então o desenvolvimento cross-platform vem ganhando bastante adoção.

Aplicativo Web Progressivo (PWA)

Embora não seja exatamente um app instalado tradicional, os Progressive Web Apps merecem menção. PWA é essencialmente um site ou sistema web desenvolvido com tecnologias responsivas que pode ser “instalado” no dispositivo como se fosse um app. Oferece experiência de app (ícone na tela inicial, funcionamento offline básico, notificações push em alguns casos) sem passar pelas lojas. A vantagem é que basta um desenvolvimento web para atender a todos os dispositivos, e atualizações são instantâneas para todos os usuários. No entanto, PWAs têm limitações de acesso a recursos do aparelho (não conseguem usar tudo que um app nativo pode) e não ficam listados na Play Store/App Store, o que reduz visibilidade. São uma opção interessante para certos projetos, por exemplo, quando se quer testar rapidamente uma ideia ou oferecer um recurso a usuários de diferentes plataformas sem investimento pesado. Ainda assim, se o objetivo é um aplicativo robusto, escalável e com alcance nas lojas oficiais, o ideal será optar pelo desenvolvimento nativo ou híbrido.

Sendo assim, a escolha da tecnologia vai depender dos objetivos do seu projeto, do orçamento e do público-alvo. Em alguns casos, combinar abordagens pode ser válido – por exemplo, lançar primeiro um MVP (Produto Mínimo Viável) híbrido para validar a ideia e, tendo sucesso, investir em versões nativas aprimoradas. Um parceiro de desenvolvimento experiente poderá orientá-lo nessa decisão, avaliando qual caminho tecnológico oferece o melhor custo-benefício para o seu aplicativo.

Desenvolvimento interno vs. contratar especialistas externos

 Desenvolvimento de Aplicativos (2)

Outra dúvida comum das empresas é se devem montar uma equipe interna para desenvolver o app ou se é melhor contratar uma empresa especializada (fábrica de software) para o projeto. Ambas as abordagens têm pontos a considerar:

Desenvolver com time interno pode dar uma sensação maior de controle sobre o projeto e facilitar a comunicação direta com os desenvolvedores, principalmente se o aplicativo for muito ligado aos processos do negócio. No entanto, é preciso ter em mente os desafios: recrutar e manter profissionais qualificados (desenvolvedores mobile, designers UX, etc.) pode ser demorado e custoso. Além disso, a equipe interna precisará equilibrar o desenvolvimento do app com outras demandas de TI da empresa, o que pode alongar o prazo de entrega.

Já ao contratar uma empresa especializada em desenvolvimento de aplicativos, você ganha agilidade e expertise concentrada. Esse parceiro já possui uma equipe multidisciplinar pronta (gerentes de projeto, designers, especialistas Android/iOS, QA) e metodologias bem definidas, podendo iniciar o desenvolvimento de imediato e entregar resultados em menos tempo. Uma boa empresa vai guiá-lo por todo o processo, desde o refinamento da ideia até a publicação e manutenção. Outro benefício é ter acesso a conhecimento atualizado sobre as tecnologias mais recentes e melhores práticas do mercado, algo difícil de obter com uma equipe interna enxuta.

No aspecto de custo, terceirizar o desenvolvimento pode parecer um investimento significativo, mas muitas vezes sai mais barato do que formar do zero uma equipe, considerando salários, treinamentos e infraestrutura. Além disso, empresas especialistas geralmente já desenvolveram diversos aplicativos e reaproveitam componentes e soluções testadas, evitando “reinventar a roda”, o que se traduz em eficiência e menos erros.

Vale comentar também sobre integrações: se o seu aplicativo precisa conversar com sistemas já existentes (por exemplo, enviar dados para um ERP ou receber informações de um e-commerce), profissionais experientes saberão implementar APIs e Web Services de forma segura. Aqui na Logos Technology, por exemplo, temos casos de integração de aplicativos com o ERP TOTVS Protheus, permitindo que dados fluam do app para o sistema de gestão sem fricção. Contar com uma consultoria que domina tanto desenvolvimento mobile quanto integrações corporativas pode fazer toda a diferença em projetos empresariais.

Para empresas cujo foco principal não é desenvolvimento de software, terceirizar o projeto com uma fábrica de software confiável tende a trazer melhores resultados, em menos tempo, com qualidade garantida. A decisão final depende do contexto da empresa, mas não hesite em buscar ajuda especializada para aumentar as chances de sucesso do seu aplicativo.

Transformando sua ideia em realidade

Desenvolvimento de Aplicativos (3)

Criar um aplicativo é uma jornada desafiadora, mas extremamente recompensadora. Neste guia, exploramos desde a concepção da ideia, o design, a escolha de tecnologia, até o desenvolvimento, testes e lançamento. Fica claro que um projeto de desenvolvimento de aplicativos bem-sucedido exige planejamento cuidadoso, uma execução técnica competente e atenção contínua após o lançamento. Ao seguir as melhores práticas e etapas recomendadas, você aumenta muito as chances de lançar um app de qualidade, que agrade seus usuários e traga retorno para o seu negócio.

No entanto, você não precisa trilhar esse caminho sozinho. Ter ao lado especialistas em desenvolvimento mobile pode acelerar todo o processo e garantir um resultado profissional. Se você tem uma ideia de aplicativo e quer tirá-la do papel com excelência, conte com a nossa ajuda. Leve seu aplicativo do papel à realidade com a nossa equipe especializada, solicite um projeto personalizado agora mesmo! Entre em contato e descubra como a Logos Technology pode transformar sua ideia em um app de sucesso.

Perguntas frequentes sobre Desenvolvimento de Aplicativos

Quanto custa desenvolver um aplicativo? 

O custo de desenvolvimento de um aplicativo pode variar bastante conforme a complexidade do projeto. Aplicativos mais simples (com poucas telas e funções básicas) podem custar dezenas de milhares de reais, enquanto projetos complexos, com muitas funcionalidades, integração a sistemas externos e versões para múltiplas plataformas, podem chegar a centenas de milhares de reais. Tudo depende do escopo, do nível de qualidade desejado e também da equipe envolvida, desenvolver com profissionais sêniores ou empresas de referência pode custar mais, mas geralmente entrega mais rápido e com maior qualidade. É importante orçar detalhadamente, considerando design, programação, testes e eventuais custos de infraestrutura (servidores, APIs).

Quanto tempo leva para desenvolver um aplicativo? 

O tempo de desenvolvimento também varia conforme o projeto. Em média, um aplicativo simples pode levar cerca de 2 a 3 meses para ficar pronto, enquanto apps mais complexos podem exigir de 6 meses a 1 ano de trabalho. Fatores que influenciam o prazo: quantidade de funcionalidades (features), número de plataformas (desenvolver para Android e iOS separadamente leva mais tempo do que só uma), tamanho da equipe dedicada e o nível de refinamento desejado (por exemplo, muitas rodadas de teste e ajuste aumentam a duração, mas garantem maior qualidade). Trabalhar com metodologias ágeis ajuda a ter versões parciais entregues continuamente, o que dá visibilidade do progresso. Mesmo após o lançamento inicial, lembre que o app entra em manutenção evolutiva, ou seja, periodicamente haverá desenvolvimento de updates e melhorias.

O que é preciso para desenvolver um aplicativo?

Para desenvolver um aplicativo de sucesso, você vai precisar de planejamento, recursos humanos qualificados e as ferramentas certas. Em termos de planejamento, é necessário ter a ideia bem definida e documentar requisitos (o que o app deve fazer, para quem e como). Em seguida, é preciso um time multidisciplinar: normalmente envolve ao menos um desenvolvedor mobile (Android/iOS), um designer UI/UX para as telas, e eventualmente um desenvolvedor back-end se o aplicativo precisar de um servidor (por exemplo, para banco de dados ou integrações). Também são importantes profissionais de QA (Quality Assurance) para testar o app. Além da equipe, prepare as ferramentas de desenvolvimento: um ambiente integrado de programação (IDE) como Android Studio ou Xcode, contas de desenvolvedor nas lojas (Play Store e App Store) para publicar o app, e serviços de backend ou nuvem caso necessários. Resumindo, é preciso juntar uma boa ideia, uma boa equipe e os recursos técnicos, com esses ingredientes, o desenvolvimento do aplicativo tem tudo para dar certo.

Qual a melhor tecnologia para desenvolvimento de aplicativos móveis? 

Não há uma resposta única, pois a melhor tecnologia vai depender das necessidades específicas do seu projeto. Se você busca desempenho máximo e aproveitamento total dos recursos nativos do dispositivo, provavelmente o melhor caminho é desenvolver apps nativos (em Kotlin/Java para Android, Swift para iOS). Por outro lado, se o objetivo é economizar tempo e atingir Android e iOS simultaneamente, tecnologias cross-platform como React Native ou Flutter são excelentes, entregam boa performance e aceleram o desenvolvimento com um só código para as duas plataformas. Em alguns casos, considerar um PWA (Progressive Web App) também é válido, principalmente se quiser algo mais simples que funcione via navegador, sem instalar. O importante é avaliar critérios como: performance necessária, experiência de usuário desejada, orçamento e prazo disponíveis, além da expertise da equipe. Muitas empresas optam por começar com uma solução híbrida para validar o produto e, se houver demanda, investir depois em versões nativas aprimoradas. Consultar especialistas em desenvolvimento pode ajudar a escolher a tecnologia que equilibra custo e benefício para o seu aplicativo.

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Fábrica de software: o que é, como funciona e vale a pena contratar? https://logostechnology.com.br/fabrica-de-software/ Fri, 22 Aug 2025 18:02:39 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5811 Uma fábrica de software é uma empresa especializada no desenvolvimento de sistemas, programas e aplicativos sob medida em larga escala, usando processos padronizados e metodologias eficientes inspiradas em linhas de montagem industriais. Em outras palavras, trata-se de um modelo de desenvolvimento industrializado que visa produzir software de alta qualidade de forma rápida e escalável, porém […]

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Uma fábrica de software é uma empresa especializada no desenvolvimento de sistemas, programas e aplicativos sob medida em larga escala, usando processos padronizados e metodologias eficientes inspiradas em linhas de montagem industriais. Em outras palavras, trata-se de um modelo de desenvolvimento industrializado que visa produzir software de alta qualidade de forma rápida e escalável, porém personalizada conforme as necessidades de cada cliente. 

Diferentemente do desenvolvimento tradicional e artesanal, a fábrica de software conta com equipes multidisciplinares, uso intenso de melhores práticas de engenharia e reutilização de componentes já testados para ganhar produtividade. O resultado é que cada projeto entregue é único e alinhado aos requisitos do cliente, mas construído dentro de uma estrutura otimizada que reduz falhas, custos e prazos.

Para entender melhor, imagine a fábrica de software como um restaurante com uma cozinha altamente organizada: existem receitas-base e ingredientes padrões (no caso, módulos de código e ferramentas) que são reaproveitados sempre que possível, garantindo agilidade na produção dos “pratos”. No entanto, o “chef” (a equipe de desenvolvimento) adapta os temperos e detalhes de cada prato conforme o pedido do cliente. 

Assim, cada software desenvolvido é exclusivo, porém criado com eficiência e qualidade consistentes. Essa abordagem surgiu justamente da ideia de aplicar conceitos de produção em série ao desenvolvimento de sistemas, para evitar começar do zero sempre que um novo projeto é iniciado. Com isso, a fábrica de software consegue entregar soluções tecnológicas sob medida de forma mais rápida e econômica, sem abrir mão da excelência técnica.

Como funciona uma fábrica de software?

O funcionamento de uma fábrica de software envolve processos bem estruturados, equipes especializadas e alto nível de automação para garantir produtividade. Geralmente, o fluxo de desenvolvimento segue etapas clássicas, levantamento de requisitos, planejamento, desenvolvimento, testes e implantação, porém com diferenciais importantes na abordagem:

Planejamento robusto e repetível

Desde o início, há um cuidado extra em definir detalhadamente o escopo do projeto. Os gerentes de projeto e analistas da fábrica realizam reuniões de descoberta (product discovery) para entender profundamente o negócio do cliente, suas dores e objetivos. Com requisitos claros, o planejamento torna-se mais assertivo, evitando retrabalho e atrasos.

Padronização e reutilização

A fábrica de software trabalha com uma biblioteca de componentes de código padronizados que podem ser reutilizados em vários projetos. Por exemplo, funções comuns como módulos de login, relatórios ou integrações com banco de dados já existem e são aproveitados quando é cabível.

Isso acelera o desenvolvimento e reduz erros, pois esses componentes reutilizáveis já foram testados exaustivamente em projetos anteriores. Ao mesmo tempo, tudo é customizado na medida do necessário, os módulos padrão são ajustados para atender às especificidades de cada cliente.

Metodologias ágeis e gestão eficiente

Diferentemente de projetos engessados, as fábricas de software normalmente adotam metodologias ágeis como Scrum ou Kanban para gerenciar as atividades. Equipes auto-organizadas e multidisciplinares trabalham em sprints (ciclos curtos de entregas incrementais), com comunicação contínua com o cliente e entre os times. 

Essa agilidade permite adaptar requisitos em tempo real e evitar atrasos, mantendo a qualidade sem surpresas no final. Além disso, práticas de DevOps (integração e implantação contínua) e ferramentas automatizadas de teste garantem entregas rápidas e confiáveis em cada iteração.

Especialização de papéis

Assim como numa linha de produção, cada membro do time tem um papel definido e colaborativo. Desenvolvedores back-end, front-end, engenheiros de QA (qualidade), designers UX/UI e arquitetos de software atuam em conjunto, cada um focado em sua especialidade. Essa divisão otimizada de tarefas aumenta a eficiência e a qualidade das entregas, já que cada etapa (do código à interface gráfica) é tratada por profissionais experientes naquela função.

Controle de qualidade rigoroso

Durante todo o processo, a fábrica de software monitora indicadores de qualidade e produtividade em cada fase. Testes automatizados, revisões de código e validações constantes fazem parte do “DNA” dessas empresas, garantindo que o produto final atenda aos padrões exigidos. Problemas são detectados e corrigidos cedo, evitando retrabalhos caros mais adiante. O resultado é um software final mais estável, seguro e alinhado às expectativas.

Em resumo, a fábrica de software funciona de forma semelhante a uma fábrica moderna, onde há padronização, divisão de trabalho e automação, mas sem perder a flexibilidade de personalizar cada “produto” de acordo com o cliente. Essa combinação de escala + customização é o que permite entregar soluções sob medida em tempo reduzido. Como exemplo prático, pense em uma situação em que sua empresa precisa de um aplicativo mobile exclusivo: uma fábrica de software terá um processo pronto para criar aplicativos similares, reaproveitando estruturas básicas, mas vai moldar o app exatamente para o seu negócio, do design à funcionalidade, entregando tudo testado e pronto para uso em um prazo bem menor do que se você começasse do zero com uma equipe interna.

Quais serviços uma fábrica de software oferece?

Fábrica de Software (1)

Uma boa fábrica de software costuma oferecer um portfólio abrangente de serviços relacionados ao desenvolvimento e manutenção de sistemas. Isso vai muito além de simplesmente programar novos softwares. Entre os serviços mais comuns, podemos destacar:

Desenvolvimento de softwares e aplicativos sob medida

É o carro-chefe. Envolve criar aplicativos móveis e sistemas web personalizados do zero para atender as necessidades específicas de um cliente. Pode incluir desde aplicativos corporativos internos até plataformas completas voltadas para clientes finais. (Ex.: uma empresa contrata uma fábrica para desenvolver um aplicativo mobile de atendimento aos seus consumidores.) Vale notar que muitas fábricas atuam tanto com soluções mobile (Android/iOS) quanto sistemas web ou de escritório, conforme a demanda, por isso, se você busca desenvolvimento de aplicativos, esse tipo de parceiro é ideal.

Customização de software existente

Caso a empresa já use um sistema (como um ERP ou CRM) e precise adaptá-lo, a fábrica de software pode auxiliar. Isso inclui desenvolver novas rotinas, módulos ou relatórios dentro de um sistema corporativo existente. Por exemplo, muitas organizações solicitam customizações em ERPs como o TOTVS Protheus para adequar regras de negócio específicas, algo que uma fábrica de software com know-how em ERP pode realizar eficientemente. (Aliás, integrar um ERP como o TOTVS Protheus a novas plataformas e aplicativos é um diferencial oferecido por fábricas especializadas, garantindo que os sistemas “conversem” entre si.)

Integração de sistemas e APIs

Além de desenvolver sistemas novos, as fábricas atuam conectando diferentes tecnologias. Elas criam integrações entre softwares, por exemplo, ligar seu sistema de vendas a uma plataforma de e-commerce ou sincronizar o banco de dados interno com um aplicativo externo. Isso permite que os dados fluam de forma unificada entre diversas ferramentas da empresa. 

Hoje é comum, por exemplo, precisar integrar aplicativos móveis com sistemas legados da organização; as fábricas de software têm expertise para construir essas bridges de forma segura e padronizada.

Manutenção e suporte contínuo

O trabalho não termina na entrega do software. Um serviço fundamental é a sustentação pós-implementação. A fábrica geralmente oferece planos de suporte técnico, correção de bugs, atualizações e melhorias evolutivas para o produto que desenvolveu. Dessa forma, o cliente não precisa se preocupar em manter uma equipe interna para cuidar do sistema após a implantação, a própria fábrica assume esse papel, garantindo que a solução continue funcionando bem e acompanhando novas necessidades ou mudanças tecnológicas (como atualizações de sistemas operacionais, por exemplo).

Modernização e migração de sistemas

Outro serviço comum é atualizar sistemas legados. As fábricas de software podem reconstruir aplicações antigas com tecnologias modernas ou migrar soluções on-premise para a nuvem.

Por exemplo, transformar um antigo sistema desktop em uma aplicação web moderna, ou migrar uma base de dados local para serviços em nuvem, com ganhos de segurança e escalabilidade. Essa modernização muitas vezes inclui aplicar técnicas de RPA (Robotic Process Automation), automatizando tarefas repetitivas por meio de robôs de software, para aumentar a eficiência operacional.

Em resumo, a fábrica de software atua como uma parceira tecnológica completa. Seja para criar uma solução do zero, evoluir sistemas existentes ou prestar apoio técnico contínuo, ela dispõe de equipes e processos prontos para entregar resultados em diversas frentes da TI. Isso é vantajoso para empresas que precisam de serviços de desenvolvimento mas não querem lidar com múltiplos fornecedores diferentes, a fábrica centraliza tudo, com conhecimento acumulado sobre o negócio do cliente.

Vantagens de contratar uma fábrica de software

Por que empresas de diversos portes estão optando por terceirizar seus projetos de desenvolvimento para uma fábrica de software? A decisão traz uma série de benefícios estratégicos. Confira as principais vantagens:

Equipe especializada e inovação constante

Ao contratar uma fábrica de software, você ganha acesso imediato a profissionais altamente qualificados, desenvolvedores, designers, engenheiros de qualidade, que já têm experiência em diversos projetos e domínios tecnológicos. Essas equipes estão acostumadas a boas práticas de desenvolvimento e atualizadas com as últimas tendências (por exemplo, metodologias ágeis, novas linguagens, melhores frameworks). Isso significa mais qualidade na implementação do seu projeto e chances maiores de soluções inovadoras.

Problemas técnicos complexos são resolvidos com know-how de quem já passou por desafios similares, e seu software será construído seguindo padrões de arquitetura robustos. Em vez de tentar montar um time do zero (o que demanda tempo e treinamento), você conta com uma estrutura pronta de especialistas motivados a entregar resultados.

Redução de custos e previsibilidade de orçamento

Uma fábrica de software pode sair mais barato do que desenvolver internamente quando se consideram todos os fatores. Primeiro, elimina-se o custo de contratar, treinar e manter uma equipe interna dedicada exclusivamente ao projeto. Também não é necessário investir em infraestrutura extra (servidores, equipamentos, licenças de software) específica para o desenvolvimento, a fábrica já possui todo o ambiente necessário. Além disso, pelo fato de trabalhar em escala e reutilizar componentes, a fábrica consegue diluir os custos entre projetos e oferecer um preço mais competitivo. 

Outro ponto importante é a previsibilidade: geralmente é definido um orçamento fechado ou estimado logo no início, dando clareza de investimento. Isso evita surpresas de estouro de custos que podem ocorrer em projetos improvisados. Em suma, você paga apenas pelo produto final e pelo serviço especializado, economizando em vários gastos ocultos (infraestrutura, horas extras, retrabalhos) e obtém melhor custo-benefício.

Agilidade e entrega mais rápida

Tempo é dinheiro, e esse é um dos trunfos da fábrica de software. Graças ao uso de componentes prontos e a uma estrutura de trabalho paralela (vários profissionais atuando simultaneamente em diferentes módulos), o tempo de desenvolvimento reduz drasticamente. Algo que poderia levar muitos meses com uma pequena equipe interna pode ficar pronto em semanas em uma fábrica bem organizada. As metodologias ágeis também contribuem para acelerar entregas contínuas, de modo que você começa a ver partes funcionais do software em pouco tempo.

Essa agilidade permite lançar a solução no mercado mais cedo ou implementar a ferramenta internamente e já colher os benefícios, ganhando vantagem competitiva. Vale ressaltar que velocidade não vem à custa da qualidade, pelo contrário, a padronização e os testes automatizados garantem que cada incremento rápido já tenha passado por controle de qualidade rigoroso. No fim, sua empresa ganha em produtividade e rapidez, sem correria de última hora.

Flexibilidade e escalabilidade de recursos

Outra vantagem é a flexibilidade para escalar o projeto conforme a necessidade. Se durante o desenvolvimento surgir a demanda de adicionar uma funcionalidade urgente ou aumentar o escopo, a fábrica de software tem capacidade de alocar mais desenvolvedores ou horas de trabalho rapidamente para atender à nova demanda. 

Em um time interno fixo isso seria difícil, mas numa fábrica basta realocar recursos de forma dinâmica, pois há mais profissionais disponíveis. Da mesma forma, se o projeto entra em fase de manutenção e precisa de menos esforço, você pode reduzir o ritmo sem desperdício, pagando apenas pelo suporte necessário. Essa elasticidade é muito útil em projetos de tecnologia, que às vezes precisam acelerar em certos momentos críticos.

Com a parceria certa, sua empresa não fica limitada pela quantidade de mão de obra própria, a fábrica ajusta o “tamanho” do time conforme o desafio, garantindo entregas no prazo combinado mesmo se o escopo crescer. Em resumo, você ganha um time sob medida, que pode crescer ou enxugar de acordo com as fases do projeto.

Foco no seu core business

Ao terceirizar o desenvolvimento para uma fábrica de software confiável, sua empresa e sua equipe interna podem manter o foco no que realmente importa: o core business. Seus profissionais não precisarão desviar atenção para gerir um projeto de TI complexo, contratar programadores ou resolver problemas técnicos de um sistema novo. Tudo isso fica a cargo da fábrica, sob gestão especializada. Assim, o time interno pode continuar tocando as operações e estratégias principais do negócio, seja vender, atender clientes ou aprimorar produtos, enquanto o software sob medida é construído em paralelo.

Essa divisão de responsabilidades aumenta a eficiência geral. Você obtém a solução tecnológica desejada sem sobrecarregar sua equipe, evitando perda de produtividade em outras frentes. Além disso, como a fábrica trabalha de forma consultiva, ela vai te mantendo informado e envolvido apenas nas decisões-chave, sem sugar todo o seu tempo. Ter esse apoio externo é especialmente valioso para empresas que não são de tecnologia, pois permite adotar inovação sem se distrair dos objetivos centrais da organização.

Qualidade assegurada e suporte contínuo

Por fim, é importante destacar a qualidade do produto final. Fábricas de software de renome seguem padrões rigorosos de desenvolvimento, fazem testes extensivos e possuem certificações e processos maduros de garantia de qualidade. Isso reduz significativamente o risco de você receber um software cheio de falhas ou mal construído. Pelo contrário, você terá em mãos uma aplicação estável, segura e alinhada às melhores práticas do mercado.

Além disso, a relação com a fábrica costuma ser de longo prazo: após a entrega, existe a possibilidade (e recomendação) de manter um contrato de suporte para eventuais ajustes, atualizações ou novas versões. Assim, você conta com um parceiro que conhece a fundo a solução e estará disponível para evoluí-la conforme sua empresa crescer ou surgirem novas necessidades. Essa tranquilidade no pós-projeto não tem preço, garante que seu investimento terá longevidade e retorno, sem “ficar órfão” depois que o sistema é implementado.

Sendo assim, contratar uma fábrica de software traz ganhos de expertise, economia, velocidade e segurança. Você alavanca o conhecimento de profissionais experientes, obtém uma solução sob medida de alta qualidade e minimiza riscos comuns em projetos de TI. Tudo isso enquanto mantém sua equipe focada no negócio principal, sabendo que a tecnologia está em boas mãos.

Quando vale a pena terceirizar o desenvolvimento de software?

Nem toda situação vai requerer uma fábrica de software, às vezes uma equipe interna pode dar conta de pequenas demandas. Porém, existem cenários claros em que terceirizar o desenvolvimento é a decisão mais inteligente. Considere procurar uma fábrica de software quando:

Falta equipe interna ou habilidades específicas

Se sua empresa não possui um time de desenvolvimento de software ou se os profissionais internos não têm expertise em determinada tecnologia necessária ao projeto (por exemplo, criar um aplicativo mobile complexo ou implementar machine learning), terceirizar é recomendado. A fábrica traz as habilidades que você não tem em casa, evitando curva de aprendizado demorada ou contratação de pessoal fixo para um projeto pontual.

Prazos apertados para entregar a solução

Quando há urgência, como lançar uma nova plataforma antes dos concorrentes ou cumprir uma exigência regulatória tecnológica em tempo, a fábrica de software consegue acelerar o desenvolvimento. Se o time interno está sobrecarregado ou não teria como entregar no prazo, faz sentido chamar reforços externos. Com mais recursos à disposição e processos ágeis, a fábrica pode cumprir cronogramas agressivos que seriam inviáveis internamente.

Projeto fora do core business

Empresas cujo negócio principal não é desenvolvimento de software (a maioria) podem não querer desviar atenção construindo uma solução complexa por conta própria. Se a iniciativa de software é estratégica mas pontual (ex.: digitalizar um processo, criar um portal para clientes), terceirizar permite obter o resultado sem montar toda uma área de TI do zero. É ideal para projetos de transformação digital onde falta know-how interno.

Necessidade de modernização de sistemas legados

Muitas vezes, sistemas antigos precisam ser atualizados ou integrados a novas ferramentas. Se sua equipe não tem experiência em migrar sistemas legados para a nuvem ou em refatorar uma aplicação obsoleta, uma fábrica de software pode conduzir esse trabalho com segurança. Eles já têm metodologias para garantir que a transição ocorra sem interromper o negócio e agregando novas funcionalidades durante o processo.

Expansão rápida ou sazonal do negócio

Caso sua empresa esteja crescendo rapidamente ou tenha períodos sazonais de muita demanda por tecnologia, recorrer a uma fábrica ajuda a escalar a capacidade de desenvolvimento temporariamente. Por exemplo, uma rede varejista que precisa lançar vários aplicativos promocionais no fim de ano pode contratar uma fábrica só para aquele período, em vez de tentar aumentar a equipe interna às pressas.

Busca por eficiência de custo

Quando o orçamento para o projeto é limitado, surpreendentemente terceirizar pode ser a melhor saída. Isso porque uma fábrica consegue entregar dentro de um orçamento pré-definido, e você evita custos variáveis difíceis de prever (turnover de funcionários, infraestrutura, atrasos caros). Se os números mostram que montar internamente ficaria caro, vale a pena comparar com uma proposta da fábrica de software, muitas vezes ela fará mais com menos, graças à experiência prévia.

Em todos esses casos, vale a pena contratar uma fábrica de software para garantir que o projeto seja realizado de forma profissional, no prazo e dentro do orçamento. A terceirização é especialmente indicada quando a empresa identifica que o risco de tentar fazer sozinha é alto, seja por falta de recursos ou urgência. Nessas horas, contar com um parceiro especialista minimiza riscos de fracasso e aumenta as chances de sucesso da iniciativa tecnológica.

Como escolher uma fábrica de software confiável?

Decidiu que vai terceirizar o desenvolvimento? Ótimo, o próximo passo é escolher o parceiro ideal. Existem muitas empresas de desenvolvimento no mercado, mas é crucial selecionar uma fábrica de software confiável e alinhada às necessidades do seu negócio. Aqui estão alguns critérios e dicas para fazer a melhor escolha:

Experiência e portfólio

Avalie os casos de sucesso da fábrica. Ela já desenvolveu projetos semelhantes ao que você precisa? Tem experiência no seu setor de atuação? Por exemplo, se você é da área financeira, pode ser interessante uma empresa que já criou soluções para fintechs ou bancos, pois provavelmente conhece as exigências de segurança e compliance do setor. Além disso, verifique há quanto tempo a fábrica atua no mercado, longevidade geralmente é sinal de consistência e satisfação dos clientes.

Competências técnicas e especializações

Verifique as tecnologias que a fábrica domina. Eles trabalham com as linguagens, frameworks e plataformas necessárias para seu projeto? Se você precisa de um aplicativo móvel em Flutter, por exemplo, confirme se há desenvolvedores experientes nessa ferramenta. Outra dica: dê preferência a empresas que utilizam metodologias modernas (Agile/Scrum) e que tenham certificações ou parcerias tecnológicas relevantes. Isso indica compromisso com qualidade. No caso da Logos Technology, por exemplo, um diferencial é possuir especialistas em integração com ERP TOTVS e outros sistemas corporativos, se esse for um requisito para você, escolher um fornecedor com essa expertise faz toda diferença. 

Tamanho da equipe e capacidade de entrega

Considere se a estrutura da fábrica comporta seu projeto. Para um projeto grande e complexo, uma empresa maior pode ser necessária, pois terá como alocar diversos profissionais sem comprometer outras entregas. Por outro lado, para projetos menores ou muito nichados, às vezes uma empresa menor (boutique) pode dar mais atenção e personalização. O importante é que a fábrica tenha capacidade de escalar caso seu projeto cresça, e também disponibilidade para iniciar no prazo que você precisa. Durante as conversas iniciais, pergunte quantos desenvolvedores e especialistas estariam dedicados ao seu projeto e certifique-se de que isso é suficiente.

Comunicação e metodologia de trabalho

Uma boa fábrica de software deve atuar como parceira, mantendo comunicação transparente. Desde o primeiro contato, avalie se eles procuram entender a fundo suas necessidades e se explicam claramente como vão conduzir o projeto. É recomendável escolher fornecedores que façam reuniões regulares de acompanhamento, demonstrem protótipos ou sprints entregues periodicamente e que estejam abertos a feedback. Fuja de empresas que prometem entregar tudo só no final, sem checkpoints, a colaboração contínua é fundamental para o sucesso. Se possível, peça para conhecer a equipe técnica que trabalharia com você, pois isso dá confiança sobre a qualificação das pessoas envolvidas.

Garantias de qualidade e confidencialidade

Não hesite em discutir sobre qualidade do código, testes e propriedade intelectual. Empresas sérias normalmente garantem contrato de confidencialidade (NDA) para proteger as informações do seu negócio e asseguram que o código-fonte do projeto será seu ao final (afinal, você está pagando por ele).

Questione também como funciona o suporte pós-projeto: por quanto tempo eventuais erros detectados após a entrega serão corrigidos sem custo adicional, por exemplo. Uma fábrica de software confiável terá políticas claras nesse sentido e prezará pela sua tranquilidade. Esse ponto é essencial para evitar “armadilhas”, infelizmente, há casos no mercado de fornecedores que reutilizam partes do seu projeto em soluções de outros clientes sem permissão, diluindo seu diferencial competitivo. Portanto, selecione uma empresa ética, que respeite a exclusividade da sua solução e esteja disposta a formalizar isso em contrato.

Custo-benefício e referências

Por fim, claro, o preço importa. Porém, analise o custo-benefício, não apenas o valor mais baixo. Desconfie de orçamentos muito inferiores à média do mercado, o barato pode sair caro se a entrega for mal feita ou atrasada. Peça propostas detalhadas e compare o escopo incluso em cada uma. É válido também solicitar referências de clientes anteriores ou buscar depoimentos. Saber a opinião de outras empresas que contrataram aquela fábrica dá uma visão real da qualidade do serviço, cumprimento de prazos e facilidade de trabalho no dia a dia. Se muitas pessoas recomendam, é um ótimo sinal.

A escolha da fábrica de software deve ser feita com critérios técnicos e de confiança. Dedique um tempo para pesquisar, conversar com os candidatos e não tenha medo de fazer perguntas difíceis. Lembre-se de que será uma parceria importante, investir na seleção correta evita dores de cabeça e aumenta muito as chances do seu projeto de software ser um sucesso.

Perguntas frequentes sobre fábrica de software

Vale a pena contratar uma fábrica de software?

Sim, vale a pena na maioria dos casos em que sua empresa precisa de um software personalizado. A fábrica de software traz expertise especializada, equipe pronta e processos otimizados, o que resulta em entrega mais rápida e com menos riscos do que desenvolver internamente sem experiência. Além disso, você obtém economia de custos em comparação a montar toda uma estrutura de TI dedicada para o projeto. Contratar uma fábrica é especialmente vantajoso quando o projeto é crítico para o negócio, mas você não possui recursos internos suficientes (tempo, pessoas ou conhecimentos técnicos) para realizá-lo com excelência. 

Nesses cenários, a parceria com uma fábrica confiável garante um bom retorno sobre o investimento, pois entrega uma solução de qualidade enquanto seu time foca no core business.

Quanto custa desenvolver um software sob medida?

O custo de um projeto em uma fábrica de software varia bastante conforme a complexidade e o escopo do software. Fatores como o número de funcionalidades, integrações necessárias (por exemplo, conectar com outros sistemas), plataformas envolvidas (mobile, web ou ambas) e o nível de inovação impactam diretamente no preço. Em termos gerais, aplicações mais simples (com poucas telas e requisitos básicos) podem custar dezenas de milhares de reais, enquanto soluções corporativas complexas ou aplicativos extensos podem chegar a centenas de milhares de reais. O mais importante é que a fábrica geralmente fornece um orçamento detalhado após entender o seu projeto. Ela irá estimar as horas de trabalho de cada especialista, o tempo de projeto e custos de infraestrutura. 

Assim, você consegue ter previsibilidade antes de começar. Vale lembrar que investir em software sob medida é também investir em um ativo que pode trazer grande retorno, por isso, analise o custo-benefício. Muitas vezes o software resultará em redução de despesas, aumento de receita ou ganho de eficiência para sua empresa, compensando o valor aplicado no desenvolvimento.

O que é melhor: desenvolver software internamente ou contratar uma fábrica de software?

Depende da situação da sua empresa e do projeto em questão. Desenvolver internamente pode ser interessante se você já tem uma equipe de desenvolvimento madura, disponível e se o software a ser criado faz parte do core business contínuo da empresa (por exemplo, uma empresa de tecnologia cujo produto é um software provavelmente desenvolve internamente). 

Nesse caso, o time interno tem conhecimento profundo do negócio e pode iterar constantemente no produto. Por outro lado, contratar uma fábrica de software é normalmente a melhor opção quando o projeto é pontual ou estratégico, e sua equipe interna não tem capacidade sobrando ou a expertise necessária

A fábrica trará velocidade, profissionais experientes e permitirá começar o projeto do zero sem atraso. Também é ideal para evitar desviar seus funcionários de outras tarefas importantes. Em resumo, se o projeto exige rapidez, conhecimentos especializados e um prazo definido, a fábrica de software tende a ser a escolha mais eficaz. 

Se for algo pequeno ou totalmente ligado ao seu produto principal e você já possui bons desenvolvedores disponíveis, então interno pode funcionar. Uma abordagem híbrida também é possível: sua equipe interna cuida do que sabe, e terceiriza partes específicas para a fábrica, garantindo o melhor dos dois mundos.

Como escolher uma fábrica de software confiável?

Para escolher bem, avalie experiência, transparência e suporte. Verifique o portfólio de projetos da empresa e se ela já atuou no seu ramo de negócio. Dê preferência a fábricas com boas referências de outros clientes e tempo de mercado comprovado. Durante as conversas iniciais, repare se eles procuram entender suas necessidades ou se apenas empurram um orçamento padrão, a atenção às suas demandas é sinal de compromisso. Analise também a metodologia de trabalho: empresas que usam Agile/Scrum e apresentam um plano claro de sprints, entregas parciais e testes tendem a ser mais organizadas. 

Exija que sejam firmados acordos de confidencialidade e propriedade intelectual, para proteger suas ideias e garantir que o código será seu. 

Por fim, considere o suporte pós-projeto: uma fábrica confiável geralmente oferece manutenção e se coloca à disposição para evoluções futuras. Resumindo, pesquise e compare candidatos, e escolha aquele que passar mais confiança técnica e profissional, mesmo que não seja o mais barato. A tranquilidade de um projeto bem conduzido compensa.

Qual a diferença entre software sob medida e software pronto (de prateleira)?

Um software sob medida é desenvolvido especificamente para atender às necessidades únicas da sua empresa ou projeto. Ele é construído do zero (ou adaptado profundamente) para se encaixar perfeitamente nos seus processos, fluxos de trabalho e objetivos. Por ser personalizado, o software sob medida proporciona maior aderência ao negócio e flexibilidade para incluir exatamente as funcionalidades que você precisa, nem mais, nem menos. Já um software de prateleira (pacote pronto) é uma solução genérica criada para atender a um público amplo. 

Exemplos são ERPs ou CRMs padronizados disponíveis no mercado. Esses softwares prontos costumam ser mais baratos e imediatos, porém muitas vezes não atendem 100% das demandas específicas de uma empresa. Você pode ter que adequar seu processo ao software, em vez de o software se adequar a você, e ainda assim conviver com recursos desnecessários ou falta de alguma função crucial. Além disso, softwares prontos oferecem pouca flexibilidade de personalização e você fica dependente do fornecedor para atualizações. 

Em resumo, a vantagem do sob medida é obter uma solução feita para você, com potencial de gerar mais eficiência e vantagem competitiva, enquanto o pronto sacrifica personalização em nome da rapidez e custo inicial menor. Muitas empresas começam com um software pronto e, conforme crescem ou identificam limitações, optam por investir em um desenvolvimento sob medida para ganhar performance e personalização no longo prazo.

Transforme sua ideia em software sob medida. Fale com a Logos agora!

Uma fábrica de software é, em essência, a parceira ideal para transformar ideias em soluções digitais de sucesso de forma ágil e segura. Ao longo deste guia vimos que esse modelo une o melhor dos dois mundos: a eficiência padronizada de uma linha de produção e a personalização total necessária para atender cada negócio. Para empresas que buscam inovar, integrar sistemas ou resolver problemas com tecnologia sob medida, contar com uma boa fábrica de software significa reduzir riscos, economizar tempo e obter qualidade superior no produto final.

Lembre-se de que a escolha do parceiro faz toda a diferença. Avalie com cuidado a experiência, a metodologia e a reputação da fábrica de software antes de fechar negócio. Uma vez escolhida a empresa certa, você terá à disposição uma equipe dedicada de especialistas, pronta para entender seu desafio e construir a solução sob medida que vai elevar o patamar do seu negócio.

Transforme sua ideia em um software de sucesso. Fale com os nossos especialistas da Logos Technology e inicie seu projeto agora mesmo! Com a expertise da Logos em desenvolvimento sob medida, incluindo integração com sistemas corporativos, metodologias ágeis e foco em resultado, sua empresa estará em boas mãos para alcançar novos níveis de eficiência e inovação. Não fique para trás na transformação digital: comece hoje mesmo a dar vida ao software que o seu negócio precisa.

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O que é TOTVS Protheus? Conheça o ERP mais usado no Brasil https://logostechnology.com.br/o-que-e-totvs-protheus/ Fri, 25 Jul 2025 17:45:21 +0000 https://logostechnology.com.br/?p=5701 Você sabe o é TOTVS Protheus? É um software de gestão empresarial integrado (ERP) desenvolvido pela empresa brasileira TOTVS. Ele permite controlar todas as áreas da empresa em uma só plataforma, integrando finanças, vendas, estoque, compras, produção, recursos humanos e muito mais. Líder no mercado nacional, a TOTVS detém cerca de 50% do market share […]

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Você sabe o é TOTVS Protheus? É um software de gestão empresarial integrado (ERP) desenvolvido pela empresa brasileira TOTVS. Ele permite controlar todas as áreas da empresa em uma só plataforma, integrando finanças, vendas, estoque, compras, produção, recursos humanos e muito mais.

Líder no mercado nacional, a TOTVS detém cerca de 50% do market share de ERPs no Brasil; o Protheus é o sistema de gestão mais utilizado no país, adotado por mais de 30 mil empresas de diversos portes e segmentos. Esse sucesso se deve à sua flexibilidade (pode ser personalizado conforme as necessidades de cada negócio) e à sua aderência às legislações brasileiras, facilitando emissão de notas fiscais eletrônicas e cumprimento de obrigações fiscais como o SPED.

Neste guia, você vai entender o que é o TOTVS Protheus, conhecer suas principais funcionalidades e vantagens, e descobrir para quem ele é indicado. Ao final, trazemos ainda perguntas frequentes sobre o Protheus e uma orientação de como implementar essa solução com sucesso na sua empresa.

Principais funcionalidades e módulos do TOTVS Protheus 

O TOTVS Protheus se destaca por abranger todos os setores de uma empresa através de módulos especializados. Cada módulo cuida de um departamento ou processo específico, e todos estão integrados para garantir fluxo de informação em tempo real. Alguns dos principais módulos do Protheus incluem:

  • Financeiro: Permite controlar todas as movimentações financeiras da empresa com precisão. Isso inclui gestão de contas a pagar e a receber, projeções de fluxo de caixa, conciliação bancária automática, gestão de adiantamentos, além de relatórios financeiros estratégicos que ajudam na tomada de decisão e no controle da saúde financeira da organização.
  • Faturamento/Vendas: Garante agilidade na emissão de pedidos, notas fiscais eletrônicas (NF-e, NFS-e) e controle de comissões por vendedor. Também permite configurar políticas comerciais, aplicar descontos, gerenciar múltiplas tabelas de preço, controlar metas e gerar relatórios analíticos de vendas por produto, região ou canal de venda. 
  • Compras: Facilita o processo de aquisição de insumos com gestão de cotações de fornecedores, geração automática de pedidos de compra, controle de contratos, análises comparativas de preços e fluxo de aprovação personalizado. É possível acompanhar o lead time de entrega, o desempenho dos fornecedores e realizar reavaliações periódicas. 
  • Estoque/Custos: Proporciona um controle completo de inventário com monitoramento em tempo real dos níveis de estoque, rastreio de produtos por lote ou série, gestão de endereçamento logístico (WMS leve) e controle de inventário rotativo. Em custos, suporta diferentes métodos de apuração como custo médio, FIFO, custo padrão, permitindo total visibilidade sobre o valor armazenado e o custo dos produtos vendidos. 
  • Produção (Manufatura): Ideal para empresas industriais, o módulo de Produção viabiliza o planejamento e controle da produção (PCP), emissão de ordens de fabricação, apontamento de consumo de matéria-prima, controle de desperdício e apuração de custo de produção. Também é possível integrar com engenharia de produto (BOM – bill of materials) e realizar simulações de capacidade produtiva (MRP/MPS). 
  • Recursos Humanos: Centraliza a gestão de pessoas com funcionalidades para administração da folha de pagamento, cálculo automático de encargos trabalhistas, gestão de ponto eletrônico, controle de férias, afastamentos, rescisões, entre outros. Também se integra ao eSocial, facilitando o cumprimento das obrigações legais. 
  • Fiscal/Contábil: Oferece recursos avançados para apuração de tributos, controle de retenções, geração de SPED Fiscal e Contábil, DCTFWeb, ECD, ECF, EFD-Reinf, além de realizar integração contábil automática a partir dos lançamentos fiscais. Tudo isso com total aderência às exigências da legislação brasileira, sempre atualizado conforme mudanças legais. 
o que é TOTVS Protheus (1)

Além desses, o Protheus possui diversos outros módulos opcionais (como CRM, Ativo Fixo, Projetos, Contratos, entre outros) que podem ser habilitados conforme a necessidade. Para conferir a lista completa e detalhes de cada módulo, veja nosso artigo sobre os módulos do TOTVS Protheus.

Vantagens do TOTVS Protheus para sua empresa

Implementar o TOTVS Protheus traz várias vantagens práticas para a gestão do negócio. Abaixo destacamos as principais:

  • Integração total dos processos: todas as áreas do negócio “conversam” entre si no Protheus, eliminando retrabalhos e inconsistências. Dados de diferentes departamentos ficam centralizados, proporcionando informações confiáveis em tempo real para decisões.
  • Automatização e eficiência operacional: o sistema automatiza tarefas repetitivas, reduzindo erros humanos e liberando a equipe para atividades estratégicas. Isso aumenta a produtividade e pode diminuir custos operacionais.
  • Conformidade fiscal facilitada: por ser um ERP desenvolvido no Brasil, o Protheus já vem preparado para as exigências legais nacionais. Atualizações frequentes garantem aderência às mudanças na legislação, tornando mais simples cumprir obrigações fiscais (SPED, NF-e, eSocial) de forma correta.
  • Retorno sobre investimento (ROI): ao integrar processos e melhorar a eficiência, o Protheus tende a se pagar rapidamente em forma de ganhos: menos retrabalho, redução de erros (evitando multas) e melhor controle que leva à economia de recursos. Além disso, trata-se de um investimento de longo prazo, pois o sistema acompanha o crescimento da empresa sem necessidade de substituição.

Setores e empresas que utilizam o TOTVS Protheus

Um grande diferencial do Protheus é sua versatilidade setorial: ele atende praticamente todos os segmentos, de indústrias e varejo a serviços, agronegócio, saúde, educação, finanças, entre outros. Com módulos específicos, o sistema adapta-se às necessidades de cada setor.

Por isso, empresas de portes variados (de pequenas a grandes corporações) utilizam o Protheus em sua gestão. Grandes marcas estão entre as usuárias, comprovando sua robustez, enquanto muitos negócios menores também se beneficiam implementando apenas os módulos essenciais.

Em suma, o TOTVS Protheus é indicado para qualquer empresa que precise integrar departamentos e melhorar seus processos de gestão.

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Perguntas frequentes sobre o TOTVS Protheus

Quais módulos o TOTVS Protheus possui?

O TOTVS Protheus oferece módulos para praticamente todas as áreas da empresa. Os principais são: Financeiro, Vendas/Faturamento, Compras, Estoque/Custos, Produção, Recursos Humanos e Fiscal/Contábil, entre outros.

Empresas de quais portes podem usar o TOTVS Protheus?

O Protheus pode ser utilizado por empresas de todos os portes, desde pequenos negócios até grandes corporações. O mesmo sistema que atende uma grande empresa também pode ser implantado em uma pequena.

Quanto custa o TOTVS Protheus?

O custo do TOTVS Protheus varia conforme o número de usuários, módulos desejados e o modelo de licenciamento. Em geral, os custos podem ir desde alguns milhares de reais por mês em um projeto menor (assinatura cloud) até centenas de milhares de reais em um projeto de grande porte. Confira nosso guia completo sobre o preço do TOTVS Protheus.

Como aproveitar todo o potencial do Protheus

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O TOTVS Protheus é um ERP robusto e completo, capaz de integrar a gestão de ponta a ponta e apoiar o crescimento do seu negócio. Para extrair todo o potencial dessa ferramenta, é fundamental uma implantação bem planejada e personalizada, algo que consultores especializados em Protheus podem viabilizar com eficiência. Saiba como implementar o TOTVS Protheus com máxima eficiência. Entre em contato com nossos especialistas e potencialize seus resultados agora mesmo!

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